Posts com Tag ‘Michael Jackson’

Eeeeu deveria estar fazendo minha monografia, mas vim aqui postar sobre o Vale Open Air por alguma razão obscura… ah, sim! Por que eu comprei ingressos pra ir no Vale Open Air no dia em que entrego a bendita. Então, qualquer que seja o resultado final, eu vou estar comemorando…

Esse evento já foi da Vivo, da Claro, agora foi pra Vale…. ano que vem vai ser de quem, do Eike Batista? Da Dilma? Da Geisy? Quem viver verá… Anyway, é aquele esquema de cinema + show no Jóquei do Rio, tela gigantona. Sounds nice.

Ingressos já a venda no Ingresso.com.br. A meia é 20 pila, mais R$ 3,00 de serviço. Olha, pra 1 ou 2 filmes + show ou festa tá de ótimo tamanho!!

Vamos à programação (crédito para o auxílio d’O Globo):

25/11: Filme: “Histórias de amor duram apenas 90 minutos”/ Show: Villa-Lobinhos

Filme brasileiro-argentino com o casal Caio Blat e Maria Ribeiro. Uhmm… próximo!

26/11: Filme: “Julie & Julia”/ Show: Spok Frevo Orquestra

Tão falando muito bem desse filme por aí… é com a Meryl Streep e Amy Adams, sobre alguma coisa com culinária e lições de vida. Certo. Próximo!

27/11: Filme: “O fantástico Sr. Raposo”/ “Alguém tem que honrar essa derrota” (curta)/ Show: Casuarina

Wes Anderson fazendo animação. Wes Anderson. Eu não sei PORQUE eu vou perder isso, mas provavelmente não poderei ir. Triste.

28/11: Filme: “O mundo imaginário do Dr. Parnassus”/ Festa: Moo

Filme de Terry Gilliam, ex-Monty Phyton, última aparição de Heath Ledger nas telas. Tô por fora dessa festa Moo, te que ir com estampa da vaquinha?

29/11: Filme: “Planeta 51″/ Show: Monobloco

Opa, esse é sobre a criação da fábrica da Caninha da Roça em Pirassununga – SP, e todos os percalços que os criadores da famosa aguardente tiveram que passar pra levar à frente esse sonho. Tá, mentira, eu não faço ideia sobre o que fala esse filme. Joguei no Google, é uma animação de alieníegena. Não preciso explicar “Monobloco”, né?

01/12: Filme: “Eu te amo Phillip Morris”/ “Palíndromo” (curta)/ Show: Lucas Santanna

Filme com Jim Carrey e Ewan McGreggor fazendo par romântico. Rolam saliências com Rodrigo Santoro (será que ele tem falas?). Caso encerrado.

02/12: Filme: “A todo volume”/ Show: Mestres da Guitarrada

Esse documentário é um dos melhores que eu já vi na V-I-D-A. É muito lindo. É emocionante. Reúne Jack White, The Edge e Jimmy Page pra falar sobre a guitarra e o rock’n’roll e everything in between, é tipo de chorar. Eu cantei no cinema, ficaram reclamando. Coisa de recalcado.

03/12: Filme: “Atividade paranormal”/ “Vinil verde” (curta)/ Show: Mart’nália

Atividade Paranormal brilhou muito no Twitter. Aparentemente foi feito com pouca grana e tá bombando lá fora. Eu sou bobinha e tenho medas de filme assim. Todas as outras pessoas normais podem curtir.

04/12: Filme: “Veludo azul”/ “De resto” (curta)/ Festa: Pitada, com Paraphernalia

Clássico de David Lynch.

05/12: Filme: “Zumbilândia”/ Festa: I Love Pop

Outro filme que tá bombando lá fora, com Woody Harrelson.

06/12: Filme: “Sea of darkness” (vídeo na tenda)/ “Bra boys”/ Show: Orquestra Voadora

Não sei o que é isso de (vídeo na tenda). Orquestra Voadora é algo que eu deveria saber falar sobre, mas não sei. Parece legal, eles, tipo… voam mesmo?? hihi

08/12: Filme: “Vício frenético”/ Show: Musicomédia

Tive que jogar no Google pra descobrir que “Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans” virou isso de “Vício Frenético” aqui no Brasil. Pombas, hein! Bom, é o novo do Werner Herzog (você viu “Kaspar Hauser”? Teve aula com o Freund?), com Nicholas Cage, Eva Mendes, aborda o contexto do furacão Katrina que assolou Nova Orleans.

09/12: Filme: “Macunaíma”/ Show: Ana Cañas e Maria Gadú

Clássico do cinema nacional com Grande Otelo. Ana Cañas e Maria Gadú são as novas revelações da música popular brasileira, por talento ou por força da repetição de que são as novas revelações da música popular brasileira estilo mantra Ad nauseum.

10/12: Filme: “Hedwig: Rock, amor e traição”/ Festa: Dancing Cheetah

Filme glam que já virou tipo clássico moderno. Vá de boá no pescoço e purpurina.

11/12: Filme: “Tudo pode dar certo”/ “Nova York, eu te amo”/ Show: The Whitest Boy Alive

Novo do Woody Allen, com Larry David e Evann Rachel Wood (Manson). Todo mundo diz que é ótimo. “I Love NY” é da série que já rendeu “Paris Je t’aime”. Deve ser bom. Whitest Boy Alive tem o Erlend Oye, metade do Kings of Convenience e pra mim isso já basta.

12/12: Filme: “Entre irmãos”/ “Yansan” (curta)/ Festa: Calzone

Coisa de soldados americanos indo pro Afeganistão. No elenco, Natalie Portman, Tobey Maguire, Jake Gyllenhaal… desculpa aí quem curte, a Natalie até que passa mas o Tobey e o Jake são dois insossos e com cara de paisagem a la Murilo Benício que me irritam.

13/12: Filme: “This is it”/ Shows: Cordão do Boitatá e Exalta Rei

Se alguém ainda não sabe, é o documentário póstumo de Michael Jackson, que quase sai antes do enterro do pobre. Vai ser mó festa da misturebância, puro pop de Michael, bloco de samba e choro. Don’t stop til you get enough.

Ufa, the end. Pra quem vai, divirta-se. Não moro na Zona Sul, pra mim a Gávea é o fim da linha. Eu vou mas não sei se volto. Espero achar um montinho de feno pra descansar a cabeça…


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E aí? Saudades das nossas resenhas? Pois preparamos duas pro seu fim de semana. Uma para sexta e outra para sábado.

Haviam me falado que a banda era boa e tal, mas sabe aquelas coisas que a gente só acredita vendo? Pois é. Foi o que aconteceu comigo ao ver a rapaziada da Gloom (GO) no palco do Landscape, em Brasília, no último dia 6.

gloom1Quando o show começou, comentei com alguém que a vocalista Niela me lembrava – afe! – a Mallu Magalhães. Felizmente era apenas uma primeira impressão, que, diga-se, não ficou. Uma vozinha que faz milagres no palco, junto com sua guitarra… Me remeteu à Fernanda Takai, por quem eu tenho uma admiração absurda. Do oito ao oitenta somente nas notas iniciais.

Não. Não lembro os nomes das músicas que tocaram, muito menos a ordem. Estava conhecendo ali a banda Gloom, que faz um som cheio de grooves e intervenções que não nos permitem rotulá-los, com um animadíssimo duo de sopro (com nome de dupla sertanoja: Yuri e Iann), que nos remete aos negões que acompanham Amy Winehouse. Tudo bem que eles são branquinhos, não usam terno, pedem cerveja o tempo todo, mas são muito animados. Daqueles que tocam fogo no puteiro, mesmo.

A banda traz ainda o sintetizador, o teclado e o vocal do Davi, o baixo e a voz do Goiaba e a bateria do Rodrigo.

gloom2Como já escrevi, rotular a banda é difícil, mas posso dizer que as músicas trazem elementos desde aquele sambão de raiz até as batidas mais hypadas dessa onda de misturar rock com música eletrônica, passando pelo ska, pelo indie e até pelo pop de Michael Jackson (ok, isso já nos cansou). Algumas pessoas falaram que a Gloom remete muito ao Rio de Janeiro. É. Pode ser. Sou carioca, criado lá, cheguei a Brasília há dois meses e acho que não me remete muito ao Rio porque não tem bandas assim lá.

