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Ainda sobre teorias de conspiração… Dizem que o clássico álbum The Dark Side Of The Moon (1973), do Pink Floyd, foi feito com base no não menos clássico filme O Mágico de Oz (The Wizard Of Oz, 1939), de Victor Fleming, baseado no livro homônimo de Lyman Frank Baum. Já sabia da história, mas ainda não tinha visto, né? Bora conferir?






Encontrei isso no blog Futebol do Rio e achei curioso.  Esse post faz uma comparação entre dez clubes brasileiros e dez bandas de Rock. Lógico que eu não concordo plenamente – tem umas coisas bem preconceituosas e outros argumentos que são facilmente quebrados – mas é bem bolado de forma geral. E viva o Metallica! ( logo vocês vão entender).

Metallica nos anos oitenta

Metallica nos anos oitenta

Botafogo = Rolling Stones
Seria o maior na década de 1960, se não houvesse os Beatles, ou melhor, o Santos.
Teve em Satisfaction o seu Garrincha, mas hoje vive como uma sombra do que foi há 40 anos. Recentemente tocou junto com Justin Timberlake, o que representou uma queda de divisão; porém, ao tocar com o AC/DC, deu a volta por cima e retornou à elite.

Vasco = Oasis
É meio sem graça, mas fez bastante sucesso nos anos 90 conseguindo grandes feitos. Famoso pelas sandices do seu frontman Eurico “Gallagher” Miranda. Hoje em dia ainda consegue uns lampejos de sucesso.
Mas continua sem graça.

Flamengo = Metallica
Foi rei nos anos 80. A era Zico, ou Master of Puppets, foi marcante na história e até os desafetos reconhecem.
Dos anos 90 em diante, conseguiu ainda bastante fama, embora seja visível que ao longo dos anos só tem piorado.

Fluminense = Stone Roses
É uma bandinha legal. Ninguém odeia. Costuma ter certo prestígio entre críticos musicais/esportivos-, mas, embora famosa na Inglaterra, fora do país ninguém conhece.
Resumindo, é uma banda simpática.

São Paulo = Queen
A banda já foi eleita a melhor do mundo uma quantidade razoável de vezes. No entanto, mesmo com grande sucesso e feitos históricos, o que chama grande atenção no grupo é uma tendência um tanto quanto afeminada, não se sabendo exatamente se é elegância ou uma atitude bambi de ser.

Santos = Beatles
Na década de 60, o conjunto o melhor. Teve confrontos lendários contra os Rolling Stones – Botafogo – mas normalmente levava a melhor. Enquanto metade da banda já se foi, os Stones estão na ativa até hoje. Esse é o único ponto em favor do Botafogo talvez explique sua vitória no brasileiro de 95. Mas de vez em quando lançam algum som remasterizado ou algum achado historico, que só aparecem por um tempo também, mas logo somem.

Palmeiras = Aerosmith
Muito sucesso no passado, depois ficou de lado por um bom tempo… daí fez uma parceria com a Parmalat(Run–DMC) e voltou ao destaque, se mantendo nele por um tempo. Chegou até perto do topo do mundo, mas não teve sorte. Agora voltou a ficar de lado.

Corinthians = Linkin Park
Embora nunca tenha conseguido nenhum grande feito em sua história, tem uma legião de fãs, fiéis e chatos. Ao mesmo tempo, tem uma quantidade enorme de gente que odeia. Talvez a única vez que consiga ser o melhor do mundo seja em mundiais fajutos como o de 2000.

Atlético-MG = Pink Floyd
Teve seu auge na década de 70 e foi pioneiro no Rock Progressivo (tal qual o Galo foi o primeiro campeão brasileiro). Embora tenha saído da grande mídia por um bom tempo continua amado e idolatrado, inclusive pelas novas gerações que nunca os viram tocar. Os bastidores da banda sempre foram complicados levando à inevitável separação do grupo. No galo os problemas de bastidores levaram o time a acumular uma dívida gigantesca e a cair para a segundona. Os dois se assemelham também na multidão que arrastamem suas apresentações.

Cruzeiro = Village People
Embora faça grande sucesso até hoje, sempre foi mais conhecido pelo apelo homossexual de seu estilo do que pela suas canções.
Têm um grande feito em comum que estampam com muito orgulho, embora seja motivo de zoação para os demais,
YMCA é a “triplice coroa”….e vivem cheios de vaidades!!!

