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Eis que a gente – sempre ligado na CNN e no Gigwise (quando não está vendo Big Brother, Glee ou Two and a Half Men) – não viu que o Bono já havia se mobilizado pelas vítimas no Haiti e perguntou no Twitter onde ele estava.

A sempre querida Selma Boiron avisou que já havia falado sobre o Bono na quarta-feira (dia 20), no seu programa Rádio Café, na emissora carioca da rede Oi FM. Vamos ler a nota dela!

Vamos mandar um salve a tds os q, de alguma forma tem ajudado as vítimas do terremoto no Haiti. O DJ Jesus Luz q desfilou pela Ellus ontem na SPFW, tocou na festinha pós-desfile da marca e anunciou q a festa de hoje no Royal Club paulistano terá toda renda revertida em prol do Haiti. O evento de logo mais vai se chamar mto propriamente “Luz no Haiti”. Scarlett Johansson tb encontrou sua forma de ajudar o Haiti: está leiloando, pela internet, um encontro seu com o fã que der o melhor lance. E a lista de participantes no show Hope for Haiti q acontece sexta-feira com apresentação de George Clooney na TV americana não para de crescer! E, agora, ficou globalizado e o Coldplay confirmou em sua página oficial na web que também vai participar. O haitiano Wyclef Jean, Bruce Springsteen, Jennifer Hudson, Mary J.Blige, Shakira e Sting se apresentam em Nova York. Alicia Keys, Christina Aguilera, Dave Matthews, John Legend, Justin Timberlake, Stevie Wonder, Taylor Swift e um grupo q reúne Sheryl Crow e Kid Rock se apresentam em Los Angeles. E, os britânicos Bono e The Edge do U2 se unem a Jay-Z e Rihanna em Londres onde tb se apresenta o Coldplay. No dia seguinte, 23 de janeiro, todo o material registrado estará à venda pela internet e a renda revertida às vítimas do terremoto do Haiti.

Então é isso, pessoal. Todo mundo se mobilizando pelo Haiti e a gente do LIXEIRA DO POP, que não pode fazer muita coisa, espera de coração que os países ricos façam a sua parte: perdoem as dívidas desses países muito pobres, para que possam ter um mínimo de infraestrutura para se prevenir de catástrofes e do caos social causado pela extrema miséria. É bonito ajudar depois, mas dezenas de milhares de vidas já se perderam. A ajuda mais importante é aquela que ajuda a prevenir catástrofes como esta.

Ah, os shows de hoje serão transmitidos por quatro emissoras de TV e, ao menos a CNN deve transmitir pra gente aqui, via TV a cabo.

De acordo com a Folha Online, “a MTV exibe hoje, a partir das 23h, o Teleton ‘Hope for Haiti’, evento mundial para arrecadar fundos para o país caribenho atingido por terremotos. Justin Timberlake, Rihanna, Shakira e Coldplay estão entre os shows confirmados”.

Tuíte-nos: http://wp.me/pdGj4-Fo

O semanário inglês NME noticiou que Jay-Z quer trabalhar com o vocalista do Oasis Liam Gallagher. O rapper afirmou estar interessado em firmar parceria com o britânico depois de surgirem rumores sobre um projeto ligando o irmão de Liam e ex-guitarrista do Oasis Noel ao também rapper Snoop Dogg .

De acordo com Jay-Z,  que já trocou de farpas com a banda britânica,  basta Liam dar uma ligadinha para eles  marcarem um brainstorm. Segundo o americano, os dois poderiam misturar seus estilos muito bem.

Em 2008, durante o tradicional festival de Glastonbury, Noel ironizou o fato de Jay-Z ser uma das principais atrações do evento. Para dar o troco, o rapper subiu ao palco e abriu seu show com Wonderwall, música mais famosa do grupo.

Assista Jay-Z mandando Wonderwall:

Sabe que os gringos são capazes de fazer qualquer coisa – e quando eu digo QUALQUER COISA é qualquer coisa mesmo! – pra ajudar entidades beneficentes. Pois bem. Ontem à noite, o produtor Mark Ronson fazia um DJ set em prol de uma instituição que cuida de crianças com câncer, tocando músicas da sua grande amiga Lily Allen, Strokes, Jay-Z, Sly And The Family Stone e tal, quando de repente…

bethdittoSim, senhores! Quando a cantora Beth Ditto, vocalista do Gossip, subiu ao palco, se agarrou num ferro e fez um número de pole dance (não sabe o que é? Clique aqui). Repetindo: toda esta exuberância da foto aí em cima fez um número de pole dance em prol das crianças com câncer. Imagina…

Aqui no Brasil não tem isso; os gordos e feios são oprimidos. A gente, que não é gordo, nem feio, mas é solidário, lamenta de verdade!