Talvez o bom ska do Madame Machado, o indie sensacional do Rockz, os experimentalismos regionais do Manacá, a malemolência de João Brasil… tudo isso junto.

O show da Gloom durou uns espetaculares quarenta minutos (talvez mais), com direito ao segurança da casa vindo dizer que precisavam encerrar o show, mas ainda podiam tocar mais uma. Encerraram com um cover de “Billie Jean”, com Yuri (ou seria Iann? Duplas sempre me confundem) imitando o MJ. Você vê uma performance gravada no pub Bolshoi, em Goiânia, a seguir.

Uma pena é que o MySpace deles só tem três músicas. Bom, mas se você quiser curtir, basta acessar www.myspace.com/bandagloom e/ou dar um voadão hoje no Festival Vaca Amarela, em Goiânia Rock City.

Para twittar: http://wp.me/pdGj4-Cv

Vamos à comemoração musical pelos 40 anos da chegada dos astronautas norteamericanos à Lua!










E, como não podia deixar de ser, Michael Jackson fazendo o moonwalk em uma verdadeira coletânea e, depois, um intensivão pra você aprender a fazer o passo mais pop do Rei do Pop:


Quarta-feira, 15 de julho, naquela taaaarde vazia em Brasília, ligo o rádio. Cultura FM, Executiva, Antena 1, Jovem Pan, Transamérica. Epa! O que é isso? Transamérica com showzinho ao vivo a uma e pouca da tarde?

NX Zero no ar. Pensei seriamente em desligar, mas o papo dos caras era bacana e as músicas ao vivo têm uma pegada muito boa. Não encontraram ainda a fórmula da Coca-cola, é verdade, mas podem estar no caminho. Por que não? Acho que o que mais me impressionou no repertório, além da qualidade musical – que eu desconhecia -, foi o cover de Use Somebody, do Kings Of Leon, que eles citaram como influência e apontaram como um “clássico do futuro”. Ficou bem maneira. Acreditem. Vi aqui que a faixa está nos setlists da turnê.

Depois teve o pessoal do Glória, que mudou um pouco de estilo e está mais interessante, com duas vozes: uma normal e outra tipo a do Eric, da Maldita. E, desse jeito, mandaram muito bem não só as músicas próprias, mas também o cover de Admirável Chip Novo, da Pitty.

Fui procurar registros na web e achei o show da Fresno, que foi na véspera. Muito bom também. Talvez o melhor dos três que eu ouvi. Dessa leva emo, a Fresno é a minha favorita, mas confesso que nunca parei pra ouvir um disco deles, também. A quem interessar possa, o cover que eles fizeram foi de Billie Jean, do MJ.

É curioso como tudo é tão plástico, que o disco cheira a falsidade. E isso é muito ruim para esses caras.  Se bem que alguns veteranos também andam lançando discos caidíssimos, mas fazem shows sensacionais.

Um amigo me “apresentou” à Fresno através da faixa Milonga. Não sei nem de que disco é e estou com preguiça de procurar. O que vale dizer é que a composição flerta com uma sonoridade mais eletrônica e ficou bem interessante. Agora, quinta (16), 19h47min, a Fresno está ao vivo no Show MTV.

Mas qual é o problema dessas bandas? É que essas musiquinhas sentimentais que tocam na rádio, com temática corna, só fazem a cabeça de quem está naquela fase de descobrir a vida, descobrir o amor. Pra gente, soa meio ridículo tudo isso.

Fato é que há quem goste e os caras descobriram este filão. E aí, são mais felizes do que muuuitos músicos que não se curvam a nada e precisam trabalhar em mil lugares, enquanto a música fica em segundo plano e, aos poucos, vão ficando frustrados e largam suas bandas. É importante ter uma relação boa com o mercado. Inegável que essa galera encontrou bons produtores e bons marketeiros também.

E não são infelizes. Você ouve as músicas de um show promocional desses (costuma render entre seis e dez faixas) e percebe que há composições muito boas, que poderiam rolar, tranquilamente, numa rádio rock alternativa. Ou seja, palmas pra eles. Palmas e gritinhos, se você for menina (ou se, mesmo não sendo, curtir; vá saber!), porque eles também investem no apelo visual: tatuagens, roupas, cortes de cabelo, piercings e alargadores…

Além da música, da boa administração das carreiras e do cuidado com o visual, outro aspecto admirável nestes grupos emos (pelo menos os que eu conheço – que somam aí ao menos uma dezena) é que os caras são extremamente profissionais. Não fazem mil exigências, cumprem com muita competência a parte deles nos eventos e não dão a menor dor de cabeça com bebedeiras nem drogas. Só o que dá problema é mulherada, mas são ossos do ofício. Não é à toa que têm shows marcados de norte a sul, de leste a oeste do país, com agendas que muitos veteranos sonhariam ter.

A pergunta que não quer calar: eles são rock? Sim. São. É o novo rock, sem muitos excessos (infelizmente a maior parte dos nossos ídolos morreram em decorrência destes excessos, como drogas injetáveis, inaláveis, tragáveis, bebidas, remédios, compulsão, sexo… uma pena) e inserido nesse contexto mercadológico. Isso é ruim? Não. Em todas as gerações tivemos artistas de rock incríveis que, em maior ou menor proporção, se renderam ao mercado sem perder o prestígio. E todos deram certo: Beatles, Roberto Carlos, Clash, Titãs, U2 e poderia citar mais um monte. E é este apelo comercial que faz o rock permanecer na mídia, já que dá pra contar nos dedos da mão o número de veículos de comunicação que abrem espaço para os alternativos e/ou independentes.

Então, encerrando esta semana do rock [que – não sei se perceberam – a gente falou de rock nas entrelinhas, porque ninguém merece ficar sendo massacrado com um assunto só (recentemente fizemos isso com o MJ; precisamos respirar, né?)], desejamos muito sucesso pra essa rapaziada nova e também para quem está do outro lado, investindo numa linha mais experimental e menos comercial.

Para quem acha que tudo o que toca no Faustão ou na Jovem Pan é lixo, uma dica: se liga, mané!

O rock sempre foi POP(ular) e sempre teve esse lance de uma banda ser mais comercial e a outra ser mais experimental. O ideal é que de vez em quando estas duas pontas se unam e façam shows, programas de TV, coletâneas…

Chega de segregação no rock! A atitude rock sempre foi de aglomerar e não de separar as pessoas. De colocar o som alto, juntar a galera e celebrar o rock’n roll.

Viva o rock!

Indicamos a leitura do post Michael Jackson, Jim Morrison, Farrah Fawcett, no blog O Martelo, do grande Carlos Lopes – o cara que adooora uma teoria da conspiração (ou você não percebeu no título?). Tanto que sugere: “Terá Michael Jackson virado santo?”

Pra ler, clique aqui.

Agora, sim, descansemos todos em paz. Nós, até segunda-feira. Michael, para sempre.

michael_jacksonPra encerrar, as homenagens, vamos reler o que foi publicado sobre Michael Jackson neste “um ano no ar” de LIXEIRA DO POP:

30/3/2009: treta com o Peta
5/3/2009
: será que fomos nós que zicamos?
27/1/2009: Michael trabalharia num musical baseado em Thriller

Outros posts do LIXEIRA DO POP em que Michael Jackson é citado.

R.I.P. Michael Jackson!

Thriller_capaA morte de Michael Jackson fez disparar a venda de discos dele no Reino Unido e nos Estados Unidos. Como se não bastasse já ter um de seus discos no posto de mais vendido de toda a história. Ele era o cara!

A Rolling Stone fez um especial com as capas dos discos do Michael Jackson.

Os artistas continuam se manifestando sobre a morte de Michael Jackson:

M.I.A.: “MiCHAEL JACKSON. As primeiras palavras que eu falei. O futuro vai ser um saco!”.
Lily Allen: “Michael Jackson está morto? Nem fudendo!”.
Pete Wentz: “Nunca senti isso em minha vida. Se é verdade, que descanse em paz. A última lenda.”
Mark Hoppus (Blink 182): “Primeiro álbum que eu comprei foi Thriller. Com o dinheiro do meu aniversário. No cassete. Para o meu walkman novinho em folha. Verdade. Descanse em paz”.

Veja mais declarações aqui.

Não consigo parar de chorar por causa dessa triste notícia. Sempre admirei Michael Jackson. O mundo perdeu um dos melhores, mas sua música viverá para sempre! Mando meu coração aos seus três filhos e família. Deus abençoe.