Posts com Tag ‘TV Globo’

Direto do blog Bloody Pop:

Sim, o Beirut vem ao Brasil e a turnê vai passar por 3 cidades (Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro) em 5 datas, quem informa é o Uol. Os soteropolitanos verão Zach Condon e sua trupe nos dias 04 e 05 de setembro no Teatro Castro Alves, parte do Panorama Percussivo Mnudial[sic]. No Rio, os show acontecem no Teatro Oi Casa Grande nos dias 08 e 09. A turnê aparentemente termina na capital paulista no dia 11 no Via Funchal, mas como o boato original ainda falava em Recife e por esses dias rolará por lá o No Ar Coquetel Molotov, eu não descartaria a possibilidade.

Pra entrar no clima, você pode acessar o site do Beirut e baixar gratuitamente a faixa nova (valeu, filopucpos!), A Sunday Smile, do disco The Flying Club Cup (gravadora Ba Da Bing!, 2007). É só clicar. Não precisa nem se cadastrar, nem nada. A seguir, a faixa que estava na abertura da série Capitu, da TV Globo, e fez a fama dos caras por aqui. A música se chama Elephant Gun e o clipe é sensacional:

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O programa Mais Você, da Ana Maria Braga, na TV Globo, está passando neste momento o vídeo do Voca People, que a Selma enviou e nós publicamos aqui ontem.

Não é nada, não é nada… Não é quase nada, mesmo.

Beijomeliga!

E os Smurfs completam hoje 50 anos. Sim, senhores! Meio século daquelas criaturinhas azuis espertíssimas, felicíssimas, que moravam em cogumelos e cantarolavam “lá lá lálálálá lálá láláááá”. Não sabe o que são os Smurfs? A Wikipedia explica:

Smurf Cozinheiro e Smurfete na frente de casa

Smurf Cozinheiro e Smurfete na frente de casa

Os estrumpfes (no Brasil, smurfs, e também “strunfs” no início das publicações), ou Les Schtroumpfs em francês, são personagens criados pelo ilustrador belga Pierre Culliford . Apareceram pela primeira vez em 1958, na história de Johan et Pirlouit, “A Flauta de 6 estrumpfes” (publicada no comic belga Spirou).

No Brasil, são conhecidos principalmente graças a uma série de desenhos animados produzida pela Hanna-Barbera Productions e transmitida pela Rede Globo na década de 1980. Mas, antes disso, foram publicadas HQs.

Descrição

São pequenas criaturas azuis, semelhantes a duendes, que vivem em casinhas em forma de cogumelo, numa aldeia escondida no meio da floresta.

São governados pelo sábio Papai Smurf (ou Grande Strunf no início das publicações), que tem um gorro vermelho, ao invés do popular gorro branco dos outros smurfs.

As únicas personagens femininas são a loira Smurfete e a pita Sassete, apesar disso no filme que sairá em novembro de 2008, apareceram várias smurfs do sexo feminino. Outros personagens marcantes são o smurf dos óculos [Gênio], um tipo irritante armado em sabe-tudo e o Smurf Ranzinza, tão mal-humorado e pessimista que chega a ser tremendamente cómico.

Nos arredores da aldeia dos smurfs, vive o feiticeiro Gargamel e seu gato Cruel. O feiticeiro persegue os estrumpfes smurfs.

Inicialmente precisava deles como ingrediente em uma fórmula para obter ouro, mas depois de repetidos falhanços, a simples possibilidade de vingança é motivação suficiente.

Considerações:

1. Quem não tinha no colégio um coleguinha esquisito que foi apelidado Gargamel? Coitado…
2. Vai ter filme dos Smurfs nos cinemas neste fim de ano e a possibilidade de decepção com este tipo de adaptação é grande, mas eu vou ver mesmo assim!
3. Mate a saudade com o episódio O Rei dos Smurfs, dividido em duas partes:


Anão de jardim passeando

Anão de jardim passeando

Fato é que tem um sujeito resolveu comemorar e comprou 500 fantasias de Smurfs pra vender em uma loja. Como encalharam, mandou um funcionário fazer um tour europeu, fotografando em pontos turísticos, vestido de Smurf. Tipo o anão de jardim da Amélie Poulain. A história completa está no G1, mas o que importa, mesmo são as imagens. E as imagens a gente mostra a seguir, copiadas do G1, que copiou do This Is Hampshire.net.

A viagem do Smurf

A viagem do Smurf

Sei que dia desses o Bernardo me emprestou a fita do documentário Live! Tonight! Sold out!!, da turnê que o Nirvana fez em 1993, com algumas explicações sobre como chegaram até ali e tal… Ah, sim! Eu disse fita. FITA. VHS. Lembra? Pois é… Descobri que já rola uma versão em DVD. Descobri também que meu videocassete ainda funciona. Faz assim: se você tiver menos de 20 anos, clique aqui e aqui também.

Fita VHS. Lembra?

Fita VHS. Lembra?

