Posts com Tag ‘twitter’

morrissey_rockMorrissey agradeceu neste domingo aos fãs pelo apoio após o mal estar de ontem e pretende seguir com a turnê.

De acordo com o site Gigwise, Jonathan Ross, amigo próximo de Mozza, ele “parece OK” e está apenas “em repouso”. Ross tuitou, inclusive, que o cantor pretende dar continuidade à turnê britânica, terça agora, dia 27, no Albert Hall. Apesar disso, o site oficial de Morrissey informa que o show foi remarcado para o dia 5 de novembro.

Após desmaiar no final da primeira música, This Charming Man, o cantor de 50 anos foi retirado do palco em Swindon (Inglaterra) por sua própria equipe e deixou o local em uma ambulância. Ainda segundo o site do ex-líder dos Smiths, uma mensagem informa que o estado de saúde dele é estável, que Morrissey agradece a todas as boas vibrações e promete postar novas informações o quanto antes.

Tuite-nos ou deixe-nos (brincadeirinha): http://wp.me/pdGj4-ED

Anúncios

SERGUEI“Rock and roll u-ul!” é uma frase recorrente nos diálogos com o divino (ele prefere ser chamado assim e não de lenda ou coisa parecida) Serguei. Ele é aquele tipo de pessoa que tem assunto com qualquer um e sobre qualquer coisa, além, é claro, de ser uma figuraça. Não cabe no rótulo de pansexual-que-trepa-com-árvores. Isso, aliás, é apenas mais um “tempero” pros seus quase 76 anos.

Sei que hoje eu já havia me contentado em nem escrever nada. Mas fui dar uma olhada no Twitter. Vi um, vi outro, vi outro, vi o da Selma Boiron e lá encontrei o Twitter do Serguei. E é claro que no microblog dele tem mil pérolas postadas diretamente do Templo do Rock. Por exemplo:

Existe sex shop que vende árvore inflável? As noites tão frias demais para que eu possa fazer um carinho no meu cajueiro.

serguei_plantaMicareta boa foi Woodstock. Além da pegação, ainda tinha trilha sonora de 1ª.”Come on people” era o “tira o pé do chão” da época

People, descobri que não tem coisa mais Rolling Stones na natureza do que um formigueiro. Tô maravilhado, quase flutuando!

O engraçado é que existem tb formiguinhas com jeitão de Mick Jagger. Rebolam o tempo todo. Bicho, tô rindo MUITO aqui!

Observando uma trilha de formigas, saquei que algumas se movimentam que nem o Keith Richards no palco. Pô, gargalhei.

People, não consigo ter raiva do Sarney. Tudo por causa daquele bigodão que me faz lembrar o Frank Zappa. SORRY.

Tem gente dizendo que sergueificaram o twitter. Tudo por causa do selo #chupa. Menos, people, menos…

Precisa dizer mais alguma coisa? Siga-o. Aproveite e siga-nos também!

De Coldplay a MC Hammer, passando por Ashton Kutcher, Britney Spears, Arnold Schwarznegger e até um dos Jonas Brothers. Todos usam o Twitter para se despedir de Michael Jackson.

Enquanto não acaba, sigam-nos os bons!

Como fazer um webhit? Era a pergunta que eu me fiz logo após fazer upload do meu vídeo no Youtube, o “Como fazer uma monografia pseudointelectual” (é, aparentemente agora é junto). Aqui no Lixeira eu já discorria sobre a dificuldade de emplacar um vídeo no mundo cibernético, regido pela mão-invisível do viral, com um vídeo de quase 10 min, de conteúdo altamente segmentado e nenhuma criança bêbada, tartaruga tarada, acidente tosco e celebridade em situação embaraçosa no seu conteúdo.

Pois bem, nós mandamos o vídeo no Youtube no começo de março e começamos uma forte divulgação boca-a-boca virtual. Utilizamos Twitter, Orkut, MSN, blog, mandamos e-mails pra pessoas que iam se interessar pelo tema. A cada feedback positivo, a gente pedia pra repassar pros amigos. Nosso vídeo conseguiu, em 2 meses, 2.000 views. Uma marca boa, mas nós queríamos mais.

Ficamos encafifadas, pensando em tudo que poderia fazer o vídeo decolar. Mandamos para os professores divulgar. Alguns realmente o fizeram. Pensamos em sair em jornais de DA, pensamos em pessoas de influência, mas os e-mails que mandei pro Marcelo Tas e pro Kibeloco não surtiram efeito algum.