ATUALIZAÇÃO:
Só pra não perder o gancho: dica de leitura no G1.

Parabéns a todos nós, que escrevemos, lemos, comentamos e citamos o LIXEIRA DO POP por este primeiro aniversário. É… Hoje faz um ano que estamos no ar. Para comemorar, uma série de posts especiais.

E chega de conversa que todo mundo quer saber qual presente o blog aniversariante apresenta hoje. Uma coisa que eu realmente gosto é um bom mash-up, saca? Juntar, sobrepor, mixar, mesclar, samplear duas, três, centas músicas para fazer um algo completamente novo. Aliás, talvez foi por ter puxado tanto o assunto de mash-ups com o Victor que ele teve a idéia de me chamar pra cá. Bom, seja como for, eu, parte da comunidade Get Your Bootleg On, já gastei muuuuitas horas garimpando coisas legais por aí. E, catando mash-ups, eu acabei conhecendo muitas bandas legais.

A técnica começou a chamar atenção em 2004, com o trabalho do DJ Danger Mouse (não estranhou o nome? O cara é a metade mais magra do Gnarls Barkley e também produz – no currículo ele tem, por exemplo, o último e maravilhoso álbum do Beck, Modern Guilt). Ele juntou os vocais do Black Album, do Jay-Z, com uma mescla de instrumentais do White Album, dos Beatles. Formou-se então o The Grey Album, disponível para download em torrent aqui.

Um mash-up não é coisa simples de se fazer. É preciso encontrar músicas que se encaixem, ou fazer um esforço modificando o tempo, recortando, remontando e adequando os ritmos. O mash-up mais clássico é aquele em que o instrumental de uma música é colocado com os vocais de outra. Mas os mais legais são aqueles em que é tudo recortado, misturado e colado para formar algo realmente criativo e inovador. E você saberá quando um mash-up for realmente bom quando sentir falta das intervenções ao escutar uma música original. Por exemplo, meu favorito é do DJ Party Ben: Hung Up On Soul, Madonna vs. Death Cab For Cutie (sim, um mash-up sempre é apresentado como uma música versus a outra, e o novo título é uma mistura das músicas envolvidas). Pois bem, hoje eu não consigo mais ouvir Soul Meets Body do Death Cab, música utilizada no mash-up, sem cantarolar “hung up…” no refrão.

A cena mash-up lá fora é bem mais desenvolvida. As festas Bootie têm edições em NY, Los Angeles, Paris, Munique e por aí vai. No Rio de Janeiro, eu mesma já fiz uma! Ok, era uma festinha de aniversário, mas eu só toquei mash-ups e a galera curtiu… Ah, e por que “bootie”? É abreviação de bootleg, algo escamoteado, pirata, contrabandeado. No mundo dos booties, as músicas alheias são utilizadas à vontade para produzir algo completamente novo, e os downloads são abundantes pela net. Os DJs disponibilizam mesmo, o legal é distrubuir o trabalho, testar com a galera se está bom, divulgar seu nome.

Parece-me que o modo mais “fácil” ou básico de fazer um mash-up (digo isso porque é o que mais se vê por aí) é juntar os vocais de um hip-hop com alguma música rock ou pop rock. Fica ok, mas na maioria das vezes peca na falta de inovação (e é chato se você não curte hip-hop). Se uma música é hit por aí, geralmente todo mundo corre pra fazer o mash-up clássico (vocal de um + instrumental de outra) com qualquer uma que combine mais óbviamente (o tempo é semelhante, etc). Músicas pop tipo fabricação dão mash-ups corretos, mas também sem muita graça (vide o tanto de mash-up com I Kissed a Girl e Bleeding Love). Acaba como se fosse mais um remix da música de sucesso. Interessante é juntar músicas que não têm mesmo nada a ver, mas que encontram uma harmonia surpreendente. Vai do talento e da criatividade do DJ mesmo.

Eis o desfile de alguns selecionados:

Da série “separados no nascimento”, um exemplo de músicas feitas uma para a outra: Divide & Kreate juntaram Do Something, da Britney Spears com Supermassive Black Hole, do Muse.

Um exemplo de um mash-up com o “a capella” de uma e o instrumental de outra… eis Back to Virginity, do DJ Phil Retrospector, que une Like a Virgin, da Madonna, com Back To Black, da Amy Winehouse. Resultado bem interessante…

O DJ Earworm é mestre em pegar umas 20 músicas e encaixar tudinho numa só. E fica bom! Nessa ele reúne as 25 top músicas das paradas americanas em 2007 sobre a base de uma delas, Umbrella, da Rihanna. E se você ouvir algumas vezes, você decora e fica cantando elas juntas como se fossem uma música só mesmo.

Eu gosto muito desse mash-up, porque junta quatro músicas pra fazer uma completamente inédita. O ritmo formado nesse instrumental é uma aglutinação de Do You Think I’m Sexy, do Rod Stewart, Sexyback, do Justin Timberlake, e um remix de Deceptacon, do Le Tigre. Todas elas músicas contribuem nos vocais em certos momentos, mas a maior parte é tirada de Move Along, da banda All American Rejects, um poperô dessa nova leva (tenho medo de cometer algum erro grave se chamá-los de emo, mas tudo bem) até um bocado deprê no original, mas vira uma música super felizinha nessa salada.

Um tipo de mash-up muito comum é o hip-hop + música que originalmente não teria nada a ver. Juntar In Da Club, do 50 Cent, com Stayin Alive, do Bee Gees, acabou ficando bem legal.

Talento brazuca na área! FarOFF ainda tem muito arroz, feijão e farofa pra comer, mas já está despontando como um grande nome do mash-up. Radicado nos EUA, tocou na edição de março da festa Bootie NY. E isso é bem legal! Já recebi reclamações que não há mash-ups com músicas brasileiras, e isso é um crime. Esse cara já usou CSS, mas aí num vale… os DJs brasileiros têm que começar a entrar nesse negócio e usar a produção nacional. Imaginem quanta coisa legal ia rolar. Bom, essa une Beatles, Kinks, Daft Punk e LCD Soundsystem.

E pra tocar na comemoração de um ano do Lixeira! Dj Immuzikation juntou Time to Pretend, do MGMT, com One More Time, do Daft Punk, e fez uma pérola dançante.

Have fun!

Olha, eu adorei o U2, Paul McCartney + Dave Grohl na batera, nem se fala! Confesso que eu não sou assim fã do Radiohead, acho que o Thom Yorke tem zicas demais pra mim, que já tenho as minhas… Mas meu momento favorito do Grammy 2009 foi a performance ultra-ziquenta do Radiohead, com participação da banda marcial da Universidade do Sul da Califórnia. Ficou supéééérrrrr…

OMG, I s2 Marching Bands!

E você que assistiu? Curtiu qual momento?

P.S.1: O que foi aquela dancinha do Jay-Z, ao se apresentar ao lado do Coldplay? O cara parecia um “The Sims” se mexendo.

P.S.2: O que foi o figurino da M.I.A?

PS.3: Whitney Houston, bêbada como sempre, tá com os olhos tão puxadinhos que nem consegue mais abrí-los. Japonesa Elza Soares style!

P.S.4: Coldplay ganhou “Canção do Ano” com Viva La Vida e NEM AGRADECEU AO SATRIANI! Pelo menos pediram desculpas ao Paul McCartney por terem copiado descaradamento o figurino de “Sgt. Peppers”.

"Uhm, esqueci alguém?"

"Uhm, esqueci alguém?"

Se você não viu nada disso porque não conferiu o Grammy, tem reprise na Sony dia 15/02, às 20h. Confira os vencedores aqui.

prospektsmarchcoverDois lançamentos aguardadíssimos chegam hoje às lojas físicas e virtuais do mundo inteiro: o EP Prospekt’s March, do Coldplay, e o álbum Day and Age, do Killers (que a gente comenta ao longo da semana). Na real, já rolaram uns pré-lançamentos, mas a data oficial é mesmo 25 de novembro.

