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morrissey_rockMorrissey agradeceu neste domingo aos fãs pelo apoio após o mal estar de ontem e pretende seguir com a turnê.

De acordo com o site Gigwise, Jonathan Ross, amigo próximo de Mozza, ele “parece OK” e está apenas “em repouso”. Ross tuitou, inclusive, que o cantor pretende dar continuidade à turnê britânica, terça agora, dia 27, no Albert Hall. Apesar disso, o site oficial de Morrissey informa que o show foi remarcado para o dia 5 de novembro.

Após desmaiar no final da primeira música, This Charming Man, o cantor de 50 anos foi retirado do palco em Swindon (Inglaterra) por sua própria equipe e deixou o local em uma ambulância. Ainda segundo o site do ex-líder dos Smiths, uma mensagem informa que o estado de saúde dele é estável, que Morrissey agradece a todas as boas vibrações e promete postar novas informações o quanto antes.

Tuite-nos ou deixe-nos (brincadeirinha): http://wp.me/pdGj4-ED

O cantor Morrissey passou mal no início de um show na noite deste sábado, em Swindon, na Inglaterra. Mozza não chegou nem a cantar a primeira música toda e desmaiou. O estado de saúde dele é considerável estável e a turnê está cancelada.

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Testemunhas relataram ao jornal The Telegraph que o cantor entrou no palco no início da noite e saudou a plateia: “Boa noite… provavelmente” . Durante a canção de abertura, a clássica This Charming Man, da época dos Smiths, ele desmaiou e precisou ser carregado pela sua própria equipe.

Espectadores disseram que Morrissey entrou no palco meio perdidão, tremendo e, quando a música se aproximava do fim, ele ajoelhou e desmaiou no palco.

“As luzes apagaram, ele foi tirado do palco e então a banda saiu”, contou uma testemunha. “Após 25 minutos de espera, uma pessoa da equipe informou que Morrisey deixara o prédio, seriamente doente”, acrescentou.

Morrissey, que está no meio de uma turnê mundial, já havia cancelado alguns shows este ano, por motivo de saúde.

“Somente após as 21h (19h horário de Brasília) nós recebemos um chamado informando que um homem de 50 anos de idade sofreu um problema respiratório e estava inconsciente” , disse um portavoz do serviço de emergência. “Quando o socorro chegou, encontrou o paciente consciente, mas ainda passando mal. Foram dados os primeiros-socorros e levaram-no para o Great Western Hospital”.

De acordo com o hospital, Morrissey foi internado, passou por uma bateria de exames e seu estado de saúde é considerado “estável” . Torcemos pela rápida recuperação desse nosso ídolo.

Esta notícia foi descaradamente inspirada (se é que você me entende) no Gigwise e no NME.com.

COLETÂNEA SERÁ LANÇADA NESTA SEGUNDA

A coletânea de lados-b Swords, que já estava prevista para começar a circular nesta segunda-feira, dia 26, deve chegar mesmo às prateleiras do Reino Unido na data prevista. Já as lojas dos EUA só devem ter os discos a partir do dia 3 de novembro. As faixas do disco são:

1. Good Looking Man About Town
2. Don’t Make Fun of Daddy’s Voice
3. If You Don’t Like Me, Don’t Look At Me
4. Ganglord
5. My Dearest Love
6. The Never-Played Symphonies
7. Sweetie-Pie
8. Christian Dior
9. Shame Is the Name
10. Munich Air Disaster 1958
11. I Knew I Was Next
12. It’s Hard to Walk Tall When You’re Small
13. Teenage Dad on His Estate
14. Children in Pieces
15. Friday Mourning
16. My Life Is a Succession of People Saying Goodbye
17. Drive-In Saturday
18. Because of My Poor Education

Tuíte: http://wp.me/pdGj4-Ep

morrissey-sl122608hauahauahaua Zoação! Mas é que o Morrissey completa hoje meio século de vida e eu achei que seria tosco escrever um título chamando-o de “charming man” ou algo que fizesse referência às músicas dos Smiths ou da carreira solo do próprio Moz.

A comemoração do cinquentenário será esta noite no palco do Apollo (o mesmo onde os Arctic Monkeys gravaram o DVD ao vivo), em Manchester, cidade-natal do cara.

