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Lembra Viva la Vida, do Coldplay? Esqueça! Ouça a versão da Lady GaGa, no Live Lounge, da Radio One:

Nem tem mais o que comentar, né? Simplesmente sensacional!

Tuíte-nos: http://wp.me/pdGj4-EM

Como é la vida, não? Tô eu num debate esquentadinho com o leitor Rafael e eis que:

plagiocoldplaycatstevens

Mas aí já virou zoação. Até eu, qualquer hora, vou inventar uma música e dizer que o Chris Martin plagiou!

Fato é que o Cat Stevens mudou de religião e mudou de nome. Agora quer mudar o mundo zoando o coleguinha.

Na real, a música do Stevens não tem NADA que tenha a faixa Viva la Vida. Pelo menos não que eu tenha conseguido ouvir. Afinal, a semelhança com o Joe Satriani era indiscutível. Se você está curioso, perca 9 minutos e pouco para ouvir a música do Cat Stevens aqui e concordar comigo.

Dessa você se safou, Chris Martin! Tá feliz, Rafa?

MAS ADMITE CHUPADA. UI!

Tô nem ai, tô nem ai

Tô nem aí, tô nem aí

Vimos esta semana no site do New Musical Express: o Chris Martin jurou de pés juntos que foi ele quem escreveu Viva La Vida e qualquer semelhança com um solo do Satriani ou a linha vocal de uma banda indie é mera coincidência. Bom, achamos natural ele negar. Já era até esperado, inclusive (leia abaixo VIVA LA VIDA). Ah, ele também disse que, devido às acusações de plágio – coitado – a banda teve uma briga feia e quase acabou.

Não escrevemos aqui porque achávamos que poderia surgir algo mais… interessante. Na mosca! O vocalista do Coldplay deu uma entrevista ontem para a Radio 1, da BBC, e admitiu que uma das melhores canções da banda, Shiver, lançada em 2000, é “chupada” de Jeff Buckley. Como o Chris não aparece pra dar só uma declaração bombástica (a exemplo de: “não plagiei” / “a banda quase acabou”), ele aproveitou pra dizer que os shows que estão rolando em Londres poderiam ser muito melhores e, numa escala de zero a dez, deu nota três para as atrações desta semana.

VIVA LA VIDA

Make music fair

Make music fair

Não precisamos dizer que não acreditamos no Chris Martin. Até achamos que, a exemplo do que fez ontem, daqui a uns dez anos – ou quando o Coldplay finalmente acabar (finalmente pra ele, ok? – leia sobre o fim da banda a seguir), ele virá a público e contará toda a verdade. Seja na Radio 1, seja no Silvio Santos, seja na Márcia. Um dia a verdade aparecerá. Enquanto isso, vamos vivendo la vida.

Em tempo: a música é ótima, o disco do Coldplay está bem bacana e faz jus às sete indicações ao Grammy. Só podia rolar um cadinho mais de sinceridade, mas entendemos que admitir um plágio antes de ganhar o Grammy é um senhor tiro no pé. Esperemos a premiação.

FIM DO COLDPLAY? PERGUNTE AOS GALLAGHER

Ninguém deve torcer tanto pelo fim do Coldplay quanto o próprio Chris Martin. O cara adora espalhar por aí que a banda está próxima do fim, que a banda quase acabou, que em breve o grupo vai se separar… O que é isso? Jogada de marketing? Chris, isso é coisa de moleque e nem pega bem uma pessoa da sua idade ficar fazendo isso. Se continuar assim, o fim do Coldplay será algo do tipo “fim de Sandy & Junior”, com direito a tour de despedida, muita grana no bolso e os fãs é que se danem.

Noel Gallagher + Chris Martin

BFF: Noel Gallagher + Chris Martin

Sério! Achamos que alguém deveria perguntar aos irmãos Gallagher o que eles pensam sobre o fim do Coldplay, o plágio de Viva La Vida e a chupada de Shiver. Seria, sem dúvida a melhor análise dos casos. Detalhe é que o Noel é (ou era; não sei) amiguinho do Chris Martin e já havia até brigado com o Liam por causa dessa amizade. Que lindo! O lance é que, de uns tempos pra cá, o Noel anda concordando muito com o Liam. E o Liam acha o Chris Martin um grande babaca. Sem problemas, pensamos o mesmo sobre ele. Peraí! Sobre “ele” quem: o Liam ou o Chris? Hmmm… os dois, dependendo da ocasião. Aliás, veja Noel e Chris Martin tocando Yellow:

OU SERÁ QUE ELES ‘SÓ’ DESCOBRIRAM A RECEITA DO SUCESSO?