Bom, não vou comentar o vídeo inteiro, mas apenas um trecho emblemático (lembrei dos professores da faculdade agora). Para saber como foi o show, apresentado por João Gordo, veja o blog Search & Destroy, do Eric Paranoid. O trecho que eu quero comentar é narrado assim pelo Eric:

[Durante a música Scentless Apprentice] Kurt faz seu show particular. Pega um abacaxi (de onde ele veio eu não sei) e o esmagou na guitarra. Depois desce da parte superior do palco e tenta tirar umas armações esquisitas que estavam ali. Como não conseguiu, se dirige as câmeras da Globo, quando faz uma dança esquisita para elas, além de cuspir nelas e simular uma masturbação. (…)

Foi uma apresentação única do Nirvana, longe de ser profissional, mas com um senso de atitude que faz falta hoje em dia. O boato era que Kurt estava tão drogado que mal conseguia ficar em pé. Depois foi dito que, quando a banda ficou sabendo que o festival era patrocinado por uma grande companhia de cigarros e que seria transmitido pela maior rede de tv do país, os caras não gostaram nada e resolveram fazer aquele show atípico.

Kurt simula masturbação para câmera da Globo

Kurt simula masturbação para câmera da Globo

Desnecessário e redundante falar sobre a falta de atitude numa época em que é preciso engolir que o NX Zero foi aclamado por voto popular “a melhor banda do ano”, num relevante prêmio musical, título entregue já várias vezes para Pitty. Eu até gosto da Pitty, mas… “banda do ano” é dose! Vale ressaltar que a falta de atitude está nas bandas e no público, em doses iguais. Tipo: o público do NX Zero tem tanta atitude quanto a banda em si; assim como o público dos Stooges tem tanta atitude quanto Iggy Pop e os irmãos Asheton.

Mas, voltando ao assunto, o que chama atenção, mesmo, é o fato de a transmissão não ter sido interrompida imediatamente. Ou, então, a TV Globo ficar mostrando imagens da platéia ou do Krist e do Dave tocando. Mostraram toda a isolência do Kurt. Ali estávamos em 1993, a apenas oito anos do fim oficial da ditadura militar, que tinha aquela coisa toda de censura. Hoje, até mesmo um show messiânico do U2 é transmitido com delay. Vai que o Bono resolve fazer bundalelê pelas criancinhas pobres da etiópia, né? Dá tempo de cortar!

Kurt manda o som

Kurt manda o som

O pior é que seria mole demonizar a Globo por este tipo de censura, mas, na real, duvido muito que, pelo menos na maior parte dos casos, a idéia de censurar parta do comando no Jardim Botânico. Na verdade, deve partir do departamento jurídico. Pelo que sei, este tipo de coisa ainda não acontece nos telejornais ao vivo. Eu disse ainda, porque nos EUA, é comum as emissoras grandes, como CNN, MSNBC, ABC, Fox e CBS usarem roteiros pré-definidos para as entrevistas “ao vivo”. Mesmo assim, as entrevistas dificilmente ocorrem “ao vivo”. Normalmente rola um delay, um atraso de alguns segundos, para se o entrevistado falar algo fora do roteiro, a emissora cortar a transmissão a tempo.

Parece antagônico, mas a censura só acontece por causa do fortalecimento daquilo que convencionamos chamar democracia. É que uma pessoa pode se sentir ofendida pela transmissão e processar o canal de TV. E isso, em si, é antidemocrático, porque limita muito os direitos de liberdade de expressão e de informação, garantidos pela nossa esquizofrênica Constituição. Por enquanto, a internet me parece bem mais democrática. Talvez daqui a três ou quatro anos já não seja, mas a gente sempre arranja um jeito de driblar essa bobagem de censura. Por falar nisso, segue o vídeo do Nirvana no Hollywood Rock de 1993:

E, numa típica conversa de boteco hi-tech (chat do MSN), eu tava conversando com um amigo aqui dos GARIS e comentava que hoje existe almanaque para todos os gostos. Além, do clássico Almanaque Abril, tem dos anos 70, 80, 90, do Samba, do Pensamento, da Jovem Guarda, dos Seriados, da TV Globo, do Fusca e até – vejam só 😮 – do Harry Potter.

Bom, então, queremos fazer o Almanaque da TV Brasileira nos Anos 90 e Início dos Anos 00 (nome enorme; parece título de pesquisa acadêmica). Porque a TV brasileira dessa época foi exatamente a LIXEIRA da nossa cultura POP. Trocadilho tosco, digno do post.

O tempo em que a TV foi invadida pelos 0900… Em que outra época a Gretchen loira Lady Lu – lembra? – aparecia cheia de homens de orientação sexual duvidosa domingo no Gugu – lembra? –, junto com o Viny Vinnie Viny Vinni (sei lá!) – esse você lembra: Heloísa já mexeu a cadeira pra ele, a Tiazinhafoi pra e a Lady Lu vai pra ele e pro resto da galera, né? Ó:

Foi em 2002 que Mariana Kupfer, que é… ahnnn… é… (bom, eu ainda não sei o que ela é. Só sei que os melhores anos da vida dela foram junto com o pessoal do Pânico, na rádio Jovem Pan. Ela brigou com o povo e acabou sendo substituída pela ex-BBB Sabrina Sato, que se mostrou muito melhor) Enfim, em 2002 ela foi ao É Show (beeelo nome!), que a Adriane Galisteu apresentava na TV Record, para se lançar como cantora e mostrar o anel (da linha de jóias que ela também estava lançando). Afe!