E aí… precisando de grana? Então se liga nessa: Está aberta a temporada de caça ao porco inflável de Roger Waters.

O ex-Pink Floyd e a organização do festival americano Coachella estão oferecendo uma recompensa de dez mil dólares e quatro ingressos vitalícios pra quem tiver informações sobre o balão, usado pela primeira vez por Waters em 1977.

O porco inflável sumiu durante a apresentação do britânico no Festival que rolou na última semana. De acordo com Waters, os cabos que prendiam o bicho se soltaram e o animal de borracha se perdeu no céu do deserto de Índio na Califórnia.

Qualquer informação deve ser enviada para o email lostpig@coachella.com

Vai ver o porco foi parar no mesmo lugar que o padre Adelir… ou então, o brasileiro encontrou o bicho inflável e soltou seu balão “obsoleto” pra viajar no melhor estilo floydiano…vai saber…Só sei que anda perigoso sair voando por aí ultimamente.

Hoje, dia 24 de março, um dos discos mais significativos da história do rock n´roll completa 35 anos. O nome da obra-prima é (The)Dark Side of the Moon do Pink Floyd. E um dos responsáveis pelo trabalho é Sir Roger Waters.

Só que este post não é para falar sobre o disco, como muita gente deve estar fazendo por blogs e sites mundo afora, mas comentar outra obra de arte de Waters: a ópera Ça Ira, que desembarca em terras tupiniquins no próximo mês.

Ça Ira é formada por três atos e é baseada em um livro sobre a Revolução Francesa do século XVIII, escrito pelo gaulês Etienne Roda-Gil. E como é de costume, Waters não economizou ao compor a ópera, que começou a ser “bolada” em 1989. Além de uma orquestra “cheia” contanto com solistas e coros, ele quis também luzes e tudo a que tem direito, bem ao estilo “floydiano”.

O britânico – que agendou alguns shows pelo mundo para dar adeus aos palcos este ano, deixando de fora o Brasil – traz como prêmio de consolação para os nascidos entre o trópico de câncer e capricórnio, Ça Ira. O espetáculo começou a ser ensaiado no Teatro Amazonas na última semana, sob os olhares cuidados do sessentão Waters. A ópera será encenada na 12ª edição do Festival de Ópera de Manaus, nos dias 15, 22 e 24 de abril. Ficou com vontade de conferir? Abaixo tem um trecho da obra-prima do ex-Pink Floyd.

A edição argentina da revista Rolling Stone anunciou que o grande Roger Waters aceitou o convite de Gustavo Cerati para gravar um single beneficente, em favor da Fundação Alas. Provavelmente será um cover (do Pink Floyd?). É que esta já é a terceira parceria que Gustavo Cerati, uma espécie de Roberto Frejat portenho, faz para a fundação que luta pela melhoria da saúde e da educação infantis na América Latina.

A primeira parceria em favor da Fundação Alas foi com Andy Summers, guitarrista do Police. Juntos, tocaram Traeme La Noche, versão da clássica Bring On The Night, do trio inglês. O resultado foi tão legal, que chegou-se a cogitar uma turnê de Andy Summers e Stewart Copeland, com Cerati nos vocais, executando o repertório do Police. Aí, o Sting voltou e o argentino nem teria como ocupar o lugar dele, né? O vídeo desse encontro de Cerati com Summers e Copeland, você pode ver a seguir.

Depois, foi a vez de Gustavo reencontrar a banda que o revelou, Soda Stereo (que estourou na América Latina com o single De Musica Ligera”, que os Paralamas e o Capital regravaram em português). Juntos, mandaram Another Day, do Queen. Foi a última gravação do Soda Stereo. Depois, Cerati seguiu em sua carreira solo.

Ano passado, Gustavo Cerati faturou o Grammy Latino por melhor canção de rock, com a música La Excepción, do ótimo disco Ahi Vamos(Sony/BMG, 2006), que, por sua vez, rendeu um DVD homônimo, com o registro da passagem da turnê – ou “gira”, como eles falam – por Buenos Aires. Então, pra terminar, Gustavo Cerati mandando La Excepción, ao vivo: