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A Gari do Pop Natalia Weber segue nos divertindo e – o que é melhor – nos dando furos. Vejam só:

20 de julho de 2009, no Blog do Ancelmo, no GloboOn

13 de julho de 2009, UMA SEMANA ANTES, aqui nesta LIXEIRA DO POP

Como as próprias Organizações Globo dizem, o furo é fruto da competência.

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Cérebro de quem só pensa “naquilo”

Uma reportagem da BBC reproduzida pelo Globo On traz os resultados de uma pesquisa realizada por pesquisadores de uma universidade da Pensilvânia, EUA. O título da matéria já dá a dica do fracasso: Ato sexual ideal dura de 3 a 13 minutos, diz estudo. A seguir, trechos da reportagem (em itálico) e os nossos comentários.

O estudo, publicado na revista Journal of Sexual Medicine, afirma que um ato sexual “adequado” dura entre três e sete minutos; um “desejável”, de sete a 13 minutos; um “curto demais”, de um a dois minutos; e um “muito longo”, de dez a 30 minutos.

Assim… Uma rapidinha de um ou dois minutos não pode ser chamada de sexo. É, no máximo, um pensamento mais safadinho. E como assim “ato sexual adequado”? Passou de sete minutos o ato é inadequado? Mas vamos continuar…

“Infelizmente, a cultura popular atual reforçou estereótipos a respeito das atividades sexuais”, acrescenta o estudo. “E muitos homens e mulheres parecem acreditar na fantasia de um pênis enorme, ereções duras como uma rocha e relações que duram a noite toda”, afirmam os autores da pesquisa.

Tipo: vamos imaginar o contrário. O ideal, então, seria um pinto pequeno, ereções flácidas (sic) e relações que caibam nos dez minutos do cafezinho, para poder voltar a trabalhar depois. Ok! Continuemos.

Pesquisas anteriores indicavam que uma grande porcentagem de homens e mulheres gostaria que a relação sexual durasse 30 minutos ou mais.

Traduzindo: pesquisas anteriores foram feitas com pessoas de verdade e não com robôs.

“Com essa pesquisa, esperamos dissipar estas fantasias e encorajar homens e mulheres com informações realistas a respeito de relações sexuais aceitáveis, evitando decepções e problemas sexuais”, acrescentou o pesquisador. O estudo também poderá ajudar no tratamento de pessoas que já têm problemas sexuais.

Mesmo porque qualquer trepadinha de dez minutos pode ser a grande transa da sua vida.

Sem mais para o momento, porque a gente só pensa… naquiiilo.