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Torceu pelo Obama, ném? Chegou, então, a hora de se divertir com ele! Aliás, joguinho é A BOA da segunda-feira. Aquele tédio de começo de semana e você tirando onda com uma paródia de Super Mario World. Em Super Obama World, as moedas são bandeirinhas dos EUA, os bichinhos são os cachorrinhos que as filhas dele pediram (e não tartarugas), os vilões são, claro, o McCain, com uma sacolinha de dinheiro, e a Sarah Palin, com seu caríssimo figurino, e o território onde tudo se passa é o estado do Alasca.

Pra jogar, é só clicar na imagem abaixo.

Vamos jogar com o Obama?

Vamos jogar com o Obama?

Obama na capa da Rolling Stone americana

Obama na capa da Rolling Stone americana

O Portal Rockpress noticiou que a classe artística norte-americana está eufórica com a vitória de Barak Obama nas eleições dos Estados Unidos. Mais do que presidente, Obama se transformou em um ícone pop. 

Segue a notícia abaixo:

ARTISTAS CELEBRAM VITÓRIA DE OBAMA
 
Muitos músicos nos Estados Unidos já começaram a celebrar a vitória de Barack Obama nas eleições presidenciais norte-americanas. Obama entra para a história como o primeiro presidente negro a ser eleito nos EUA.
Will.I.Am, do Black Eyed Peas, lançou o clipe da música “It´s A New Day” em homenagem à vitória do candidato. Will.I.Am contou à Associated Press que passou a terça-feira editando o vídeo para que ele estivesse pronto após a vitória de Obama – e que outras celebridades que apoiavam o candidato também aparecem nas imagens. “[O vídeo] foi inspirado pela América. É sobre a vitória do Obama, estamos pagando um tributo às pessoas que foram responsáveis por isso, o povo americano”, disse. O clipe está disponível no site DipDive. Kanye West deixou uma mensagem em seu site. Ao lado de uma foto de Obama, Kanye escreveu “Hi mom, Obama won!” (“oi mãe, o Obama venceu!”). Donda, mãe do rapper norte-americano, faleceu há um ano.
Na lista de artistas que declararam apoio a Barack Obama estão Pete Wentz, do Fall Out Boy, Michael Stipe, Trent Reznor, Sean Combs (P. Diddy), Bruce Springsteen, Steve Wonder, Bob Dylan, Jay-Z, Morrissey e Moby, entre outros.
 

A gente jura que volta a escrever sobre música depois dessa, mas é importante.

criação da agência de publicidade Grey New York

Obama branco e McCain negro: criação da agência de publicidade Grey New York

No últimos dias, muita gente veio comentar que a imprensa brasileira está cobrindo tão bem as eleições nos EUA, mas não foi capaz de fazer o mesmo aqui no Brasil. Bom, sem querer ser corporativista, parto em defesa dos coleguinhas (como os jornalistas se tratam). O problemas é que no Brasil, a legislação eleitoral restringe demais a liberdade de imprensa. Vocês devem lembrar que a revista Veja e o jornal Folha de São Paulo foram alvos de ações judiciais altamente restritivas da censura, que agora age togada.

Não quero defender ataques gratuitos aos políticos, mas bem sabemos que, por mais “de esquerda” ou por mais “de direita” que sejam os grandes veículos de comunicação brasileiros, em geral, existe uma responsabilidade muito grande quanto àquilo que é veiculado. Se existe embasamento, fundamentação, é, sim, um ato de censura proibir a publicação de uma reportagem ou punir um jornal ou uma revista.

Outro aspecto interessante é que a legislação prevê que todos os candidatos majoritários (aos cargos de prefeito, governador e presidente) recebam dos jornais, revistas, rádios e TVs o mesmo espaço. Aí, temos problemas como:
1) tem candidado que não rende uma notinha de rodapé;
2) é razoável cobrar este comportamento das emissoras de rádio e TVs abertas, uma vez que as freqüências em que operam são concessões públicas, mas os jornais e revistas são propriedades privadas e, sinceramente, acho muito ruim o governo ficar interferindo; é como se você tivesse uma birosca e só trabalhasse com Ambev e o governo te obrigasse a trabalhar com a Coca-Cola;
3) será que o governo não tem mais o que regular? Os critérios de regulação das companhias telefônicas, por exemplo, foram adaptados de modo a favorecer a compra da Brasil Telecom pela Oi, que, agora, domina o setor em todo o país e tem uma história mal contada envolvendo o filho do Presidente da República;
4) os anúncios governamentais mantêm as mídias eletrônica e impressa e, só por isso, grande parte dos jornais, revistas, rádios e TVs aceita as regras sem questionar; pior para o público.

Agora, você acha que, numa eleição, os nossos governantes (dos três Poderes), muitos com os dois pés na lama, vão deixar a imprensa livre para informar a população? Acho que não… Dificilmente Barack Obama conseguiria se tornar presidente num país como o Brasil. Os norte-americanos, com uma imprensa livre (pero no mucho) fizeram ontem a festa da democracia deles. A nossa, parece que só virá – se vier – num futuro muito distante.

há 20 anos

1ª digital: há 20 anos

Não sei se as pessoas que estão de fora conseguem perceber isso, mas pra gente, que trabalha com jornalismo, as inovações tecnológicas só são percebidas basicamente em três situações: Copas do Mundo, Olimpíadas e guerras envolvendo grandes potências. Isso porque estes três “eventos” possuem relevância mundial. A primeira transmissão de alta definição foi feita na Copa do Mundo de 2002, apesar de ninguém ter em casa uma TV HD. As câmeras fotográficas digitais estrearam nas redações durante as Olimpíadas de 1992 (as primeiras com mídias removíveis, como conhecemos hoje, foram produzidas quatro anos antes pela Fuji), mas começaram mesmo a ganhar importância na Copa de 94.

Videofone da CNN no Afeganistão, em 2001

Videofone da CNN no Afeganistão, 2001

A Guerra do Golfo, que começou em 1990, ficou marcada por ter sido a primeira transmitida ao vivo, via satélite, para o mundo inteiro, pela rede CNN. Em 2001, novamente a CNN, lançou o videofone, que integra internet e telefonia celular via satélite para transmitir reportagens de TV, tornando-se indispensável nas grandes emissoras do mundo, principalmente durante a invasão estadunidense ao Afeganistão. A qualidade das imagens era sofrível. Um ano e meio depois, na Guerra do Iraque, a transmissão de dados em alta velocidade  (a tal transmissão em broadcast) permitia maior independência das emissoras presentes em relação às agências de notícia, maior qualidade e maior rapidez. Finalmente, as Olimpíadas de Pequim vieram para provar que, sim, a TV digital tem lá suas falhas ainda, mas veio pra ficar.

Mas o que Barack Obama tem a ver com tudo isso? É que, pela primeira vez uma emissora de TV transmitiu, ao vivo, uma “conversa” entre um âncora e o holograma de uma comentarista. Parece De volta para o futuro, mas aconteceu na noite de ontem, na CNN e você pode conferir abaixo. Isso dá dimensão global à eleição presidencial daquele que, gostemos ou não, é o país mais importante do mundo, onde começou há dois meses uma crise econômica mundial, de duração e efeitos ainda desconhecidos. Para a CNN, a elição nos EUA tem relevância de um grande evento mundial, como uma Copa do Mundo, as Olimpíadas ou uma grande guerra. Tecnologicamente a novidade é estupenda! E, felizmente, nenhum lugarejo precisou ser bombardeado para que esta inovação fosse apresentada ao mundo. Veja: