Posts com Tag ‘MTV’

Nesta madrugada de quarta para quinta-feira, a partir de 0h30, dentro do Fiz MTV, a premiére televisiva do curta-doc Yes, we have Kombis, produzido pela crew Eu e Os Meus, da nossa GARI Natalia Weber e grande elenco (ok! Nem tããão grande…).

O curta fala sobre a vida no subúrbio carioca: Avenida Brasil, Igreja da Penha, Bonsucesso e Mercadão de Madureira, mostrados por um ângulo bem diferente do que se fosse feito pela Regina Casé. Ou seja: cerveja! Pra completar, você vê antes aqui:

Mas ver pela TV – esse maravilhoso tubinho de raios catódicos – tem uma vibe muito mais bacana. Eu vou assistir! Partiu?

Tuíte: http://wp.me/pdGj4-FJ

Eis que a gente – sempre ligado na CNN e no Gigwise (quando não está vendo Big Brother, Glee ou Two and a Half Men) – não viu que o Bono já havia se mobilizado pelas vítimas no Haiti e perguntou no Twitter onde ele estava.

A sempre querida Selma Boiron avisou que já havia falado sobre o Bono na quarta-feira (dia 20), no seu programa Rádio Café, na emissora carioca da rede Oi FM. Vamos ler a nota dela!

Vamos mandar um salve a tds os q, de alguma forma tem ajudado as vítimas do terremoto no Haiti. O DJ Jesus Luz q desfilou pela Ellus ontem na SPFW, tocou na festinha pós-desfile da marca e anunciou q a festa de hoje no Royal Club paulistano terá toda renda revertida em prol do Haiti. O evento de logo mais vai se chamar mto propriamente “Luz no Haiti”. Scarlett Johansson tb encontrou sua forma de ajudar o Haiti: está leiloando, pela internet, um encontro seu com o fã que der o melhor lance. E a lista de participantes no show Hope for Haiti q acontece sexta-feira com apresentação de George Clooney na TV americana não para de crescer! E, agora, ficou globalizado e o Coldplay confirmou em sua página oficial na web que também vai participar. O haitiano Wyclef Jean, Bruce Springsteen, Jennifer Hudson, Mary J.Blige, Shakira e Sting se apresentam em Nova York. Alicia Keys, Christina Aguilera, Dave Matthews, John Legend, Justin Timberlake, Stevie Wonder, Taylor Swift e um grupo q reúne Sheryl Crow e Kid Rock se apresentam em Los Angeles. E, os britânicos Bono e The Edge do U2 se unem a Jay-Z e Rihanna em Londres onde tb se apresenta o Coldplay. No dia seguinte, 23 de janeiro, todo o material registrado estará à venda pela internet e a renda revertida às vítimas do terremoto do Haiti.

Então é isso, pessoal. Todo mundo se mobilizando pelo Haiti e a gente do LIXEIRA DO POP, que não pode fazer muita coisa, espera de coração que os países ricos façam a sua parte: perdoem as dívidas desses países muito pobres, para que possam ter um mínimo de infraestrutura para se prevenir de catástrofes e do caos social causado pela extrema miséria. É bonito ajudar depois, mas dezenas de milhares de vidas já se perderam. A ajuda mais importante é aquela que ajuda a prevenir catástrofes como esta.

Ah, os shows de hoje serão transmitidos por quatro emissoras de TV e, ao menos a CNN deve transmitir pra gente aqui, via TV a cabo.

De acordo com a Folha Online, “a MTV exibe hoje, a partir das 23h, o Teleton ‘Hope for Haiti’, evento mundial para arrecadar fundos para o país caribenho atingido por terremotos. Justin Timberlake, Rihanna, Shakira e Coldplay estão entre os shows confirmados”.

