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A Gari do Pop Natalia Weber segue nos divertindo e – o que é melhor – nos dando furos. Vejam só:

20 de julho de 2009, no Blog do Ancelmo, no GloboOn

13 de julho de 2009, UMA SEMANA ANTES, aqui nesta LIXEIRA DO POP

Como as próprias Organizações Globo dizem, o furo é fruto da competência.

Tutty.ilustra1_02O Tutty Vasques é um dos nossos herois no colunismo de humor no jornalismo. Escreve para o Esatadão. Também lemos Zé Simão, na Folha, e Agamenon (aka Casseta&Planeta) n’O Globo. Mas o assunto aqui é a coluna do Tutty, que faz observações nem tão engraçadas, mas um tanto quanto perspicazes sobre futebol. Por exemplo, hoje:

Aí onde você mora alguém foi pra janela gritar “é campeão!”?

É uma das características mais marcantes da era Dunga: os jogadores comemoram mais que a torcida!

O próprio Galvão Bueno já não vibra como antigamente.

Mas o que o GARI aqui curtiu mesmo foi a de ontem:

Uma dúvida cruel tem tirado o sono de Lula: Joel Santana é uma pessoa comum? Desde que criou o conceito de improviso para incluir José Sarney fora dessa, o presidente anda bastante confuso a respeito. Que diabos, afinal, é uma pessoa comum? (…)

O atual treinador da Seleção da África do Sul está virando uma espécie de Lula do futebol: diz as maiores maluquices, agora em dois idiomas, e todo mundo acha o maior barato. Joel Natalino Santana, assim como o presidente da República, tem esse poder de fazer soar genial o que dito pelo Dunga ou pelo Hugo Chávez pareceria pura estupidez. “Eu não tenho currículo, tenho testamento” – ooooohhhh! “Meu time não olha para trás, só olha para frente” – uau! “Decidi privatizar a disciplina” – cacilda! “Bufana Bufana play match very good!” – é mole?!

Trata-se de um raro espécime de brasileiro básico bem sucedido. (…)

Texto completo aqui. E deixo você com o Funk do Joel. Libeeerta, deejay!

É o que suspeita o jornalista Nelson Vasconcellos, do blog do Anselmo. Leia.

Tanto que no final dos anos 90 até pensou em comprar a gigante Marvel Comics. A história está no blog Gibizada, do Telio Navega. Lá também está este vídeo a seguir, com o encontro de Michael Jackson com Stan Lee:

Como fazer um webhit? Era a pergunta que eu me fiz logo após fazer upload do meu vídeo no Youtube, o “Como fazer uma monografia pseudointelectual” (é, aparentemente agora é junto). Aqui no Lixeira eu já discorria sobre a dificuldade de emplacar um vídeo no mundo cibernético, regido pela mão-invisível do viral, com um vídeo de quase 10 min, de conteúdo altamente segmentado e nenhuma criança bêbada, tartaruga tarada, acidente tosco e celebridade em situação embaraçosa no seu conteúdo.

Pois bem, nós mandamos o vídeo no Youtube no começo de março e começamos uma forte divulgação boca-a-boca virtual. Utilizamos Twitter, Orkut, MSN, blog, mandamos e-mails pra pessoas que iam se interessar pelo tema. A cada feedback positivo, a gente pedia pra repassar pros amigos. Nosso vídeo conseguiu, em 2 meses, 2.000 views. Uma marca boa, mas nós queríamos mais.

Ficamos encafifadas, pensando em tudo que poderia fazer o vídeo decolar. Mandamos para os professores divulgar. Alguns realmente o fizeram. Pensamos em sair em jornais de DA, pensamos em pessoas de influência, mas os e-mails que mandei pro Marcelo Tas e pro Kibeloco não surtiram efeito algum.

Nesse meio tempo as pessoas que viam o vídeo sempre elogiavam a iniciativa. E era isso que nos fazia continuar a divulgação.

Eis que minha amiga Priscila teve a grandíssima idéia de mandar um release pra Megazine. Tudo a ver, espaço jovem, falando sobre educação. seria uma pauta coerente. Mas não deveria ser qualquer release, um release da produtora, a grande “Eu&OsMeus Produções”, que, por enquanto, só existe naquela logo do pôster. E um release profissa, completo, com direito a opinião de uma professora da UFF, entusiasta do curta, pra dar uma credibilidade. Com o e-mail da repórter responsável nas mãos, enviei o treco e não esperei mais nada. E lá vem a Priscila: “Como assim você só mandou? Release só funciona com follow-up!” (pra quem desconhece os termos jornalísticos, é a prática de ligar pro repórter e confirmar o recebimento do e-mail. O que é chato pra ambas as partes). Eu num quis fazer follow-up de coisíssima nenhuma, eu sou uma pseudo-jornalista com vergonha de falar ao telefone (sério!), e o nosso vídeo é um vídeo no Youtube! Desde quando vamos fazer alarde assim para um vídeo no Youtube?

