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Pena que não volta para o Zeppelin

Pena que não volta para o Zeppelin

No primeiro dia realmente útil de 2009, a Lixeira abre os trabalhos de seu segundo ano de existência. A rádio britânica Planet Rock fez uma lista – eleita por ouvintes, djs e “especialistas” – de melhores vocalistas da história do rock n´roll. Numa lista sem muitas surpresas, os três primeiros lugares ficaram com os súditos da rainha:  Robert Plant ( Led Zeppelin), Freddy Mercury( Queen) e Paul Rodgers ( Ex-Free, Bad Company e atual Queen). Mostrando o sexismo que envolve o rock n´roll, apenas uma mulher foi incluída na lista – Janis Joplin, na 21ª colocação.

Os dez primeiros:

1- Robert Plant ( Led Zeppelin)

2-Freddy Mercury ( Queen)

3- Paul Rodgers

4- Ian Gillan ( DeepPurple)

5- Roger Daltrey ( The Who)

6-David Coverdale ( Whitesnake)

7-Axl Rose (Guns N´Roses)

8-Bruce Dickinson( Iron Maiden)

9- Mick Jagger (Rolling Stones)

10-Bon Scott (ACDC)

Nos últimos anos, muitas bandas voltaram do “além” e decidiram fazer turnês para embolsar uma “graninha”: The Police, New Kids on The Block, Queen ( que toca no Brasil entre os dias 26 e 29 de novembro), Mutantes, Genesis…e por aí vai. Uma banda que eu sinceramente não esperava ver novamete na ativa era o Sublime

Distorted Magazine anunciou que o grupo californiano – que faz uma mistura bem temperada de reggae, surf music, ska e hardcore – planeja se apresentar em maio de 2009 no festival Bamboozle, nos EUA.

De acordo o site da publicação, o baixista Eric Wilson e o baterista Bud Gaugh andam fazendo umas jams ao lado de um cantor e guitarrista que ainda não teve seu nome revelado.

O Sublime, que é mais conhecido no Brasil pelo hit Santeria, surgiu em 1988 em Long Beach, California, e  chegou ao fim em 96 com a morte do vocalista  Bradley Nowell em decorrência de uma overdose de heroína.  Além de Eric, Bud e Brad, a banda contava com um quarto integrante: Lou Dog, o dálmata adestrado de Brad. O cachorro aparecia nas entrevistas e shows do grupo.

Depois da morte do vocalista, os demais integrantes – com exceção de Lou – montaram o grupo Long Beach Dub AllStars para não manchar o nome do Sublime.  Acho que o dinheiro deve ter acabado.

Encontrei isso no blog Futebol do Rio e achei curioso.  Esse post faz uma comparação entre dez clubes brasileiros e dez bandas de Rock. Lógico que eu não concordo plenamente – tem umas coisas bem preconceituosas e outros argumentos que são facilmente quebrados – mas é bem bolado de forma geral. E viva o Metallica! ( logo vocês vão entender).

Metallica nos anos oitenta

Metallica nos anos oitenta

Botafogo = Rolling Stones
Seria o maior na década de 1960, se não houvesse os Beatles, ou melhor, o Santos.
Teve em Satisfaction o seu Garrincha, mas hoje vive como uma sombra do que foi há 40 anos. Recentemente tocou junto com Justin Timberlake, o que representou uma queda de divisão; porém, ao tocar com o AC/DC, deu a volta por cima e retornou à elite.

Vasco = Oasis
É meio sem graça, mas fez bastante sucesso nos anos 90 conseguindo grandes feitos. Famoso pelas sandices do seu frontman Eurico “Gallagher” Miranda. Hoje em dia ainda consegue uns lampejos de sucesso.
Mas continua sem graça.

Flamengo = Metallica
Foi rei nos anos 80. A era Zico, ou Master of Puppets, foi marcante na história e até os desafetos reconhecem.
Dos anos 90 em diante, conseguiu ainda bastante fama, embora seja visível que ao longo dos anos só tem piorado.

Fluminense = Stone Roses
É uma bandinha legal. Ninguém odeia. Costuma ter certo prestígio entre críticos musicais/esportivos-, mas, embora famosa na Inglaterra, fora do país ninguém conhece.
Resumindo, é uma banda simpática.

São Paulo = Queen
A banda já foi eleita a melhor do mundo uma quantidade razoável de vezes. No entanto, mesmo com grande sucesso e feitos históricos, o que chama grande atenção no grupo é uma tendência um tanto quanto afeminada, não se sabendo exatamente se é elegância ou uma atitude bambi de ser.

Santos = Beatles
Na década de 60, o conjunto o melhor. Teve confrontos lendários contra os Rolling Stones – Botafogo – mas normalmente levava a melhor. Enquanto metade da banda já se foi, os Stones estão na ativa até hoje. Esse é o único ponto em favor do Botafogo talvez explique sua vitória no brasileiro de 95. Mas de vez em quando lançam algum som remasterizado ou algum achado historico, que só aparecem por um tempo também, mas logo somem.