Nesse meio tempo as pessoas que viam o vídeo sempre elogiavam a iniciativa. E era isso que nos fazia continuar a divulgação.

Eis que minha amiga Priscila teve a grandíssima idéia de mandar um release pra Megazine. Tudo a ver, espaço jovem, falando sobre educação. seria uma pauta coerente. Mas não deveria ser qualquer release, um release da produtora, a grande “Eu&OsMeus Produções”, que, por enquanto, só existe naquela logo do pôster. E um release profissa, completo, com direito a opinião de uma professora da UFF, entusiasta do curta, pra dar uma credibilidade. Com o e-mail da repórter responsável nas mãos, enviei o treco e não esperei mais nada. E lá vem a Priscila: “Como assim você só mandou? Release só funciona com follow-up!” (pra quem desconhece os termos jornalísticos, é a prática de ligar pro repórter e confirmar o recebimento do e-mail. O que é chato pra ambas as partes). Eu num quis fazer follow-up de coisíssima nenhuma, eu sou uma pseudo-jornalista com vergonha de falar ao telefone (sério!), e o nosso vídeo é um vídeo no Youtube! Desde quando vamos fazer alarde assim para um vídeo no Youtube?

Mas o coração de mãe fala mais forte, e eu fiquei com culpa de não ter feito o bendito follow-up. Eis que o universo resolveu conspirar a favor poucos dias depois. Escutem essa, crianças e pessoas discrentes: advinhem quem me manda um scrap no orkut querendo apurar uma matéria sobre jovens que gostam de coisas retrô? Ela mesma, a tal repórter da Megazine, que me achou na comunitade “Atari Lovers”! Foi a deixa pra eu tomar coragem, passar a mão no telefone e ligar pra criatura! Falei que amava Atari, mas que não tinha um tem uns 10 anos, e que, falando nisso, mandei um release sobre um filme, você viu? Monografia pseudointelectual?… “Ah, vi sim, vou ver aqui, levar pra reunião de pauta…” Depois disso, mais umas semanas de silêncio. É, achamos que não o povo (quer dizer, O Globo) não gostou.

Corta pra eu almoçando com a galera do trabalho. Telefone toca de um número privado. Era a repórter, querendo fazer a matéria com a nossa “produtora”. E eu “ahn?” Ferrou, que produtora, cara pálida? A única coisa que podemos falar, é do vídeo em si. “Onde poderia ser a entrevista? Onde fica a produtora de vocês? Um lugar, com a ilha de edição?” Ilha de edição??? Você quer dizer o laptop do meu pai com Vegas 8.0 versão trial (já expirada) instalado? Ferrou… Aí eu mando a seguinte pérola: “Aqui, é que nosso vídeo foi feito de forma muito artesanal. Pode ser na ECO (Escola de Comunicação da UFRJ, onde minhas amigas se formaram e onde pegamos TODOS os referenciais do filme)?” Beleza, fechamos pro dia seguinte. Conhece o Laguinho? “Claro, estudei lá!”

Ih, tá no papo! Esperando no Laguinho (ponto de encontro muito conhecido de quem estuda lá), nós percebemos que a nossa repórter era uma ex-ECOína que sabia muito bem da pseudice que a gente estava falando. E o papo transcorreu muito bem, com muitos “lembra daquele professor? Nossa, que maaala!!” e nossas críticas contundentes aos pseudos que dificultam tudo pra nós.

Não sem antes tirar um milhão de fotos com um fotógrafo pau da vida com a luz ruim daquela tarde nublada. Sem nenhum objeto pra ilustrar a cena, nós começamos a fazer mil palhaçadas pra câmera, fingindo que tava maquiando, filmando com a mão, observando o ângulo. E toma clique! E muda de lugar! E vai pra lá! E começamos a fazer cara de intelectual… e eis que ele manda a gente se dependurar pra fora da grade daquela varanda (pra quem não conhece o Laguinho, é um local aberto em uma construção do século retrasado, mais baixa. Do corredor aberto pro plano daquele jardim de inverno, devíamos estar a 4 metros de um senhor estabaco). Minha amiga Mariana tem medo de altura, Priscila estava de saia e eu de vestido, e pra chegar onde ele queria a gente tinha que pular uma grade alta. T-u-d-o pela ARTE!

Sem falar nos alunos todos, olhando, olhando…

E depois? Depois ficamos esperando aquela semana passar pra ver o resultado. E pouco antes recebo um e-mail da repórter, dizendo que só iria sair na oooutraaa edição. Fiquei com medo até de divulgar… vai que a pauta caía? Mas, terça-feira, dia 28 de abril, lá estávamos nós, fazendo cara de intelectual e divulgando nosso trabalho…

O próximo passo? Sei lá! Continuamos aguardando a mão-invisível virótica da internet se mover a nosso favor…
Nós no jornalão, clique pra ver maior.

Nós no jornalão, clique pra ver maior.

Nós na versão online.

Só se fala nisso. É capa de revista (várias), é matéria no jornal, é reportagem na TV. O Obama tem, a Lily Allen tem, o Tas tem, o Glauber Rocha tem, o Victor Fasano tem, até o Criador tem! E você deve ter também! Se tiver, adiciona nóis aê!!!

http://twitter.com/lixeiradopop

Não é nenhuma novidade, mas parece que a coisa tá pegando por aí de uns tempos pra cá. O Twitter do Lixeira está na ativa, mas estamos prontos pra dar um gás e levar o melhor do lixo pop na mídia de sua preferência. Por que nós continuamos aqui, e nããããão se esqueça disso </Pepe Legal>.

Vamos atualizar até aparecer a Fail Whale!

 

chriscornellO ex-Audioslave (e ex-Soundgarden e ex-Temple Of The Dog) Chris Cornell respondeu à declaração do líder do Nine Inch Nails, Trent Reznor, que esta semana escreveu no Twitter que sentiu vergonha alheia ao ouvir o disco novo do ex ex ex, entitulado Scream. O álbum novo de Cornell, lançado há quatro dias, foi produzido pelo rapper Timbaland e aí, já viu, né? Ficou aquela coisa e os próprios fãs o-di-a-ram. Odiaram mesmo!

Aí, o Reznor zoou o disco e o Cornell respondeu assim:

O que você acha que Jesus twittaria? “Aqueles que não têm pecado que atirem a primeira pedra” ou “Alguém viu Judas? Ele estava aqui há um minuto”.

O que me faz declarar que acabou toda a admiração que eu tinha pela pessoa do Chris Cornell. Isso é resposta que se dê? Usou trechos da Bíblia.  Qual será o próximo passo? Compor um CD gospel? Aqui no Rio a gente chama este tipo de cara de prego. Como eu disse, não ouvi e não gostei do disco, mas… Isso é coisa que se grave e lance? Shame on you, Chris Cornell!

E dane-se a saudade que eu sinto dos bons de oratória! Saudade mesmo era do tempo em que o Chris Cornell fazia música de verdade (até quando desafinava – e isso ocorria com certa regularidade):

Agora a nova, Scream, homônima ao disco. Ouçam o quanto é… diferente (ia escrever RUIM, mas prefiro deixar minha suposta neutralidade jornalística falar mais alto):

O vocal do Nine Inch Nails, Trent Reznor, escreveu no Twitter que está com vergonha alheia pelo novo disco solo do Chris Cornell (ex-Soundgarden, ex-Temple Of The Dog, ex-Audioslave – ou seja, não precisava disso). Dizia assim o post que o Reznor publicou ontem:

You know that feeling you get when somebody embarrasses themselves so badly YOU feel uncomfortable? Heard Chris Cornell‘s record? Jesus.

hauahauahauahaua… Mais direto impossível.

Bom, este terceiro disco solo, Scream (Pânico, em português), tem a produção assinada por Timbaland e chegou anteontem, dia 10, às lojas gringas. O álbum sucede Carry On (2007), que trazia entre suas faixas You Know My Name, tema de 007 – Cassino Royale. Os fãs também acharam o disco uma bela porcaria e, por isso, a gente nem vai se dar o trabalho de baixar.

Tem coisa mais interessante pra ouvir. Por exemplo, a ótima faixa 1,000,000, que o NIN lançou no disco The Slip, de 2008 (clique aqui para entrar no site deles e baixar o disco inteiro GRATUITAMENTE):

Tanto o álbum The Slip, quanto a faixa 1,000,000 estão nas listas de melhores de 2008 aqui do meu, do seu, do nosso LIXEIRA DO POP.