Tuíte-nos: http://wp.me/pdGj4-Fo

Ctrl+C, Ctrl+V do site da MTV:

As 20 piores bandas da década: Jonas Brothers, Tokio Hotel e Maroon 5 estão na lista

O conceituado site Gigwise fez uma justa lista com as 20 piores bandas da década atual. Entre os nomes que figuram na parada estão Jonas Brothers, Tokio Hotel, The Script, Sum 41 e The Darkness.
O trio Jonas Brothers e a turma do Tokio Hotel: Eles estão entre os piores grupos
As justificativas vão desde o vocalista chato a pior vestuário, passando também por letras ridiculas e melodias repetitivas. Sem esquecer do fraco desempenho nas paradas de sucessos e o nipe dos fãs.  Tá! Tem algumas bandas que não merecem fazer parte da lista, mas tem outras…Enfim, segue o top.
1. Jonas Brothers
2. brokeNCYDE
3. Blazin’ Squad
4. Tokio Hotel
5. Scouting For Girls
6. Busted
7. Towers Of London
8. The Script
9. Metro Station
10. One True Voice
11. Hot Leg
12. The Twang
13. I Set My Friends On Fire
14. Theory Of A Deadman
15. Razorlight
16. Hard-Fi
17. Maroon 5
18. The Pigeon Detectives
19. Sum 41
20. The Darkness

O conceituado site Gigwise fez uma justa lista com as 20 piores bandas da década atual. Entre os nomes que figuram na parada estão Jonas Brothers, Tokio Hotel, The Script, Sum 41 e The Darkness.

tokio-hotel-jonas-brothersO trio Jonas Brothers e a turma do Tokio Hotel: Eles estão entre os piores grupos

As justificativas vão desde o vocalista chato a pior vestuário, passando também por letras ridiculas e melodias repetitivas. Sem esquecer do fraco desempenho nas paradas de sucessos e o nipe dos fãs.  Tá! Tem algumas bandas que não merecem fazer parte da lista, mas tem outras…Enfim, segue o top.

1. Jonas Brothers
2. brokeNCYDE
3. Blazin’ Squad
4. Tokio Hotel
5. Scouting For Girls
6. Busted
7. Towers Of London
8. The Script
9. Metro Station
10. One True Voice
11. Hot Leg
12. The Twang
13. I Set My Friends On Fire
14. Theory Of A Deadman
15. Razorlight
16. Hard-Fi
17. Maroon 5
18. The Pigeon Detectives
19. Sum 41
20. The Darkness

Ok, não concordamos com as presenças de Darkness (“estilo” do ex-vocal Justin Hawkins), Sum 41 (encontrou a fórmula do sucesso e desde então vive de repeti-la), Pigeon Detective (além de serem uma cópia dos Strokes, têm o pior nome de banda da década), Maroon 5 (banda chata, com letras grudentas e vocalista sendo assediado o tempo todo pelas fãs), Hard-Fi (as letras falam de coisas reais e não combinam com os encartes dos discos) e Razorlight (o frontman Johnny Borell é muito egocêntrico; é o “Sting da década”), principalmente por causa das justificativas descabidas, que você leu aí entre parênteses.

Se quiser conferir todas as justificativas, em inglês, visite o site do Gigwise. Se não gostou da lista ou se tiver mais alguém para acrescentar, deixe seu comentário. Quem sabe no final do ano a gente também não prepara uma listinha cabulosa de bandas ruins?