Talvez o motivo de maior curiosidade sobre o lançamento do Coldplay tenha sido o fato de eles terem chamado o rapper Jay-Z para fazer uma participação especial na faixa Lost? (no EP ficou Lost+), que a banda está “trabalhando” bastante nas últimas semanas. Depois de lançarem a música no disco Viva la Vida or Death and All His Friends, rolou uma versão acústica (lançada numa edição de luxo do álbum). Aí, postaram versões ao vivo no YouTube – uma delas considerada o clipe oficial – e pediram pros fãs fazerem um outro videoclipe, em cima da versão acústica (abaixo, mais informações sobre esta promoção).

De fato, a faixa é boa, mas a participação do Jay-Z, provavelmente, será mais surpreendente para os fãs do rapper do que para quem curte o som de Chris Martin e companhia, já que o convidado incorpora o estilo dos anfitriões e não muda muita coisa na música.

No mais, o disco reúne outras sete canções. Algumas muito boas, como Life in Technicolor II, que tem a mesma pegada do disco, mas no EP tem letra. Esta música, aliás, tem um clima tão… “lá vêm eles!”, que o Coldplay usou para abrir o Viva la Vida, para iniciar os shows dessa turnê e, agora, para dar as boas vindas neste EP. Em seguida, vem a primeira totalmente inédita, Postcards From Far Away, esta sim instrumental, que parece ter saído de uma caixinha de música, daquelas com a bailarina girando e tudo. Segue com Glass of Water e a certeza de que estamos ouvindo um disco do Coldplay. Música bem produzida e que provavelmente funcionará bem nos shows.

Rainy Day poderia sugerir algo mais triste que a melancolia tipicamente britânica dos caras, mas é aí que “rá! caiu na pegadinha do Mallandro! glu glu”. Se falassem que a canção não era do quarteto londrino, mas do Supergrass, era bem capaz de eu acreditar. A seguir, a faixa que dá título ao disco. Esta, sim, bem triste. Bem Londres, cinza, chuvosa, fria. Vem, então, Lost+, que já comentamos, e, depois, mais um som que estava no Viva la Vida, mas em outra versão. Desta vez Lovers in Japan aparece numa versão remixada, mais animada. O EP termina com Now My Feet Wont Touch the Ground, que nos remete a uma trilha sonora daqueles filmes que se passam em meio aos plantations norte-americanos ou aos vinhedos da França – veja o filme “Um Bom Ano” (A Good Year, dir. Ridley Scott, EUA, 2006), que você entenderá.

No final das contas, Prospekt’s é um disco legal e sob medida. Talvez ficasse chato se fosse um LP, com mais umas quatro faixas pra encher lingüiça. Melhor assim. Ao que tudo indica, o Coldplay vai investir em lançamentos deste tipo, já que Chris Martin tem dado a entender que o fim da banda pode estar próximo. Recentemente ele declarou que não quer que o Coldplay seja mais uma banda de coroas sem energia e com visual cafona. Mas jura que eles ainda têm trinta e poucos anos e se vestem bem. Pra completar, prometeu lançar o maior número de discos possível até o fim do grupo.

chrismartinshowChris Martin durante um show este mês
nos EUA, com a mesma camiseta de sempre

LANÇAMENTO NO BRASIL E PROMOÇÕES

Por aqui, o lançamento do EP Prospekt’s March ainda não tem data para ocorrer de forma física, talvez porque não faça mesmo parte da cultura brasileira ir a uma loja comprar um single ou um EP. Dá pra comprar o disco no site Sonora, por R$ 19,92, ou, então, baixar as faixas separadas, por R$ 2,49 cada. O bom é que o Coldplay anunciou que todo mundo que comprar as músicas dessa versão digital, inclusive aqui no Brasil, concorre a um vinil exclusivo do álbum Viva la Vida.

Já o fã que fizer o melhor vídeo para a versão “voz e piano” de Lost?, terá seu clipe postado na “home” do site da banda e vai ganhar entrada VIP para “o melhor lugar na casa de shows” durante uma apresentação marcada para o mês que vem, em Londres, com passe de backstage, sem contar que a viagem e a hospedagem são por conta da banda. Interessou, é? Clique aqui para participar.

LISTA DE FAIXAS DO EP PROSPEKT’S MARCH

1. Life in Technicolor II
2. Postcards From Far Away
3. Glass of Water
4. Rainy Day
5. Prospekt’s March
6. Lost+ (part. especial Jay-Z)
7. Lovers in Japan (Osaka Sun Mix)
8. Now My Feet Wont Touch the Ground