Mas o coração de mãe fala mais forte, e eu fiquei com culpa de não ter feito o bendito follow-up. Eis que o universo resolveu conspirar a favor poucos dias depois. Escutem essa, crianças e pessoas discrentes: advinhem quem me manda um scrap no orkut querendo apurar uma matéria sobre jovens que gostam de coisas retrô? Ela mesma, a tal repórter da Megazine, que me achou na comunitade “Atari Lovers”! Foi a deixa pra eu tomar coragem, passar a mão no telefone e ligar pra criatura! Falei que amava Atari, mas que não tinha um tem uns 10 anos, e que, falando nisso, mandei um release sobre um filme, você viu? Monografia pseudointelectual?… “Ah, vi sim, vou ver aqui, levar pra reunião de pauta…” Depois disso, mais umas semanas de silêncio. É, achamos que não o povo (quer dizer, O Globo) não gostou.

Corta pra eu almoçando com a galera do trabalho. Telefone toca de um número privado. Era a repórter, querendo fazer a matéria com a nossa “produtora”. E eu “ahn?” Ferrou, que produtora, cara pálida? A única coisa que podemos falar, é do vídeo em si. “Onde poderia ser a entrevista? Onde fica a produtora de vocês? Um lugar, com a ilha de edição?” Ilha de edição??? Você quer dizer o laptop do meu pai com Vegas 8.0 versão trial (já expirada) instalado? Ferrou… Aí eu mando a seguinte pérola: “Aqui, é que nosso vídeo foi feito de forma muito artesanal. Pode ser na ECO (Escola de Comunicação da UFRJ, onde minhas amigas se formaram e onde pegamos TODOS os referenciais do filme)?” Beleza, fechamos pro dia seguinte. Conhece o Laguinho? “Claro, estudei lá!”

Ih, tá no papo! Esperando no Laguinho (ponto de encontro muito conhecido de quem estuda lá), nós percebemos que a nossa repórter era uma ex-ECOína que sabia muito bem da pseudice que a gente estava falando. E o papo transcorreu muito bem, com muitos “lembra daquele professor? Nossa, que maaala!!” e nossas críticas contundentes aos pseudos que dificultam tudo pra nós.

Não sem antes tirar um milhão de fotos com um fotógrafo pau da vida com a luz ruim daquela tarde nublada. Sem nenhum objeto pra ilustrar a cena, nós começamos a fazer mil palhaçadas pra câmera, fingindo que tava maquiando, filmando com a mão, observando o ângulo. E toma clique! E muda de lugar! E vai pra lá! E começamos a fazer cara de intelectual… e eis que ele manda a gente se dependurar pra fora da grade daquela varanda (pra quem não conhece o Laguinho, é um local aberto em uma construção do século retrasado, mais baixa. Do corredor aberto pro plano daquele jardim de inverno, devíamos estar a 4 metros de um senhor estabaco). Minha amiga Mariana tem medo de altura, Priscila estava de saia e eu de vestido, e pra chegar onde ele queria a gente tinha que pular uma grade alta. T-u-d-o pela ARTE!

Sem falar nos alunos todos, olhando, olhando…

E depois? Depois ficamos esperando aquela semana passar pra ver o resultado. E pouco antes recebo um e-mail da repórter, dizendo que só iria sair na oooutraaa edição. Fiquei com medo até de divulgar… vai que a pauta caía? Mas, terça-feira, dia 28 de abril, lá estávamos nós, fazendo cara de intelectual e divulgando nosso trabalho…

O próximo passo? Sei lá! Continuamos aguardando a mão-invisível virótica da internet se mover a nosso favor…
Nós no jornalão, clique pra ver maior.

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Nós na versão online.

Quer saber se aquele disco que você taaanto espera já vazou na rede? É mole! O jornalista Thiago Ney, que faz dupla com o também coleguinha Marco Aurélio Canônico (uma espécie de Tom Leão e Calbuque da Paulicéia) no blog Ilustrada no Pop, dá a dica: o site Did it Leak.

O blog fica hospedado na Folha Online e, por falar nisso, o site trouxe ontem uma notícia pra deixar os internautas downloadeadores brasileiros de cabelo mouse em pé:

Uma guerra silenciosa, travada nos bastidores da principal rede social do país, preocupa internautas que baixam música pela internet. O Orkut, braço do Google que neste ano passou a ser chefiado por uma equipe brasileira, começou a deletar pedaços da sua maior comunidade dedicada a compartilhamento de arquivos MP3, a “Discografias”.

Pra ler a notícia completa, clique aqui.