Posts com Tag ‘Rufus Wainwright’

A rapaziada dos Strokes prometeu que este ano teria disco novo nos servidores de downloads piratas nas lojas e estão trabalhando para que isso realmente ocorra. Esta semana eles começaram as sessões de gravação no (ou seria “nos”?) Avatar Studios, em Nova Iorque, sob regência de Joe Chiccarelli.

O cara já atuou com nomes como Frank Zappa, Journey, The Shins, Mika, White Stripes, Donavon Frankenreiter, Raconteurs, Bon Jovi, Oingo Boingo, Ray Manzarek, U2, Beck, Julieta Venegas, Rufus Wainwright, Elton John, Café Tacuba, Hanson, Jamie Cullum e Björk. Traduzindo: vale rezar para nos livrar de todos os males! Porque tem muita coisa boa que ele fez. Outras, nem tanto…

Ainda sem título, o álbum será o quinto da carreira dos Strokes (quarto de estúdio) e sucede First Impressions of Earth, de 2006.

Bora jogar no ventilador? Ó: http://wp.me/pdGj4-FM

E calma, que a gente volta a escrever. Um GARI enrolado com o trabalho de conclusão de curso, enquanto o outro está às voltas com uma questão… ahnnn… digamos… médico-estética (não; não é fimose!).

Bom, esta semana um dos GARIS conseguiu arranjar tempo pra ir, de graça, ao show – pasme! – do Rufus Wainwright. É claro que anotei tudo e vou escrever algo sobre no final de semana. Parece que foi assim: depois que a gente detonou o cara, decidiram nos dar a chance de ouvir e ter uma segunda opinião. Ok, não foi bem assim, mas assim é mais legal!

Por enquanto, leiam o enfadonho texto (enviado pelo TIJOLO Bernardo Canto) que o Zeca Camargo escreveu no blog dele. Só uma observação. No camarim, depois do show, Zeca se derreteu: “Ele [Rufus] é muito fofo, né?”

Comentário nosso: “se joga, pintosa! Põe rosa!”

Ouvi falar em Rufus Wainwright por ocasião de sua vinda ao Brasil em maio (dia 7 no Rio, dia 9 em Sampa, dia 11 em BH e dia 13 em Brasília). Muita gente falando bem. Aí, joguei no Google e descobri que o cantor indie de 34 foi estuprado aos 14, no Hyde Park, em Londres, e só escapou porque fingiu um ataque epiléptico. Aos 25 (segundo a confiabilíssima Wikipedia, “ainda na adolescência”), assumiu publicamente sua homossexualidade na revista Rolling Stone e o disco mais bem sucedido da carreira dele é Release The Stars, lançado em maio do ano passado e que alcançou o número 2 da parada britânica.

Aí, fui ouvir o bendito disco. Na boa: as faixas ímpares não são exatamente muuuuuuito boas, mas são legaizinhas e muito superiores às faixas pares, com exceção de Slideshow, que soa como faixa ímpar.

Se os demais discos forem assim, tenho uma sugestão para o Rufus: lançar um The Best Of Odd Songs (O Melhor das Canções Ímpares). Acho que seria sucesso! Pense nisso, rapaz…

rufus_wainwright_1_sized1.jpg