Vou escrever mesmo e não adianta ficar revoltadinha, não! Era outubro de 2007 quando o tiozinho Peter Van Wood, holandês radicado na Itália, pediu um milhão de euros ao Coldplay, que teria plagiado a sua Caviar and Champagne na música Clocks, lançada pelo grupo de Chris Martin no ano 2000. Veja o vídeo a seguir e tire suas conclusões:

O lance é que, dessa vez, eles se superaram: uma só música parece ter dois criadores. E nenhum deles faz parte do Coldplay. O primeiro deles a gritar foi Andrew Hoepfner, vocal da banda indie americana Creaky Boards. No vídeo que ele colocou no YouTube (veja abaixo), tem até imagens feitas em maio de 2007, que comprovariam o plágio. Ainda segundo o cantor, Chris Martin teria ido a um show do Creaky Boards em outubro do ano passado e parecia estar gostando – o que deixara a banda muito contente. Mal sabiam eles que Chris Martin havia gostado demais da música de profético nome: The Songs I Didn’t Write (As Músicas Que Eu Não Escrevi). Tanto que até a usou para compor a música Viva La Vida, lançada em maio deste ano como segundo single do disco homônimo. Abaixo, o vídeo que compara as linhas vocais da música de Hoepfner e do Coldplay:

Mas é preciso mais do que uma linha vocal boa para fazer um sucesso. É aí que entra o segundo acusador: ninguém menos que Joe Satriani, com a faixa If I Could Fly, lançada – veja só – em 2004, no disco Is There Love in Space?. Nem tem muito o que comentar. Só repare que é A MESMA MÚSICA da  acusação acima, Viva La Vida. Segue o vídeo comparando as duas faixas:

Mesmo sob essas suspeitas, Viva La Vida foi indicada na última quinta-feira ao Grammy 2009. A faixa vai concorrer a sete gramofones, entre eles o de gravação do ano e de música do ano. Também alcançou o topo de paradas importantíssimas, como o Hot 100 da revista americana Billboard, a parada de singles do Reino Unido e a Euro 200. E isso nos faz pensar em três coisas:

1. o Coldplay pode ser canalha, mas até que tem boas influências;
2. receita do sucesso: pegue uma linha vocal novinha indie, que ninguém conheça, e misture com um riff que um guitarrista bonzão lançou há alguns anos, mas que ninguém consiga lembrar direito. Corre o risco de você concorrer ao Grammy;
3. já temos toda a concepção de uma banda – ã-ran, ã-ran, os GARIS vão criar uma banda – mas ainda não decidimos de quem vamos roubar as “nossas” músicas. Precisamos pensar nisso com urgência!

prospektsmarchcoverDois lançamentos aguardadíssimos chegam hoje às lojas físicas e virtuais do mundo inteiro: o EP Prospekt’s March, do Coldplay, e o álbum Day and Age, do Killers (que a gente comenta ao longo da semana). Na real, já rolaram uns pré-lançamentos, mas a data oficial é mesmo 25 de novembro.

Talvez o motivo de maior curiosidade sobre o lançamento do Coldplay tenha sido o fato de eles terem chamado o rapper Jay-Z para fazer uma participação especial na faixa Lost? (no EP ficou Lost+), que a banda está “trabalhando” bastante nas últimas semanas. Depois de lançarem a música no disco Viva la Vida or Death and All His Friends, rolou uma versão acústica (lançada numa edição de luxo do álbum). Aí, postaram versões ao vivo no YouTube – uma delas considerada o clipe oficial – e pediram pros fãs fazerem um outro videoclipe, em cima da versão acústica (abaixo, mais informações sobre esta promoção).

De fato, a faixa é boa, mas a participação do Jay-Z, provavelmente, será mais surpreendente para os fãs do rapper do que para quem curte o som de Chris Martin e companhia, já que o convidado incorpora o estilo dos anfitriões e não muda muita coisa na música.

No mais, o disco reúne outras sete canções. Algumas muito boas, como Life in Technicolor II, que tem a mesma pegada do disco, mas no EP tem letra. Esta música, aliás, tem um clima tão… “lá vêm eles!”, que o Coldplay usou para abrir o Viva la Vida, para iniciar os shows dessa turnê e, agora, para dar as boas vindas neste EP. Em seguida, vem a primeira totalmente inédita, Postcards From Far Away, esta sim instrumental, que parece ter saído de uma caixinha de música, daquelas com a bailarina girando e tudo. Segue com Glass of Water e a certeza de que estamos ouvindo um disco do Coldplay. Música bem produzida e que provavelmente funcionará bem nos shows.