É, pessoal. O cara não para! Há três meses chegou às lojas o nono disco solo de estúdio, Years Of Refusal, que abre com a faixa Something Is Squeezing My Skull, cujos versos iniciais mandam o recado:

I’m doing very well
I can block out the present and the past now
I know by now you think I should
have straightened myself out
Thank you, drop dead

[Eu estou indo muito bem
Já posso apagar o presente e o passado
Acho que você agora deve estar pensando
Que eu deveria ter me endireitado.
Obrigado e morra
]

Uia! Bora dar um confere?

Alheio às polêmicas, que normalmente questionam aspectos de sua sexualidade, Morrissey costuma se declarar assexuado e consegue conquistar uma legião de novos fãs todos os anos – diria todos os dias – e, ao mesmo tempo, não decepciona aqueles que curtem o trabalho dele desde o tempo dos Smiths. Muito legal!

O pessoal do NME.com comemora o aniversário dele com uma série de trocadilhos musicais com nomes de faixas dos Smiths e do próprio Morrissey misturados a nomes de bandas. E lança um desafio: você é capaz de pensar em novos trocadilhos? Se for, escreve pra eles e pra gente também! Vamos ver o que eles pensaram:

Heaven 17 Knows I’m Miserable Now
This Charming Man O War
Will.I.Am It Was Really Nothing
Moz Def
Quiff Little Fingers
Cele-Bat For Lashes
First Of The Gang Of Four To Die
There Is A Lighthouse Family That Never Goes Out
Johnny Foreigner Marr
Swing Out Sister I’m A Poet
Stretch Out And Tom Waits
Death At One’s Elbow

Ah, vai! É divertido…

Então, parabéns aí, Moz! Muitos anos de vida e de sons maneiríssimos.

Bom fim de semana a todos e a gente volta segunda.

Se ontem a gente lamentou o fim da comunidade Discografias, no Orkut, hoje é o dia de comemorar o lançamento do novo álbum do líder do Babyshambles Pete Doherty. Grace/Wastelands é o nome do aguardadíssimo petardo solo do ex-Libertine, que acabou de ser lançado e pode ser ouvido (mas não baixado) na íntegra no MySpace.

pete-dohertyConforme já contamos aqui nesta LIXEIRA, Pete chamou o guitarrista Graham Coxon, do Blur, para tocar em quase todas as faixas – exceto em Broken Love Song. Além disso, convocou seus companheiros de Babyshambles: o guitarrista Mik Whitnall, o baixista Drew McConnell e o baterista Adam Ficek, todos do Babyshambles, participaram do álbum.

E não é só isso! O petardo foi gravado no Estúdio Olympic, de Londres, e teve a produção de Stephen Street, que traz no currículo obras-primas como Meat Is Murder (1985) e The Queen Is Dead (86), dos Smiths; Everybody Else Is Doing It, So Why Can’t We? (92), que marcou a estréia do Cranberries; Parklife (94), The Great Escape (95) e Blur (97), claro, do Blur; Employment (2005) e Yours Truly, Angry Mob (07), do Kaiser Chiefs.

No ano de 2007, o produtor também trabalhou com Pete Doherty. Street foi responsável pelo segundo disco do Babyshambles, Shotter’s Nation, que alcançou o quinto lugar na parada inglesa.

Bom, né? A gente tá ainda naquela fase de ouvir bastante pra escrever sobre depois, mas a avaliação é bastante positiva. Ao que tudo indica, Pete se livrou mesmo das drogas pesadas que ameaçavam seu trabalho e agora se dedica exclusivamente à fazer músicas – o que sempre fez muito bem.

NÃO EXISTE PREVISÃO DE LANÇAMENTO DO DISCO NO BRASIL. E já está nas lojas lá de fora. Tem como não lamentar o fim da Discografias? Tem como não amar a existência de redes P2P?

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No último dia 16, Morrissey mostrou mais uma vez como conseguiu a façanha de consolidar uma carreira solo após o fim de uma banda do porte dos Smiths. Years Of Refusal, nono álbum de estúdio, tem tudo para não fugir à regra e se tornar um sucesso, pelo menos no Reino Unido.