Para tuitar: http://wp.me/pdGj4-El

Finalmente concluído, o documentário Guidable – A verdade História do Ratos de Porão retrata em vídeo os 30 anos de carreira da banda paulista de hardcore e já está em exibição no Brasil.
Em 121 minutos, entrevistas com integrantes, ex-integrantes, amigos e personagens importantes da cena hardcore brasileira montam a biografia do grupo, disco por disco. O material se completa com vídeos e fotos inéditas do Ratos desde seu início.
O documentário mostra como a banda conseguiu superar uma série de dificuldades comuns a bandas de rock (troca de integrantes, drogas, problemas de saúde) e cativou público entre seguidores do punk, do hardcore e do metal. Também explica que a alcunha de “traidores” vem de muito antes do vocalista João Gordo ter “traído o movimento” ao tornar-se apresentador da MTV Brasil.
Divertido do começo ao fim, Guidable (termo criado pelos próprios integrantes da banda para definir confusão mental) é recomendado até para quem não é fã da banda. Só peca por ser longo (duas horas), vide a extensa carreira e discografia da banda.
E falando em carreira, cuidado aos sensíveis. O filme não tem censura alguma nas imagens e vídeos envolvendo o antigo consumo excessivo de drogas pela banda. Em determinada cena de uma turnê na Europa durante anos 90, , são mostradas montanhas de cocaína (juro) em cima de uma mesa, por exemplo.
Guidable tem a direção de Fernando Rick e Marcelo Appezzato, convidados pela própria banda, em 2006. Fernando Rick ganhou a atenção dos Ratos ao dirigir o videoclipe de “Covardia de Plantão” do disco “Homem Inimigo do Homem”.
O filme foi lançado pelo selo Black Vomit Filmes e tem sido exibido em sessões em todo o país. informações sobre a agenda podem ser conseguidas no site oficial da Black Vomit aqui. Os produtores estão agilizando as vendas até o fim do ano e parece que o filme virá com bastante material bônus divididos em dois DVDs.
Confira o trailer aqui!

Por RAFAEL LAMIM

guidable

Finalmente concluído, o documentário Guidable – A verdadeira História do Ratos de Porão retrata em vídeo os 30 anos de carreira da banda paulista de hardcore e já está em exibição no Brasil.

Em 121 minutos, entrevistas com integrantes, ex-integrantes, amigos e personagens importantes da cena hardcore brasileira montam a biografia do grupo, disco por disco. O material se completa com vídeos e fotos inéditas do Ratos desde seu início.

O documentário mostra como a banda conseguiu superar uma série de dificuldades comuns a bandas de rock (troca de integrantes, drogas, problemas de saúde) e cativou público entre seguidores do punk, do hardcore e do metal. Também explica que a alcunha de “traidores” vem de muito antes do vocalista João Gordo ter “traído o movimento” ao tornar-se apresentador da MTV Brasil.

Divertido do começo ao fim, Guidable (termo criado pelos próprios integrantes da banda para definir confusão mental e que se pronuncia “guidáble”, em português, mesmo) é recomendado até para quem não é fã da banda. Só peca por ser longo (duas horas), vide a extensa carreira e discografia da banda.

E falando em carreira, cuidado aos sensíveis. O filme não tem censura alguma nas imagens e vídeos envolvendo o antigo consumo excessivo de drogas pela banda. Em determinada cena de uma turnê na Europa durante os anos 90, são mostradas montanhas de cocaína (juro) em cima de uma mesa, por exemplo.

Guidable tem a direção de Fernando Rick e Marcelo Appezzato, convidados pela própria banda, em 2006. Fernando Rick ganhou a atenção do Ratos ao dirigir o videoclipe de Covardia de Plantão, do disco Homem Inimigo do Homem (Deckdisc, 2006).

O filme foi lançado pelo selo Black Vomit Filmes e tem sido exibido em sessões em todo o país. informações sobre a agenda podem ser conseguidas no site oficial da Black Vomit aqui. Os produtores estão agilizando as vendas até o fim do ano e parece que o filme virá com bastante material bônus divididos em dois DVDs.

Confira o trailer aqui!

Bora disseminar via Twitter: http://wp.me/pdGj4-DD

Será que seria algo parecido com isso?

Quarta-feira, 15 de julho, naquela taaaarde vazia em Brasília, ligo o rádio. Cultura FM, Executiva, Antena 1, Jovem Pan, Transamérica. Epa! O que é isso? Transamérica com showzinho ao vivo a uma e pouca da tarde?

NX Zero no ar. Pensei seriamente em desligar, mas o papo dos caras era bacana e as músicas ao vivo têm uma pegada muito boa. Não encontraram ainda a fórmula da Coca-cola, é verdade, mas podem estar no caminho. Por que não? Acho que o que mais me impressionou no repertório, além da qualidade musical – que eu desconhecia -, foi o cover de Use Somebody, do Kings Of Leon, que eles citaram como influência e apontaram como um “clássico do futuro”. Ficou bem maneira. Acreditem. Vi aqui que a faixa está nos setlists da turnê.

Depois teve o pessoal do Glória, que mudou um pouco de estilo e está mais interessante, com duas vozes: uma normal e outra tipo a do Eric, da Maldita. E, desse jeito, mandaram muito bem não só as músicas próprias, mas também o cover de Admirável Chip Novo, da Pitty.

Fui procurar registros na web e achei o show da Fresno, que foi na véspera. Muito bom também. Talvez o melhor dos três que eu ouvi. Dessa leva emo, a Fresno é a minha favorita, mas confesso que nunca parei pra ouvir um disco deles, também. A quem interessar possa, o cover que eles fizeram foi de Billie Jean, do MJ.

É curioso como tudo é tão plástico, que o disco cheira a falsidade. E isso é muito ruim para esses caras.  Se bem que alguns veteranos também andam lançando discos caidíssimos, mas fazem shows sensacionais.

Um amigo me “apresentou” à Fresno através da faixa Milonga. Não sei nem de que disco é e estou com preguiça de procurar. O que vale dizer é que a composição flerta com uma sonoridade mais eletrônica e ficou bem interessante. Agora, quinta (16), 19h47min, a Fresno está ao vivo no Show MTV.

Mas qual é o problema dessas bandas? É que essas musiquinhas sentimentais que tocam na rádio, com temática corna, só fazem a cabeça de quem está naquela fase de descobrir a vida, descobrir o amor. Pra gente, soa meio ridículo tudo isso.

Fato é que há quem goste e os caras descobriram este filão. E aí, são mais felizes do que muuuitos músicos que não se curvam a nada e precisam trabalhar em mil lugares, enquanto a música fica em segundo plano e, aos poucos, vão ficando frustrados e largam suas bandas. É importante ter uma relação boa com o mercado. Inegável que essa galera encontrou bons produtores e bons marketeiros também.

E não são infelizes. Você ouve as músicas de um show promocional desses (costuma render entre seis e dez faixas) e percebe que há composições muito boas, que poderiam rolar, tranquilamente, numa rádio rock alternativa. Ou seja, palmas pra eles. Palmas e gritinhos, se você for menina (ou se, mesmo não sendo, curtir; vá saber!), porque eles também investem no apelo visual: tatuagens, roupas, cortes de cabelo, piercings e alargadores…

Além da música, da boa administração das carreiras e do cuidado com o visual, outro aspecto admirável nestes grupos emos (pelo menos os que eu conheço – que somam aí ao menos uma dezena) é que os caras são extremamente profissionais. Não fazem mil exigências, cumprem com muita competência a parte deles nos eventos e não dão a menor dor de cabeça com bebedeiras nem drogas. Só o que dá problema é mulherada, mas são ossos do ofício. Não é à toa que têm shows marcados de norte a sul, de leste a oeste do país, com agendas que muitos veteranos sonhariam ter.

A pergunta que não quer calar: eles são rock? Sim. São. É o novo rock, sem muitos excessos (infelizmente a maior parte dos nossos ídolos morreram em decorrência destes excessos, como drogas injetáveis, inaláveis, tragáveis, bebidas, remédios, compulsão, sexo… uma pena) e inserido nesse contexto mercadológico. Isso é ruim? Não. Em todas as gerações tivemos artistas de rock incríveis que, em maior ou menor proporção, se renderam ao mercado sem perder o prestígio. E todos deram certo: Beatles, Roberto Carlos, Clash, Titãs, U2 e poderia citar mais um monte. E é este apelo comercial que faz o rock permanecer na mídia, já que dá pra contar nos dedos da mão o número de veículos de comunicação que abrem espaço para os alternativos e/ou independentes.

Então, encerrando esta semana do rock [que – não sei se perceberam – a gente falou de rock nas entrelinhas, porque ninguém merece ficar sendo massacrado com um assunto só (recentemente fizemos isso com o MJ; precisamos respirar, né?)], desejamos muito sucesso pra essa rapaziada nova e também para quem está do outro lado, investindo numa linha mais experimental e menos comercial.

Para quem acha que tudo o que toca no Faustão ou na Jovem Pan é lixo, uma dica: se liga, mané!

O rock sempre foi POP(ular) e sempre teve esse lance de uma banda ser mais comercial e a outra ser mais experimental. O ideal é que de vez em quando estas duas pontas se unam e façam shows, programas de TV, coletâneas…

Chega de segregação no rock! A atitude rock sempre foi de aglomerar e não de separar as pessoas. De colocar o som alto, juntar a galera e celebrar o rock’n roll.

Viva o rock!

Ok, não que ele seja flor que se cheire, mas é que o Dado Dolabella nunca havia nos suscitado muitos sentimentos além da indiferença. Até que ele foi preso por debochar uma determinação meio louca da Justiça – e não por descumpri-la. Eis a foto do fanfarrão zoando (linguinha+trena):

dadodolabella1

Batou isso! Já o admiramos, porque ele não traiu o movimento dos zoadores de plantão.

O melhor é que ele entrou e saiu da cadeia de cara boa, sem agredir ninguém, nem resistir à prisão. Zoado Dolabella, nosso novo ídolo. Ok, nem tanto.

O Depeche Mode, que anunciou pra abril o lançamento do álbum Songs Of The Universe, confirmou para outubro a passagem da Tour Of The Universe pela América Latina. Brasil incluído. Será que eles vêm ao Tim Festival? Seria lindo, não?

Bom, a banda acabou de lançar o vídeo oficial do single Wrong, que já bomba nas rádios gringas e por aqui, ninguém nem tchum. Seria uma outra boa notícia pros fãs brasileiros, mas aí você entra no canal oficial dos caras no YouTube e surge um simpático recado: “Este vídeo não está disponível no seu país”. Como assim???

Enfim, descolamos uma apresentação do som ao vivo, durante o Echo Awards, que rolou em Berlim, no último dia 21:

Assim que o petardo vazar, a gente conta se vale a pena ou não se descabelar se nenhum vídeo oficial chegar ao Brasil via YouTube.

Tomara que, pelo menos, passe na MTV, que voltou a dedicar graaande tempo da sua grade à transmissão de videoclipes e não daquele monte de abobrinhas que ninguém aguentava mais.

GAROTO DE PROGRAMA SE DIZ VÍTIMA DE SADOMASOQUISMO NO APARTAMENTO DO CANTOR

Karma karma karma

Karma karma karma

A gente bem que avisou e tá aí: 15 meses em regime fechado. A que ponto chegamos, Boy George?

De acordo com o rapaz Audun Carlsen, de 29 anos, que está sendo tratado como mister Carlsen pela imprensa sensacionalista britância, em abril do ano passado Boy George o levou pro flat onde mora, em Londres. Lá, eles… Prefiro não comentar! Mas enfim, depois de tudo, o ex-líder do Culture Club, supostamente na paranóia, achou que o cara tivesse pego fotos… ahnnn… fotos privadas de seu laptop. Nem teve dúvida: inciou uma sessão de tortura sadomasoquismo. Amarrou o garotão na cama e deu-lhe umas chicotadas (ok, não era chicote, mas me faltou o termo) com uma corrente de metal.

Ainda segundo o piranho, Boy George teria falado assim: “Perdeu playboy! Agora você vai ter o que merece” (scataplaft!).

Na hora de se defender, George O’Dowd (verdadeiro nome o cantor) se recusou a apresentar provas. O irmão de Boy George conta que ele fez isso para não envergonhar a própria mãe. Imagina, né? Assim, a dona coroinha lá só vai saber o que o filhinho dela anda aprontando por aí se ler os tablóides, assistir a TV, ouvir rádio, entrar na internet ou se aquela amiga fofoqueira ligar pra perguntar os detalhes.

Numa ilha deserta, certamente, a senhora Dowd conseguiria ser preservada.

Agora, o pior de tudo é que rola uma versão bacana do Boy George para Yes We Can (sabem do que estou falando, né?), mas, preso, ele vai perder a posse terça-feira. [Aliás, a MTV Brasil vai transmitir a festa da posse – não o Obamafest, ok – na madrugada de terça pra quarta, 1h da manhã.] A seguir, Boy George e a sua homenagem ao novo presidente dos EUA:

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O GARI aqui foi ontem ao Circo Voador, no Rio de Janeiro, assistir ao show do Bloc Party. Como todos esperavam, foi um showzasso! Como nem todos esperavam, foi ao vivo. Conseguiram se redimir muito bem do mico pago no mês passado, durante a premiação da MTV Brasil.

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Diferente daquela aura de falsidade fria que o playback conferiu aos caras no VMB, desta vez a apresentação foi bastante visceral. A gente percebia que o quarteto estava ali. O vocal e a guitarra de Kele Okereke sofria intervenções de samples, sintetizadores e pedais, ao vivo. Bem como a guitarra de Russell Lissack, que fazia os riffs mais “eletrônicos”. O tímido Gordon Moakes, com seu baixo discreto, foi o que menos apareceu, já que o batera Matt Tong parecia ser daqueles tímidos que gostam de parecer enturmados. O “figurino” dele, se é que se pode chamar uma samba-canção de figurino, provocou risos na platéia.

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O show começou pouco depois das 23h, com o Kele Okereke falando, em português: “Olá. Nôs sômos os Bloc Party”. A primeira música, Hunting For Witches, foi uma das três faixas do disco A Weekend In The City, lançado no ano passado e considerado o mais fraco dos três álbuns da banda, apesar de ter outros dois singles muito bons, que também estavam no repertório do show: The Prayer e Song For Clay (Disappear Here).

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Do disco de estréia, Silent Alarm (2005), foram oito faixas e do recém-lançado Intimacy, o Bloc Party tocou sete músicas. Entre elas, os hits que tocaram nas pistas das festas mais hypadas dos últimos três anos, Banquet e Helicopter. Esta, aliás, encerrou o primeiro bis, de forma caoticamente organizada. Explico! Quando a banda abandonou o palco pela primeira vez, voltou para o bis e informou que nem sempre eles voltavam, mas enfim… Tocaram quatro músicas e, na hora que iam sair, viram o palco ser invadidor por umas 20 pessoas. Uma confusão! Minutos antes, logo no começo de Helicopter (veja o vídeo a seguir), Kele Okereke já havia se livrado de um fã mais exaltado que derrubara o microfone.

E não é que depois de toda essa confusão o Bloc Party ainda voltou para uma segundo bis? Dessa vez, com duas faixas que não estavam no repertório: Price of Gas e She’s Hearing Voices, que encerrou o show. Neste encerramento, aliás, o Kele teve o auxílio luxuoso de uma fã que fez uma dancinha digna de uma “Mama África”. “Rendia um clipe”, observou o DJ-radialista-produtor-etc José Roberto Mahr.

Claro que o público também invadiu o palco neste, que foi o final de verdade. No vídeo acima, o vocalista Kele Okereke, faz jus ao ditado de que “o artista deve estar onde o povo está” e se joga no meio do público, antes que o pessoal invadisse opalco novamente. Olha só quanta gente em cima do palco! Isso lembrou o show dos Stooges no Claro Q É Rock de 2005.

Já passava de meia-noite e meia quando a festa acabou e o fôlego do público também. Ou não? O importante é que eles conseguiram tirar a má impressão e mostraram que sabem mandar bem. Que voltem logo ao Brasil!

Eis o setlist.

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Para ver as fotos e o setlist em tamano maior, é só clicar em cima das imagens.