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Nem preciso explicar o vídeo da Míriam Leitão, né?

Esse vem do blog Quanto Tempo Dura, por indicação da Sarita Bastos 😉 Valeu, Sarita!

Se você tuitar esta URL nos últimos 20 minutos, uma coisa boa acontecerá na sua vida nos próximos cinco… anos: http://wp.me/pdGj4-EP

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A rapaziada carioca do site Galo Frito, que já havia lançado os vídeos hilários da Dança do Lula e Dança do Obama, strikes again e me aparece com a Aprenda a dançar com o Sarney:

E se você não viu ainda…


Boa semana a todos!

Tutty.ilustra1_02O Tutty Vasques é um dos nossos herois no colunismo de humor no jornalismo. Escreve para o Esatadão. Também lemos Zé Simão, na Folha, e Agamenon (aka Casseta&Planeta) n’O Globo. Mas o assunto aqui é a coluna do Tutty, que faz observações nem tão engraçadas, mas um tanto quanto perspicazes sobre futebol. Por exemplo, hoje:

Aí onde você mora alguém foi pra janela gritar “é campeão!”?

É uma das características mais marcantes da era Dunga: os jogadores comemoram mais que a torcida!

O próprio Galvão Bueno já não vibra como antigamente.

Mas o que o GARI aqui curtiu mesmo foi a de ontem:

Uma dúvida cruel tem tirado o sono de Lula: Joel Santana é uma pessoa comum? Desde que criou o conceito de improviso para incluir José Sarney fora dessa, o presidente anda bastante confuso a respeito. Que diabos, afinal, é uma pessoa comum? (…)

O atual treinador da Seleção da África do Sul está virando uma espécie de Lula do futebol: diz as maiores maluquices, agora em dois idiomas, e todo mundo acha o maior barato. Joel Natalino Santana, assim como o presidente da República, tem esse poder de fazer soar genial o que dito pelo Dunga ou pelo Hugo Chávez pareceria pura estupidez. “Eu não tenho currículo, tenho testamento” – ooooohhhh! “Meu time não olha para trás, só olha para frente” – uau! “Decidi privatizar a disciplina” – cacilda! “Bufana Bufana play match very good!” – é mole?!

Trata-se de um raro espécime de brasileiro básico bem sucedido. (…)

Texto completo aqui. E deixo você com o Funk do Joel. Libeeerta, deejay!

Estandarte

Estandarte

Eu não curto Carnaval. Mas recebi por e-mail email (reforma ortográfica!) do Rafa Maia e compartilho com vocês o samba do bloco Imprensa Que Eu Gamo. Trata-se de um famoso bloco carnavalesco aqui do Rio, formado por profissionais da imprensa – daí o trocadilho.

Como jornalista trabalha nos dias de folia, o jeito foi botar o bloco na rua antes. Então, a quem interessar possa, o Imprensa Que Eu Gamo sai neste sábado, dia 7, em Laranjeiras. A concentração é ao meio-dia, no Mercadinho São José e a saída, às 14h.

Eis o samba:

No Carnaval do Imprensa, quem dá ordem é o Rei Momo
(Barack Obama, Osama Bin Laden, Elton John, Madonna, Jesus, Cícero do Capela e mendigos da Cinelândia)

O Imprensa vem lançar a utopia
Manchetes para este Carnaval
Que bom se não fosse fantasia
Rei Momo editor do meu jornal

Obama toma um porre com Osama
E seu Fidel saiu chamando o Raul
Nós vamos mandar “paz” pra Bagdá
A Zona Norte abraçou a Zona Sul

Que papo é esse? Cada um no seu quadrado?
No Mercadinho, “tamu junto e misturado”
Que maravilha, pode aplaudir
Ô abre alas, nosso bloco vem aí

A chuva cai, mas não inunda
Nada de crise, cerveja abunda
Até o Lula é meu leitor
Não tem mais choque e meu Rio é só amor

Imprensa que eu Gamo, e como!
Em Laranjeiras quem dá ordem é o Rei Momo
Sarney de novo, mas que mancada
Lá em Brasília tá faltando sapatada

A gente jura que volta a escrever sobre música depois dessa, mas é importante.