Desde a estreia solo, com Viva Hate (1988), Morrissey experimenta o gosto do sucesso. Naquela época, explodiu com os dois maiores clássicos pós-Smiths: Suedhead e Everyday Is Like Sunday. Aí, vieram prêmios, indicações, boas avaliações, lugares bacanas em listas de “mais” e “melhores”, até que em 1997 ele colocou nas lojas o disco Maladjusted, que, comparado aos anteriores, foi um fracasso. De 88 a 97 Morrissey lançara seis discos de inéditas e, com Maladjusted, pode-se dizer que ele encerrou uma fase mais melancólica. Encerrou também a parceria com o produtor Steve Lillywhite (Peter Gabriel, U2, Talking Heads, Rolling Stones, Smiths, etc.).

O álbum seguinte, You Are The Quarry, só foi lançado sete anos mais tarde. A produção era assinada por Jerry Finn, que trazia na bagagem trabalhos com AFI, Bad Religion, Alkaline Trio, MxPx, Rancid, Green Day, Sum 41 e The Offspring. Nem precisa explicar o quanto o som do Morrissey ficou pesado, porém extremamente acessível, como sempre. You Are The Quarry trazia bons singles, como Irish Blood, English Heart, First Of The Gang To Die e I Have Forgiven Jesus, a ponto de ser comparado a Viva Hate. É claro que foi elogiadíssimo e entrou nas paradas britânica e americana. Foi a volta por cima.

No trabalho seguinte, Ringleader Of The Tormentors (2006), Morrissey escolheu outro produtor. Desta vez, Tony Visconti, que trazia uma pegada mais clássica, típica de quem trabalhou com David Bowie,  T. Rex, Thin Lizzy, Gentle Giant e Adam Ant, entre outros. Chegou ao topo da parada britânica, mas não ficou nem entre as “20 mais” nos Estados Unidos. Também trazia boas faixas, como You Have Killed Me e I Just Want To See The Boy Happy.

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Years Of Refusal começou a ser gravado no final de novembro de 2007 e, um mês depois, as principais sessões no estúdio já estavam concluídas. Em fevereiro do ano passado, quando lançou um Greatest Hits (sem dúvida um dos melhores de todos os tempos), Morrissey antecipou duas faixas do disco novo, That’s How People Grow Up e All You Need Is Me. E as músicas traziam bem a vibe do álbum. Mozza retomou a parceria com Jerry Finn, neste que foi o último grande trabalho do produtor, que sofreu uma hemorragia cerebral em julho do ano passado, entrou em coma irreversível e acabou tendo os aparelhos desligados pela família no mês seguinte.

A faixa Something Is Squeezing My Skull abre o disco com uma guitarra “norótica”, como diriam por aí, cheia de modernismos; bela bateria também, além do vocal poderoso do Mozz. Veja no vídeo do show do lançamento do disco:

A seguir, a quase épica Mama Lay Softly On The Riverbed, nos faz lembrar os Smiths; bateria cadenciada sugere uma espécie de marcha. Black Cloud começa em clima soturno, passa rapidamente por uma interferência eletrônica, fica pesada e deságua rapidamente num refrão grudento: “Black clooooouuuud…”. I’m Throwing My Arms Around Paris começa com barulho de um carro sendo ligado e não tem nada mais apropriado, já que ela nos remete a uma daquelas viagens de carro junto com bons amigos, fazendo aquela bagunça a caminho da praia ou da serra. Já All You Need Is Me é nossa velha conhecida e, claro, uma das melhores faixas do álbum. Talvez a melhor. Apesar de a guitarra conduzir bem a faixa, é a bateria pesada que mais chama a atenção. Bom saber que quando eu escrevo “pesada” é pesada para o padrão Morrissey. Ok?

A sexta música, When Last I Spoke To Carol, tem uma irresistível fórmula que mistura guitarra espanhola e naipe de metais. That’s How People Grow Up também já era conhecida e também é uma das melhores faixas. Em One Day Goodbye Will Be Farewell é o baixo quem rouba a cena desde os primeiros acordes. It’s Not Your Birthday Anymore tem mais aquele clima de baladinha romântico-melancólica, bem Smiths também. Já You Were Good In Your Time traz uma levada jazzy que se você botar pra tocar e não pegar ninguém ao som dela… desiste, meu camarada! Sorry Doesn’t Help, retoma a guitarrinha nervosa, com efeitinhos e tal, bem indie. Soa como rock francês. O disco encerra com toda a energia de I’m OK By Myself, que, óbvio, com um título desse, é meio porrada, mas é triiiiiiste…

Faixas de Years Of Refusal:
1. Something Is Squeezing My Skull
2. Mama Lay Softly On The Riverbed
3. Black Cloud
4. I’m Throwing My Arms Around Paris
5. All You Need Is Me
6. When Last I Spoke To Carol
7. That’s How People Grow Up
8. One Day Goodbye Will Be Farewell
9. It’s Not Your Birthday Anymore
10. You Were Good In Your Time
11. Sorry Doesn’t Help
12. I’m OK By Myself

(Péssimo o trocadilho, mas enfim…)

também tá na lista!

