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… Bom saber que a comunidade Discografias, no Orkut, voltou. Sim, sim! Aquela toda organizadinha, que a gente sempre amou. Bora lá, pessoal!

Ó o link: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=6244330

Quando ameaçaram fechar a comunidade, em outubro do ano passado, escrevemos isso. Quando fecharam a comunidade, em março deste ano, anunciamos (lamentamos) assim. E, num artigo publicado pelo Jornal do Brasil, nos posicionamos assim.

Sejam benvindos de volta! Porque acabar com downloads gratuitos na web é uma missão impossível. Só os malas das gravadoras que ainda não perceberam.

Dissemine este post: http://wp.me/pdGj4-Ct

A segunda-feira começou com uma notícia ruim pra todos nós, que gostamos de música: a comunidade Discografias e suas correlatas encerraram suas atividades no Orkut. Eu li a notícia na Folha Online e não acreditei. Fui até a comunidade, onde encontrei o seguinte comunicado, assinado pela “Moderação” (grifos deles):

Informamos a todos os membros da comunidade “Discografias” e relacionadas (Trilhas Sonoras de Filmes, Trilhas Sonoras de Novelas, Coletâneas (V.A.), Pedidos, Dicas/Dúvidas e Índice Geral), que encerramos as atividades devido às ameaças que estamos sofrendo da APCM e outros orgãos de defesa dos direitos autorais.

Nosso trabalho foi árduo para manter as comunidades organizadas, sem auferir nenhum tipo de vantagem financeira com elas, somente com o intuito de contribuir de alguma forma para a cultura e entretenimento.

Não é com o fechamento desta comunidade e outras equivalentes que as gravadoras irão aumentar seus lucros.

Muitos artistas perderão seus meios de divulgação.

Milhares de membros terão que procurar outras atividades no Orkut que não seja o download de músicas e afins. O número de sites e blogs de conteúdo similar, mais programas como eMule, limewire, de torrents e outros P2P, cresce em progressão geométrica.

Perdem eles, perdemos todos, mas enfim, tudo em nome do dinheiro das grandes corporações. Nada em nome da cultura.

Tais entidades de defesa dos direitos autorais, como a R.I.A.A. nos Estados Unidos e APCM no Brasil, que é a representante legal de:

UNIVERSAL MUSIC DO BRASIL LTDA.;
WARNER MUSIC BRASIL LTDA.;
SONY – BMG BRASIL LTDA.;
SIGLA – SISTEMA GLOBO DE GRAVAÇÕES AUDIO VISUAIS LTDA;
EMI MUSIC LTDA.;
COLUMBIA PICTURES INDUSTRIES INC.;
DISNEY ENTERPRISES INC.;
METRO-GOLDWYN-MAYER STUDIOS INC.;
PARAMOUNT PICTURES CORPORATION;
TWENTIETH CENTURY FOX FILM CORPORATION;
UNIVERSAL CITY STUDIOS INC.;
WARNER BROS.;
UNITED ARTISTS PICTURES INC.;
UNITED ARTISTS CORPORATION;
UBV – UNIÃO BRASILEIRA DE VÍDEO E ASSOCIADAS

Sendo ainda representante de IFPI – International Federation of the Phonographic Industry e MPA – Motion Picture Association no Brasil, se dizem “sem fins lucrativos”, vamos acreditar nisso, né gente? Como todos acreditam nas histórias da carochinha.

Portanto, deixamos aqui os dados de contato do orgão responsável pelo fechamento das comunidades e de um de seus representantes:

APCM – ANTI-PIRATARIA CINEMA E MÚSICA
RUA HADDOCK LOBO, 585SÃO PAULOSP – BRAZIL
INTERNET ANTI-PIRACY UNIT
Telefone: +55 (11) 3061-1990x244
e-mail: anti-piracy@apcm.org.br
=>Bruno Henrique Tarelov: btarelov@apcm.org.br
Fone: 55 11 30611990 ramal 238
Fax: 55 11 30611221

Agradecemos a todos que de um jeito ou de outro, colaboraram para que nossas comunidades fossem tão populares. Valeu, gente!

O anúncio sobre o fechamento havia rolado no ano passado. Bom, é lamentável, porque, excluindo bandas como U2, discos novos chegam ao Brasil meses depois de serem lançados. Já quem curte músicas mais antigas, tá ferrado, porque as gravadoras já tiraram boa parte de seus “flashbacks” e “clássicos” do catálogo, em nome da economia. E você sabe por quê, mesmo com os órgãos oficiais e as gravadoras sendo contra os downloads gratuitos, o iTunes, maior serviço de venda de música digital, não chegou ao Brasil ainda? Simplesmente porque no Brasil não seria possível vender uma faixa a R$ 1,99 ou R$ 2,99, como ocorre em dezenas de outros países. É que aqui tem tanta gente querendo abocanhar o direito autoral que corria o risco de DUAS faixas custarem mais caro que um CD físico inteiro.

Mas esta censura à Discografias não há de ser nada. Há sites como Torrent Reactor e The Pirate Bay, sobre os quais nenhuma entidade brasileira tem a menor ingerência. Basta baixar um software de arquivos torrent e correr pro abraço. Agora mesmo eu estou fazendo o download do quase-documentário Rude Boy, que mostra uma boa parte da turnê do Clash bem no começo dos anos 80, bem no auge da carreira, e nos “apresenta” o roadie da banda, o garoto que dá nome ao filme e foi homenageado na faixa Rudie Can’t Fail, do clássico álbum London Calling (1979). O filme já é raro na Europa, o que torna praticamente impossível encontrá-lo por aqui. E aí? Qual a solução? Morre-se sem assistir? É ruim!

Só uma última consideração: lá na segunda metade dos anos 90 surgiu o ameaçador Napster. Durante anos a RIAA tentou derrubá-lo, até que conseguiu. Mas ele já havia feito escola e ninguém mais conseguiria deter as trocas de arquivos. E estamos falando de uma rede praticamente toda discada. Hoje, mais de dez anos depois, a banda larga só facilitou a nossa vida. A indústria da música tem mil possibilidades de ganhar dinheiro sem depender majoritariamente da venda de discos. O problema é que a indústria convencional e a burocracia SEMPRE estarão atrás das novas tecnologias, pelo simples fato de serem conservadoras demais e só aceitarem o novo quando estão “derrotadas”. Talvez a presença regular de um moleque de 16 anos num conselho de uma gravadora melhorasse isso.

Quando a gente já tava triste porque não tinha assunto pra hoje, o Orkut nos salva!

Bom, não se trata de um post de auto-ajuda, filosófico, sobre como é importante cultivar o otimismo em nossos corações. Nada disso! Falemos no sentido matemático da palavra negativa.

É que, além de não saber somar, agora o pessoal do Orkut inovou e decidiu reinventar a matemática. Eis a aplicação do espetacular conceito de quantidade negativa de pessoas:

orkut_comunidade

Clique no link a seguir para entrar na comunidade Dou risada quando não pode e encontrar 8.747 pessoas negativas, mas que, se riem muito, devem ser um tanto quanto otimistas.

Compartilhar não é piratear

Compartilhar não é piratear

Agora é sério. Uma das maiores e mais úteis comunidades do Orkut está ameaçada de ser varrida do portal de relacionamentos. Veja o que diz a reportagem da Folha Online (que pode ser lida na íntegra aqui):

Uma guerra silenciosa, travada nos bastidores da principal rede social do país, preocupa internautas que baixam música pela internet. O Orkut, braço do Google que neste ano passou a ser chefiado por uma equipe brasileira, começou a deletar pedaços da sua maior comunidade dedicada a compartilhamento de arquivos MP3, a “Discografias”.

O endereço existe desde 2005, conta com três administradores anônimos (Madruga, Cris e Chris) e abriga 755 mil participantes cadastrados –o número de pessoas que a utiliza efetivamente é bem maior, já que para acessar seu fórum não é preciso de inscrever. Ali, internautas compartilham links com álbuns musicais inteiros sem pagar nada. A organização e o volume de material fez com que o endereço se tornasse uma central para quem procura esse tipo de conteúdo na rede brasileira.

Os internautas começam a se mobilizar para manter a comunidade funcionando e o pessoal do Google dá a dica do que fazer, também na Folha Online:

Milhares de internautas assinam, desde a semana passada, um protesto contra a exclusão da comunidade “Discografias”, uma central de compartilhamento de arquivos de música hospedada na rede social Orkut. O Google, dono do site de relacionamentos, mobilizou usuários após excluir tópicos do fórum a pedido da APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), que quer tirar a comunidade do ar. (…)

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, a exclusão da comunidade está em avaliação. “Isso está sendo avaliado. Se percebermos que a comunidade não tem debate, só tem links, ela pode sair [do Orkut], sim. Não podemos acobertar esse tipo de troca de arquivos”, diz.

Se essa censura fosse no Tibete, a gente entenderia, mas, como não é, o negócio é:
1. Aderir ao abaixo-assinado aqui.
2. Além de baixar e pedir músicas, comentar os tópicos.
3. Entrar oficialmente na comunidade Discografias.
4. Aproveitar que está no Orkut e entrar na nossa comunidade.

Quer saber se aquele disco que você taaanto espera já vazou na rede? É mole! O jornalista Thiago Ney, que faz dupla com o também coleguinha Marco Aurélio Canônico (uma espécie de Tom Leão e Calbuque da Paulicéia) no blog Ilustrada no Pop, dá a dica: o site Did it Leak.

O blog fica hospedado na Folha Online e, por falar nisso, o site trouxe ontem uma notícia pra deixar os internautas downloadeadores brasileiros de cabelo mouse em pé:

Uma guerra silenciosa, travada nos bastidores da principal rede social do país, preocupa internautas que baixam música pela internet. O Orkut, braço do Google que neste ano passou a ser chefiado por uma equipe brasileira, começou a deletar pedaços da sua maior comunidade dedicada a compartilhamento de arquivos MP3, a “Discografias”.

Pra ler a notícia completa, clique aqui.

Do Orkut

Publicado: 13/outubro/2008 em Direto pro lixo
Tags:, , ,
Como diria o pessoal do Te Dou Um Dado?, "não tem quem diga"...

Como diria o pessoal do Te Dou Um Dado?, "não tem quem diga"...

Poliana

Publicado: 2/setembro/2008 em Missão: impossível, Pop
Tags:, , ,

Direto do fórum sobre a fila para comprar ingressos para o show da Madonna ontem aqui no Rio.

Clique para ampliar:

Feliz da vida!

Feliz da vida!

Link para o original, no Orkut, aqui!

Valeu pela indicação, Rafa!