criação da agência de publicidade Grey New York

Obama branco e McCain negro: criação da agência de publicidade Grey New York

No últimos dias, muita gente veio comentar que a imprensa brasileira está cobrindo tão bem as eleições nos EUA, mas não foi capaz de fazer o mesmo aqui no Brasil. Bom, sem querer ser corporativista, parto em defesa dos coleguinhas (como os jornalistas se tratam). O problemas é que no Brasil, a legislação eleitoral restringe demais a liberdade de imprensa. Vocês devem lembrar que a revista Veja e o jornal Folha de São Paulo foram alvos de ações judiciais altamente restritivas da censura, que agora age togada.

Não quero defender ataques gratuitos aos políticos, mas bem sabemos que, por mais “de esquerda” ou por mais “de direita” que sejam os grandes veículos de comunicação brasileiros, em geral, existe uma responsabilidade muito grande quanto àquilo que é veiculado. Se existe embasamento, fundamentação, é, sim, um ato de censura proibir a publicação de uma reportagem ou punir um jornal ou uma revista.

Outro aspecto interessante é que a legislação prevê que todos os candidatos majoritários (aos cargos de prefeito, governador e presidente) recebam dos jornais, revistas, rádios e TVs o mesmo espaço. Aí, temos problemas como:
1) tem candidado que não rende uma notinha de rodapé;
2) é razoável cobrar este comportamento das emissoras de rádio e TVs abertas, uma vez que as freqüências em que operam são concessões públicas, mas os jornais e revistas são propriedades privadas e, sinceramente, acho muito ruim o governo ficar interferindo; é como se você tivesse uma birosca e só trabalhasse com Ambev e o governo te obrigasse a trabalhar com a Coca-Cola;
3) será que o governo não tem mais o que regular? Os critérios de regulação das companhias telefônicas, por exemplo, foram adaptados de modo a favorecer a compra da Brasil Telecom pela Oi, que, agora, domina o setor em todo o país e tem uma história mal contada envolvendo o filho do Presidente da República;
4) os anúncios governamentais mantêm as mídias eletrônica e impressa e, só por isso, grande parte dos jornais, revistas, rádios e TVs aceita as regras sem questionar; pior para o público.

Agora, você acha que, numa eleição, os nossos governantes (dos três Poderes), muitos com os dois pés na lama, vão deixar a imprensa livre para informar a população? Acho que não… Dificilmente Barack Obama conseguiria se tornar presidente num país como o Brasil. Os norte-americanos, com uma imprensa livre (pero no mucho) fizeram ontem a festa da democracia deles. A nossa, parece que só virá – se vier – num futuro muito distante.

Circula pela web…

Publicado: 4/novembro/2008 em Direto pro lixo
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Depois do P.A.C. (PÃO, ÁGUA e CIRCO), Lula vai criar mais 6 novos programas para comemorar o desempenho petista nas eleições:

1 – Base de Operações Legislativas Avançadas – B.O.L.A.

2 – Programa Intensivo de Auxílio Didático ao Analfabeto – P.I.A.D.A.

3 – Programa de Revisão Orientado para o Próprio Interesse nas Nomeações em Autarquias – P.R.O.P.I.N.A.

4 – Mensuração da Eficiência Real das Decisões Administrativas – M.E.R.D.A.

5 – Serviço de Apoio aos Companheiros que Atuam Nacionalmente, Aliciando Governadores, Empresários e magistrados – S.A.C.A.N.A.G.E.M.

6 – Fundo para Operações Destinadas aos Apadrinhados e Servidores – F.O.D.A-SE

Você não viu a entrevista (mais uma!) com o Rogério Skylab ontem no ?

Bom, ele revelou, entre outras coisas, que não trabalha mais no Banco do Brasil, mas – pasme! – continua recebendo salário, devido a um generoso acordo. O governo Lula é uma mãe! O Ozzy Osbourne brasileiro aproveita ainda para reafirmar a importância dos travestis na cultura contemporânea e aconselhou o Ronaldo a assumir que gosta de travecos. É claro que ele também cantou e tal…

Enfim, como a gente é tão fã do Skylab quanto o Gordo, lá vai a entrevista, dividida em três partes:



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