Iggy: também tá na lista!

A versão online do New Musical Express tá fazendo uma eleição para escolher qual é o artista mais cool (legal, bacana) de todos os tempos.

Numa galeria de fotos dos 30 candidatos, o internauta (que souber inglês, ok?) pode ler uma rápida defesa de cada um, elaborada pelo próprio NME. No páreo, entre outros, Dee Dee Ramone, Keith Moon, Prince, Janis, Jimmy Page, Slash (cool!?), Kurt Cobain, Jeff Buckley, Thom Yorke, Angus Young, Ian Curtis, Jarvis Cocker, Debbie Harry, Meg White, Johnny Marr e Morrissey, o que nos faz pensar que os Smiths, em si, podem ser a banda mais cool de todos os tempos. Não?

Uma pena poder votar só em um.

Clique aqui para ir até a galeria dos candidatos e conhecer suas “plataformas”

Clique aqui para ir direto à lista e votar

Depois volta aqui e conta pra gente em quem você votou e por quê.

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Começou com os Rolling Stones, terminou com Shakira – e os fãs de música pensaram que ele nunca mais voltaria na era do YouTube e do MP3 player.

É este o primeiro parágrafo da reportagem publicada hoje pelo diário britânico The Times, confirmando oficialmente para o ano que vem o retorno do programa que, entre janeiro de 1964 e julho de 2006, apresentou os principais lançamentos musicais internacionais e se tornou referência para toda a cultura musical, goste ou não de quem tocava lá.

Rolling Stones no TOTP, em 1971

O Top Of The Pops voltará reformulado. Afinal, saiu do ar porque não fazia mais sentido um programa “lançar” músicas que já haviam vazado na internet. Fato é que todo mundo sentiu uma tremenda falta do programa, principalmente os músicos. Até Noel Gallagher pediu a volta do programa (em 1995, ele e Liam, deixaram o TOTP numa saia justíssima: tinham de dublar a música Roll With It, cantada por Liam; tudo bem, se o Liam não ressolvesse tocar guitarra, enquanto o Noel fazia de conta que estava cantando, com a voz do irmão). Dentre as mudanças, está o fim da chamada “regra dos três minutos”, que estabelecia o tamanho máximo das músicas apresentadas.

Oasis dulam Roll With It no TOTP (24/8/1995)

Uma fonte da indústria fonográfica disse ao Times que a grande jogada será o programa investir em material exclusivo, que possa ser postado no YouTube e compartilhado no mundo inteiro. A mesma pessoa acredita no óbvio: esta será a única chance de retorno do TOTP. É que algo tão clássico não pode ficar indo e voltando. Se a reestréia não der certo, melhor enterrá-lo e partir pra outra. Claro que torcemos pelo sucesso do programa que já recebeu em seu palco bandas nas quais a gente se amarra, como The Coral, .

Ainda segundo o Times, Mark Cooper, responsável pela área de entretenimento musical da TV BBC, disse que o TOTP voltará como um serviço público.

Bem-vindo de volta, TOTP!

Em 1983 os Smiths fizeram história no TOTP com esta
performance de This Charming Man. Muitos consideram
a apresentação um momento mágico do programa


CURISIDADES DO TOP OF THE POPS

Primeiro programa 1º de janeiro de 1964
Primeiro show
Rolling Stones, com a música I Wanna Be Your Man
Último show
Shakira, com Hips Don’t Lie
Canção-tema mais conhecida Whole Lotta Love, do Led Zeppelin, é a mais famosa das 9 músicas-temas do programa e nunca foi executada ao vivo naquele palco (será que o Led se reuniria novamente pra isso?)
Quem mais compareceu Cliff Richard, mais de 150 vezes
Maior número de seguranças R. Kelly, 43
Canção mais curta Super Furry Animals, com Do or Die, 95 segundos
Maior número de pessoas no palco Fat Les, na música Jerusalem, 75pessoas