Rainy Day poderia sugerir algo mais triste que a melancolia tipicamente britânica dos caras, mas é aí que “rá! caiu na pegadinha do Mallandro! glu glu”. Se falassem que a canção não era do quarteto londrino, mas do Supergrass, era bem capaz de eu acreditar. A seguir, a faixa que dá título ao disco. Esta, sim, bem triste. Bem Londres, cinza, chuvosa, fria. Vem, então, Lost+, que já comentamos, e, depois, mais um som que estava no Viva la Vida, mas em outra versão. Desta vez Lovers in Japan aparece numa versão remixada, mais animada. O EP termina com Now My Feet Wont Touch the Ground, que nos remete a uma trilha sonora daqueles filmes que se passam em meio aos plantations norte-americanos ou aos vinhedos da França – veja o filme “Um Bom Ano” (A Good Year, dir. Ridley Scott, EUA, 2006), que você entenderá.

No final das contas, Prospekt’s é um disco legal e sob medida. Talvez ficasse chato se fosse um LP, com mais umas quatro faixas pra encher lingüiça. Melhor assim. Ao que tudo indica, o Coldplay vai investir em lançamentos deste tipo, já que Chris Martin tem dado a entender que o fim da banda pode estar próximo. Recentemente ele declarou que não quer que o Coldplay seja mais uma banda de coroas sem energia e com visual cafona. Mas jura que eles ainda têm trinta e poucos anos e se vestem bem. Pra completar, prometeu lançar o maior número de discos possível até o fim do grupo.

chrismartinshowChris Martin durante um show este mês
nos EUA, com a mesma camiseta de sempre

LANÇAMENTO NO BRASIL E PROMOÇÕES

Por aqui, o lançamento do EP Prospekt’s March ainda não tem data para ocorrer de forma física, talvez porque não faça mesmo parte da cultura brasileira ir a uma loja comprar um single ou um EP. Dá pra comprar o disco no site Sonora, por R$ 19,92, ou, então, baixar as faixas separadas, por R$ 2,49 cada. O bom é que o Coldplay anunciou que todo mundo que comprar as músicas dessa versão digital, inclusive aqui no Brasil, concorre a um vinil exclusivo do álbum Viva la Vida.

Já o fã que fizer o melhor vídeo para a versão “voz e piano” de Lost?, terá seu clipe postado na “home” do site da banda e vai ganhar entrada VIP para “o melhor lugar na casa de shows” durante uma apresentação marcada para o mês que vem, em Londres, com passe de backstage, sem contar que a viagem e a hospedagem são por conta da banda. Interessou, é? Clique aqui para participar.

LISTA DE FAIXAS DO EP PROSPEKT’S MARCH

1. Life in Technicolor II
2. Postcards From Far Away
3. Glass of Water
4. Rainy Day
5. Prospekt’s March
6. Lost+ (part. especial Jay-Z)
7. Lovers in Japan (Osaka Sun Mix)
8. Now My Feet Wont Touch the Ground

Será que alguém aí sabe qual a estratégia de marketing empregada pelo vocalista do Coldplay Chris Martin? É que ele tem dado as caras com A MESMA camisa de manga longa. Pelo menos desde o clipe de Viva La Vida.

Reparou, na camisa branca com um V na lateral abdominal direita?

Pois esta semana a agência Associated Press liberou uma foto dele, no meio da rua, durante um show pra uma emissora de TV dos Estados Unidos. E nem precisa reparar muito pra ver que é a mesma camisa. Agora, suja, encardida… Eca!

A pergunta que fica é: V de quê, Chris?

De vingança é que não é, uma vez que ele está na trilha do Bono e isso não combina muito. Pode ser de vegan… De vermelho também não é, porque na terra dele, seria R de vermelho. Questão intrigante… Será que os fãs chatonildos do Muse não saberiam responder?

Se bem que, por falar no Bono… Pode ser uma nova ONG. Tipo quando o Chris Martin aparecia com a mão rabiscada “Make Trade Fair”. hmmm… Uma ONG combina com ele. Podia chamar o Bono pra ser sócio. Acho que deve ser o sonho da vida dele ter uma ONG junto com o Bono.

Só queria mesmo era vê-lo, um pouco mais encardido, na premiação do Grammy.