Aliás… Adriane Galisteu (de amarelo) junto com seu “conjunto” Meia Soquete, no sempre pertinente Chacrinha (“Todo mundo: miaaaaaau”).

E o programa Fantasia, da TVS do SBT, que também nos rendeu boas pérolas? Aqui vamos homenageá-lo com uma da “gênia” Carla Perez (que, recentemente, anunciou que, se o filme pornô feito com Cumpaiuóxitom fizer alguma referência a ela, “vai botar a boca no trombone” – ui!):

Aí, eu pergunto: quem é você, Carla Perez, para dar um esporro desse em alguém? Cuidado que o “Flavinho” te mostra o… “trombone”.

E se você acha que, nas manhãs da Globo a Ana Maria Braga de vez em quando perde a noção, é porque não lembra dela nas tardes da Record:

E, também na Record, tinha o Ratinho com seu show de horrores:

Pra terminar, tenha náuseas acompanhando o chroma key do fundo desse programa, onde está escrito “190 Urgente”:

A TV brasileira dos anos 90 merece ou não merece um tributo à altura?

Você não viu a entrevista (mais uma!) com o Rogério Skylab ontem no ?

Bom, ele revelou, entre outras coisas, que não trabalha mais no Banco do Brasil, mas – pasme! – continua recebendo salário, devido a um generoso acordo. O governo Lula é uma mãe! O Ozzy Osbourne brasileiro aproveita ainda para reafirmar a importância dos travestis na cultura contemporânea e aconselhou o Ronaldo a assumir que gosta de travecos. É claro que ele também cantou e tal…

Enfim, como a gente é tão fã do Skylab quanto o Gordo, lá vai a entrevista, dividida em três partes:



Aproveita pra ler também:
Fátima Bernardes Experiência
Quanto mais saúde…

Da Folha Online hoje:

A Globo está enfrentando dificuldades técnicas para colocar no ar telejornais apresentados de um estúdio de vidro, sobre novo edifício da TV na zona sul de São Paulo, com a marginal Pinheiros ao fundo, informa o colunista da Folha, Daniel Castro, na coluna Outro Canal desta quinta-feira (24).

A estréia do estúdio, novo cenário dos dois “SP TV”, já foi adiada duas vezes e pode ser transferida novamente. O conteúdo completo da coluna Outro Canal é exclusivo para assinantes UOL e Folha.

Segundo Daniel Castro, inicialmente, a inauguração seria em 1º de abril, com a nova programação. Depois, foi agendada para este sábado, aniversário da Globo. Está marcada para segunda, mas jornalistas já foram alertados que a estréia poderá ser adiada para o dia 5.

O principal problema, segundo a coluna Outro Canal, é com iluminação e com reflexos de imagens no vidro. Como o estúdio é transparente, a iluminação interna tem de ser afinada com a externa. Como os jornais vão ao ar em vários horários, os ajustes têm de ser feitos caso a caso e durante as exibições (uma nuvem passageira tapando o Sol, por exemplo, exige compensações imediatas).

Os testes apresentaram resultados insatisfatórios principalmente no “SP TV” das 12h, informa Daniel Castro. A luz forte do meio-dia interfere na aparência dos apresentadores, cujas falhas na pele ficam ainda mais evidentes, porque serão usadas câmeras de alta definição.

A jornalista Carla Vilhena é a mais insatisfeita. Nos estúdios atuais e na tecnologia convencional, a Globo se serve de um tratamento de câmera que rejuvenesce os apresentadores em até dez anos.

Sintam o veneno ao citar somente a Carla Vilhena, como se só ela estivesse incomodada. Quero só ver se, daqui a dois anos, quando voltar à TV Globo, Glória Maria também irá se sujeitar à HDTV. Aliás… Daqui a dois anos, Glória Maria terá quase 60, nas minhas contas.

Mas aqui: (comentário do nosso amigo Lucas – sim, aquele que criou polêmica no post do Rufus Wainwright) “idéia de gênio essa de jornal ao ar livre“. Mas claro! Fico me perguntando como que ninguém da Globo pensou nisso antes… Afinal, qualquer um que entenda um cadinho assim de iluminação seria capaz de prever que isso daria merda. Duas iluminações diferentes, sendo que uma é para a noite e outra, para meio-dia (horário em que a luz é a pior para fotografar). Depois que não basta fazer duas configurações, já que há dias de sol forte, dias de chuva e de nebulosidade. Beleza, 4 configurações até aqui. Aí, tem as mudanças do tempo que podem ocorrer durante o jornal. Sei lá, umas dez configurações de luz. Como se não bastasse, ainda rolam os jornalistas-estrelinhas-de-estúdio, cada um com sua luz. Não dá, né? Qualquer hora a Globo começa a perder audiência pro Canal Universitário e não vai nem saber por quê.

Bom, pelo menos é divertido. Pra gente.