Palmeiras = Aerosmith
Muito sucesso no passado, depois ficou de lado por um bom tempo… daí fez uma parceria com a Parmalat(Run–DMC) e voltou ao destaque, se mantendo nele por um tempo. Chegou até perto do topo do mundo, mas não teve sorte. Agora voltou a ficar de lado.

Corinthians = Linkin Park
Embora nunca tenha conseguido nenhum grande feito em sua história, tem uma legião de fãs, fiéis e chatos. Ao mesmo tempo, tem uma quantidade enorme de gente que odeia. Talvez a única vez que consiga ser o melhor do mundo seja em mundiais fajutos como o de 2000.

Atlético-MG = Pink Floyd
Teve seu auge na década de 70 e foi pioneiro no Rock Progressivo (tal qual o Galo foi o primeiro campeão brasileiro). Embora tenha saído da grande mídia por um bom tempo continua amado e idolatrado, inclusive pelas novas gerações que nunca os viram tocar. Os bastidores da banda sempre foram complicados levando à inevitável separação do grupo. No galo os problemas de bastidores levaram o time a acumular uma dívida gigantesca e a cair para a segundona. Os dois se assemelham também na multidão que arrastamem suas apresentações.

Cruzeiro = Village People
Embora faça grande sucesso até hoje, sempre foi mais conhecido pelo apelo homossexual de seu estilo do que pela suas canções.
Têm um grande feito em comum que estampam com muito orgulho, embora seja motivo de zoação para os demais,
YMCA é a “triplice coroa”….e vivem cheios de vaidades!!!

 

Começaram a ser vendidos os ingressos para os shows do Queen em São Paulo. A banda volta ao Brasil após mais de duas décadas da histórica apresentação no Rock in Rio I, e toca dias 26 e 27 de novembro na casa de shows Via Funchal.

Os ingressos para as duas datas têm preços salgados: 270 reais a pista; 350 o mezanino; 800 a Pista Vip e 900, o camarote. A “Rainha” vem divulgar o novo álbum, The Cosmos Rocks, primeiro trabalho com o vocalista Paul Rodgers, ex-Free e Bad Company. O grupo também fará outros dois shows na América Latina: dias 19 e 21 de novembro em Santiago e Buenos Aires, respectivamente.

No site oficial , a banda afirma que ainda pode anunciar em breve, outras apresentações no Brasil. O que anda sendo muito cogitado é um show na praia de Copacabana nos moldes dos Rolling Stones. Será?

Abaixo um trecho da lendária apresentação no Rock in rio de 1985, que, aliás, foi a segunda passagem da banda pelo país. Muitos esquecem que eles tocaram no Estádio do Morumbi em 1981.

Serviço:

Queen + Paul Rodgers
Via Funchal: Rua Funchal 65, Vila Olímpia, das 12h às 22h (de segunda a domingo).
Internet:
www.viafunchal.com.br.
Por telefone: (11) 3188-4148.
 

 

A edição argentina da revista Rolling Stone anunciou que o grande Roger Waters aceitou o convite de Gustavo Cerati para gravar um single beneficente, em favor da Fundação Alas. Provavelmente será um cover (do Pink Floyd?). É que esta já é a terceira parceria que Gustavo Cerati, uma espécie de Roberto Frejat portenho, faz para a fundação que luta pela melhoria da saúde e da educação infantis na América Latina.

A primeira parceria em favor da Fundação Alas foi com Andy Summers, guitarrista do Police. Juntos, tocaram Traeme La Noche, versão da clássica Bring On The Night, do trio inglês. O resultado foi tão legal, que chegou-se a cogitar uma turnê de Andy Summers e Stewart Copeland, com Cerati nos vocais, executando o repertório do Police. Aí, o Sting voltou e o argentino nem teria como ocupar o lugar dele, né? O vídeo desse encontro de Cerati com Summers e Copeland, você pode ver a seguir.

Depois, foi a vez de Gustavo reencontrar a banda que o revelou, Soda Stereo (que estourou na América Latina com o single De Musica Ligera”, que os Paralamas e o Capital regravaram em português). Juntos, mandaram Another Day, do Queen. Foi a última gravação do Soda Stereo. Depois, Cerati seguiu em sua carreira solo.

Ano passado, Gustavo Cerati faturou o Grammy Latino por melhor canção de rock, com a música La Excepción, do ótimo disco Ahi Vamos(Sony/BMG, 2006), que, por sua vez, rendeu um DVD homônimo, com o registro da passagem da turnê – ou “gira”, como eles falam – por Buenos Aires. Então, pra terminar, Gustavo Cerati mandando La Excepción, ao vivo: