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A rapaziada gente fina (muito 80’s isso) do Moptop marcou para o dia 26 de outubro, muito conhecido por aí como “segunda-feira que vem”, a gravação do novo clipe, Contramão, faixa do álbum Como se Comportar (Universal, 2008), que você confere a seguir, no extinto Código MTV:

O esquema é o seguinte: a gravação rola a partir das 20h, na Drinkeria Maldita em Copa (rua Aires Saldanha 98A, atrás da antiga Help) e quem quiser ir precisa ter 18 anos ou mais, mandar um e-mail para moptopclipe@gmail.com e, claro, tem que estar no Rio. O Moptop, aliás, tocou no fim de semana inaugural da Drinkeria, no dia 2 de maio, com direito a casa lotada, em plena noite de chuva. Eu fui, junto com outro GARI, e posso dizer que foi sensacional. Duvida? Então, dá uma olhada:

Tuíte-nos: http://wp.me/pdGj4-Eh

7430672Se você pretende baixar ou passar adiante algum arquivo de áudio neste fim de semana, leia primeiro este post. É que uma mãe de família chamada Jammie Thomas-Rasset (foto), de 32 anos, foi condenada a pagar US$ 1,9 milhão (mais de R$ 3,7 milhões) por ter compartilhado pela internet – pasmem – duas dúzias de arquivos músicais, dentre eles, canções do Green Day e da Sheryl Crow.

A decisão do júri de Minnesota (EUA) favorece, claro, um grupo de gravadoras (Sony, BMI, Universal e Warner) e foi considerada “ridícula” pela ré – e por nós aqui desta LIXEIRA DO POP também. Jammie, que tem quatro filhos, acrescentou: “Sou uma mãe, com pouca grana, então não vou me preoucupar com isso agora” e não deixou claro se vai recorrer da sentença. A sempre inoportuna Associação Americana da Indústria das Gravadoras (RIAA) ainda quer mais. De acordo com o órgão, a moça teria feito upload ilegal de mais de 1.700 músicas para o software de compartilhamento de arquivos KaZaA. Detalhe: este é apenas um dos mais de 30 mil processos por direitos autorais movidos pela RIAA.

Jammie alega que só fez isso porque é muito fã de música. Só tem que é a segunda vez que a RIAA leva esta mesma dona pra Justiça.  O julgamento anterior acabou sem veredito. Sapequinha essa Jammie também, né? Custava dar um tempo?

Fato é que a gente sempre repete aqui: as gravadoras perderam o controle e vão afundar numa crise sem precedentes, porque nunca se adaptam ao mercado. Sempre esperam que o mercado se adapte a elas. O problema é que a internet democratizou a produção cultural de tal forma que é praticamente impossível você produzir algo somente seu. Palavra de ordem no mundo digital neste começo de século: compartilhar. Mais cedo ou mais tarde eles entenderão isso. Ao que tudo indica, será mais tarde. A propósito, parece que o colunista de TV do UOL, Ricardo Feltrin (Ooops!), concorda com a gente:

Terminamos com perguntas:

1 – Essa grana TEM de ir TODA para os artistas, uma vez que o debate é em torno de DIREITOS AUTORAIS e não do lucro das gravadoras. Você acha que os artistas vão ganhar dinheiro com estas indenizações?
2 – Onde é que arranjaram essas músicas tão caras, gente? 24 faixas a quase US$ 2 milhões?
3 – Como faz agora, que a mãe de família não pode pagar a multa?
4 – Quando é que as gravadoras vão se tocar que o modelo de negócios de 20 anos atrás já não se aplica mais?

A nossa Gari Natalia Weber levantou uma questão a respeito do comércio de música digital que provavelmente interessa aos demais leitores aqui do LIXEIRA DO POP.

A dúvida é sobre a existência de lojas brasileiras de músicas, tipo o iTunes. Por aqui, algumas gravadoras vendem arquivos para download. Se minha memória não me engana, a primeira a fazer isso em larga escala no Brasil foi a Deck. Depois vieram Universal, SonyBMG, EMI, Trama, Biscoito Fino… Fato é que as grandes gravadoras – conhecidas como majors – tem muito dinheiro em jogo, muitos funcionários e, consequentemente, muitos diretores. E isso, de uma forma ou de outra, acaba fazendo com que todas elas sejam muito conservadoras. Uma pena.

Além das gravadoras, muitas bandas já negociam suas músicas online e, claro, foram criadas lojas virtuais para realizar este comércio. Alguns sites se destacam. Tem o Sonora, do Terra, o Megastore, do UOL, o Musig, do iG, além do iMusica, o mais especializado – provavelmente o melhor. É possível ainda comprar arquivos de áudios ou discos inteiros em sites não especializados em música. Por exemplo, Americanas.com e Submarino. Ou seja, apesar de algumas boas opções, ainda estamos muuuito longe de termos algo parecido com Amazon, Hard To Find, HMV e iTunes.

Resta esperar e torcer para que a burocracia não nos atrapalhe muito mais.

Por onde começamos? Bem, ladies first!

AMY GOES TO HOLLYWOOD

amydequatro

Pirata do Caribe

Amy Winehouse foi convidada a estrelar um filme sobre problemas escolares, no papel de uma professora de músical, inspirado na atuação de Michelle Pfeiffer em Mentes Prigosas (1995). Para isso, Amy terá aulas na Royal Academy Of Music Theatre Department, em Londres. O ator Jonathan Rhys Meyers (Match Point, Missão: Impossível 3 e Alexandre, O Grande) está cotado para ser o par da cantora. A única exigência dos estúdios Universal é que Amy não se meta em nenhuma encrenca até o lançamento do filme – que não tem data marcada. A julgar por esta foto acima, publicada hoje pelo tablóide The Sun, vai ser difícil.

BLINK-182 DE VOLTA?

Pois é. De acordo com outro tablóide britânico, o Daily Star, a reunião do trio californiano só não rolou ainda porque o baixista Mark Hoppus só quer fazer isso quando tiver certeza de que o show do retorno será inesquecível. O Blink-182 surgiu em 1992 e se separou em 2005, quando o vocalista e guitarrista Tom DeLonge abandonou o grupo. Eles acabaram se reencontrando em setembro do ano passado, quando o baterista Travis Barker quase morreu num acidente de avião. Ainda segundo Hoppus, não há conversas com gravadoras e a intenção da volta não é fazer sucesso ou ganhar dinheiro, mas se divertir e ser o mais ridículo possível, para agradar ao máximo os fãs. A seguir, o videoclipe do primeiro sucesso mundial do Blink-182, All The Small Things, de 1999: