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Desta vez, furamos a Folha!

“Q” de que? – LIXEIRA DO POP, 29/7, às 8h04min

“Jornal da Globo” mostra operário no chão do estúdio; veja vídeo – Folha Online, 29/7, às 16h27min

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Não sabe? Pois preste atenção a esta reportagem, publicada nesta terça na Folha Online:

VIVENDO COM XUXA, LUCIANO SZAFIR DIZ QUE NÃO PENSA EM CASAMENTO

Apesar de estar vivendo com a apresentadora Xuxa, o ator e modelo Luciano Szafir disse que não pensa em se casar.

“Por enquanto, não quero casar”, disse Szafir a Ticiane Pinheiro, que comanda o quadro “Café da Manhã” do programa matutino “Hoje em Dia”, da Record.

[Enfim, dane-se! Vamos pular pro último parágrafo, que é o que interessa!]

Na entrevista, o ator revelou que chegou a ser cogitado para integrar o elenco da série americana “Barrados no Baile”, sucesso televisivo nos anos 90, devido ao seu domínio da língua inglesa.

Impossível não lembrar de Pepeu:


Só não fui porque o Brasil precisa mais de mim do que os gringos

A segunda-feira começou com uma notícia ruim pra todos nós, que gostamos de música: a comunidade Discografias e suas correlatas encerraram suas atividades no Orkut. Eu li a notícia na Folha Online e não acreditei. Fui até a comunidade, onde encontrei o seguinte comunicado, assinado pela “Moderação” (grifos deles):

Informamos a todos os membros da comunidade “Discografias” e relacionadas (Trilhas Sonoras de Filmes, Trilhas Sonoras de Novelas, Coletâneas (V.A.), Pedidos, Dicas/Dúvidas e Índice Geral), que encerramos as atividades devido às ameaças que estamos sofrendo da APCM e outros orgãos de defesa dos direitos autorais.

Nosso trabalho foi árduo para manter as comunidades organizadas, sem auferir nenhum tipo de vantagem financeira com elas, somente com o intuito de contribuir de alguma forma para a cultura e entretenimento.

Não é com o fechamento desta comunidade e outras equivalentes que as gravadoras irão aumentar seus lucros.

Muitos artistas perderão seus meios de divulgação.

Milhares de membros terão que procurar outras atividades no Orkut que não seja o download de músicas e afins. O número de sites e blogs de conteúdo similar, mais programas como eMule, limewire, de torrents e outros P2P, cresce em progressão geométrica.

Perdem eles, perdemos todos, mas enfim, tudo em nome do dinheiro das grandes corporações. Nada em nome da cultura.

Tais entidades de defesa dos direitos autorais, como a R.I.A.A. nos Estados Unidos e APCM no Brasil, que é a representante legal de:

UNIVERSAL MUSIC DO BRASIL LTDA.;
WARNER MUSIC BRASIL LTDA.;
SONY – BMG BRASIL LTDA.;
SIGLA – SISTEMA GLOBO DE GRAVAÇÕES AUDIO VISUAIS LTDA;
EMI MUSIC LTDA.;
COLUMBIA PICTURES INDUSTRIES INC.;
DISNEY ENTERPRISES INC.;
METRO-GOLDWYN-MAYER STUDIOS INC.;
PARAMOUNT PICTURES CORPORATION;
TWENTIETH CENTURY FOX FILM CORPORATION;
UNIVERSAL CITY STUDIOS INC.;
WARNER BROS.;
UNITED ARTISTS PICTURES INC.;
UNITED ARTISTS CORPORATION;
UBV – UNIÃO BRASILEIRA DE VÍDEO E ASSOCIADAS

Sendo ainda representante de IFPI – International Federation of the Phonographic Industry e MPA – Motion Picture Association no Brasil, se dizem “sem fins lucrativos”, vamos acreditar nisso, né gente? Como todos acreditam nas histórias da carochinha.

Portanto, deixamos aqui os dados de contato do orgão responsável pelo fechamento das comunidades e de um de seus representantes:

APCM – ANTI-PIRATARIA CINEMA E MÚSICA
RUA HADDOCK LOBO, 585SÃO PAULOSP – BRAZIL
INTERNET ANTI-PIRACY UNIT
Telefone: +55 (11) 3061-1990x244
e-mail: anti-piracy@apcm.org.br
=>Bruno Henrique Tarelov: btarelov@apcm.org.br
Fone: 55 11 30611990 ramal 238
Fax: 55 11 30611221

Agradecemos a todos que de um jeito ou de outro, colaboraram para que nossas comunidades fossem tão populares. Valeu, gente!

O anúncio sobre o fechamento havia rolado no ano passado. Bom, é lamentável, porque, excluindo bandas como U2, discos novos chegam ao Brasil meses depois de serem lançados. Já quem curte músicas mais antigas, tá ferrado, porque as gravadoras já tiraram boa parte de seus “flashbacks” e “clássicos” do catálogo, em nome da economia. E você sabe por quê, mesmo com os órgãos oficiais e as gravadoras sendo contra os downloads gratuitos, o iTunes, maior serviço de venda de música digital, não chegou ao Brasil ainda? Simplesmente porque no Brasil não seria possível vender uma faixa a R$ 1,99 ou R$ 2,99, como ocorre em dezenas de outros países. É que aqui tem tanta gente querendo abocanhar o direito autoral que corria o risco de DUAS faixas custarem mais caro que um CD físico inteiro.

Mas esta censura à Discografias não há de ser nada. Há sites como Torrent Reactor e The Pirate Bay, sobre os quais nenhuma entidade brasileira tem a menor ingerência. Basta baixar um software de arquivos torrent e correr pro abraço. Agora mesmo eu estou fazendo o download do quase-documentário Rude Boy, que mostra uma boa parte da turnê do Clash bem no começo dos anos 80, bem no auge da carreira, e nos “apresenta” o roadie da banda, o garoto que dá nome ao filme e foi homenageado na faixa Rudie Can’t Fail, do clássico álbum London Calling (1979). O filme já é raro na Europa, o que torna praticamente impossível encontrá-lo por aqui. E aí? Qual a solução? Morre-se sem assistir? É ruim!

Só uma última consideração: lá na segunda metade dos anos 90 surgiu o ameaçador Napster. Durante anos a RIAA tentou derrubá-lo, até que conseguiu. Mas ele já havia feito escola e ninguém mais conseguiria deter as trocas de arquivos. E estamos falando de uma rede praticamente toda discada. Hoje, mais de dez anos depois, a banda larga só facilitou a nossa vida. A indústria da música tem mil possibilidades de ganhar dinheiro sem depender majoritariamente da venda de discos. O problema é que a indústria convencional e a burocracia SEMPRE estarão atrás das novas tecnologias, pelo simples fato de serem conservadoras demais e só aceitarem o novo quando estão “derrotadas”. Talvez a presença regular de um moleque de 16 anos num conselho de uma gravadora melhorasse isso.

Bono – o criador -, que nunca reclamou de um pernilongo atrapalhando seu sono, disse que Chris Martin – a criatura – era um punheteiro… hauahuahaua. Juro! Palavras dele. Em rede nacional no Reino Unido. De acordo com a Folha Online:

A entrevista com Bono foi ao ar no dia 27 e, segundo o “Daily Mail”, no mesmo dia seis reclamações foram recebidas pela rede. Na manhã daquele dia, Bono, em entrevista na Radio 1 para a DJ Jo Whiley chamou Martin de uma palavra vulgar que quer dizer “masturbador”.

A DJ imediatamente pediu que Bono se desculpasse. Ele o fez, mas complementou dizendo que Martin tinha um caráter cretino e que os comentários eram uma brincadeira.

Diz que perguntaram se o líder do U2 considerava Martin tão bom músico quanto Paul McCartney. Queriam que respondesse o que, né? Ele falou que Chris Martin até era bom de melodia, mas também é um wanker (vocábulo censurado no Reino Unido). Ou seja, as atitudes paunocu do vocalista do Coldplay tiraram até o Bono do sério. E olha que o Martin é o maior Bono wannabe. Shame on you Chris Martin!

Ah, bom lembrar que o disco novo do U2, No Line On The Horizon, está bem fraquinho e o Bono, marqueteiro do jeito que é, precisa aproveitar qualquer espaço pra aparecer na mídia e dizer que o disco é revolucionário e tal. Então, vale tudo, fia! Até baixaria com o seu imitador de luxo, mister Martin. Nós somos contra divulgar este tipo de baixaria, mas como o alvo era o Chris Martin, abrimos uma exceção.

O frontman do Coldplay, aliás, ainda não comentou o insulto. A última postagem no blog da banda é das oito e pouca da noite do próprio dia 27 de fevereiro, mas passa longe de tratar do assunto.

É a gente tentando trazer o melhor do lixo pop pra vocês, em primeira mão! Descobri que o novo clip do U2, da música Get On Your Boots, pintou por aí. E como nós tínhamos falado dessa música… No Youtube, retiraram por violação e blá blá blá. Vamos ver se eu consigo por outro método…

Grrrrr… o WordPress não colabora! Tenta aqui. Ou aqui.

O diretor é Alex Courtes, que já trabalhou com eles em Vertigo, City Of Blinding Lights e também dirigiu o acachapante Seven Nation Army, dos White Stripes. Fica a pergunta: porque resolveram fazer um clipe tão… kitsch (pra não dizer brega).

Bom, se bem que isso vai muito de gosto… Mas fui com a opinião do blog “Cegos, Surdos e Loucos”, que disse:

Eu pessoalmente achei que cairia melhor num clipe do Falcão – afinal, só faltou um girassol pendurado na camisa do Bono Vox.

Basicamente a banda toca no espaço (o mundo não é o bastante para o U2) e várias imagens em profusão – mulheres (de botas!), bocas, caveiras, bigodes, Davi de Michelângelo, maçãs-do-amor, Virgem Maria enrolada na bandeira dos EUA, coisas do tipo… e com iluminação avermelhada! Exercício de Teoria da Percepção pra vocês: sentido é coisa que importa? Reflitamos.

Eu particularmente acho meio complicada essa fórmula de clipe “banda + imagens ao fundo”. E não adianta ser o maior dos diretores. Olha só esse “comercial de perfume” que o Luc Besson dirigiu (não é piada não, é véro!):

Só não gostei da Folha Online falando mal do Pop. Porque esse é um blog cujos garis não têm nada contra o Pop, poxa! Sobre GOYB, aqui, dizem que “a canção conta com pitadas eletrônicas, mas está longe de qualquer música de “Pop”, lançamento desastroso de 1997“. Ah, maldade!

SHOWS AO VIVO DE ROCK E POP ABREM FESTA DA POSSE

Da Folha Online:

Hoje, a Globo News transmite, ao vivo, o show no Lincoln Memorial, com Denzel Washington, Beyoncé, Bruce Springsteen, U2 e Stevie Wonder.

Faltou dizer a hora. O site da TV também não informa, mas, de acordo com o Washington Post, será às 17h, horário de Brasília.

Clique AQUI e saiba mais sobre as festas para a posse de Barack Obama (que só ocorre de fato na terça, dia 20).

A Globo News acabou transmitindo apenas flashes.

Compartilhar não é piratear

Compartilhar não é piratear

Agora é sério. Uma das maiores e mais úteis comunidades do Orkut está ameaçada de ser varrida do portal de relacionamentos. Veja o que diz a reportagem da Folha Online (que pode ser lida na íntegra aqui):

Uma guerra silenciosa, travada nos bastidores da principal rede social do país, preocupa internautas que baixam música pela internet. O Orkut, braço do Google que neste ano passou a ser chefiado por uma equipe brasileira, começou a deletar pedaços da sua maior comunidade dedicada a compartilhamento de arquivos MP3, a “Discografias”.

O endereço existe desde 2005, conta com três administradores anônimos (Madruga, Cris e Chris) e abriga 755 mil participantes cadastrados –o número de pessoas que a utiliza efetivamente é bem maior, já que para acessar seu fórum não é preciso de inscrever. Ali, internautas compartilham links com álbuns musicais inteiros sem pagar nada. A organização e o volume de material fez com que o endereço se tornasse uma central para quem procura esse tipo de conteúdo na rede brasileira.

Os internautas começam a se mobilizar para manter a comunidade funcionando e o pessoal do Google dá a dica do que fazer, também na Folha Online:

Milhares de internautas assinam, desde a semana passada, um protesto contra a exclusão da comunidade “Discografias”, uma central de compartilhamento de arquivos de música hospedada na rede social Orkut. O Google, dono do site de relacionamentos, mobilizou usuários após excluir tópicos do fórum a pedido da APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), que quer tirar a comunidade do ar. (…)

Segundo Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, a exclusão da comunidade está em avaliação. “Isso está sendo avaliado. Se percebermos que a comunidade não tem debate, só tem links, ela pode sair [do Orkut], sim. Não podemos acobertar esse tipo de troca de arquivos”, diz.

Se essa censura fosse no Tibete, a gente entenderia, mas, como não é, o negócio é:
1. Aderir ao abaixo-assinado aqui.
2. Além de baixar e pedir músicas, comentar os tópicos.
3. Entrar oficialmente na comunidade Discografias.
4. Aproveitar que está no Orkut e entrar na nossa comunidade.

Da Folha Online hoje:

A Globo está enfrentando dificuldades técnicas para colocar no ar telejornais apresentados de um estúdio de vidro, sobre novo edifício da TV na zona sul de São Paulo, com a marginal Pinheiros ao fundo, informa o colunista da Folha, Daniel Castro, na coluna Outro Canal desta quinta-feira (24).

A estréia do estúdio, novo cenário dos dois “SP TV”, já foi adiada duas vezes e pode ser transferida novamente. O conteúdo completo da coluna Outro Canal é exclusivo para assinantes UOL e Folha.

Segundo Daniel Castro, inicialmente, a inauguração seria em 1º de abril, com a nova programação. Depois, foi agendada para este sábado, aniversário da Globo. Está marcada para segunda, mas jornalistas já foram alertados que a estréia poderá ser adiada para o dia 5.

O principal problema, segundo a coluna Outro Canal, é com iluminação e com reflexos de imagens no vidro. Como o estúdio é transparente, a iluminação interna tem de ser afinada com a externa. Como os jornais vão ao ar em vários horários, os ajustes têm de ser feitos caso a caso e durante as exibições (uma nuvem passageira tapando o Sol, por exemplo, exige compensações imediatas).

Os testes apresentaram resultados insatisfatórios principalmente no “SP TV” das 12h, informa Daniel Castro. A luz forte do meio-dia interfere na aparência dos apresentadores, cujas falhas na pele ficam ainda mais evidentes, porque serão usadas câmeras de alta definição.

A jornalista Carla Vilhena é a mais insatisfeita. Nos estúdios atuais e na tecnologia convencional, a Globo se serve de um tratamento de câmera que rejuvenesce os apresentadores em até dez anos.

Sintam o veneno ao citar somente a Carla Vilhena, como se só ela estivesse incomodada. Quero só ver se, daqui a dois anos, quando voltar à TV Globo, Glória Maria também irá se sujeitar à HDTV. Aliás… Daqui a dois anos, Glória Maria terá quase 60, nas minhas contas.

Mas aqui: (comentário do nosso amigo Lucas – sim, aquele que criou polêmica no post do Rufus Wainwright) “idéia de gênio essa de jornal ao ar livre“. Mas claro! Fico me perguntando como que ninguém da Globo pensou nisso antes… Afinal, qualquer um que entenda um cadinho assim de iluminação seria capaz de prever que isso daria merda. Duas iluminações diferentes, sendo que uma é para a noite e outra, para meio-dia (horário em que a luz é a pior para fotografar). Depois que não basta fazer duas configurações, já que há dias de sol forte, dias de chuva e de nebulosidade. Beleza, 4 configurações até aqui. Aí, tem as mudanças do tempo que podem ocorrer durante o jornal. Sei lá, umas dez configurações de luz. Como se não bastasse, ainda rolam os jornalistas-estrelinhas-de-estúdio, cada um com sua luz. Não dá, né? Qualquer hora a Globo começa a perder audiência pro Canal Universitário e não vai nem saber por quê.

Bom, pelo menos é divertido. Pra gente.

E ta lá na Folha Online:

O tenor italiano Luciano Pavarotti, que morreu em 2007, cantou em playback durante a cerimônia de abertura da Olimpíada de Inverno de 2006, em Turim, revela um livro publicado hoje na Itália escrito pelo maestro e pianista Leone Magiera, que acompanhou o artista durante toda a sua carreira.

“Nos últimos anos, a figura de Luciano tinha piorado, assim como suas escolhas musicais”, escreve Magiera no livro intitulado “Pavarotti Visto da Vicino” (“Pavarotti Visto de Perto”, em tradução livre), no qual conta sua trajetória profissional ao lado do tenor.

“Apesar das dores cada vez maiores que sofria –provavelmente aviso da doença que o levou ao túmulo– e de ser obrigado a se movimentar em uma cadeira de rodas, Pavarotti quis participar do espetáculo de abertura dos jogos de Turim”, diz um trecho do livro.

“Todos acharam que era uma transmissão ao vivo, mas na verdade foi muito diferente”, afirma o maestro.

Magiera narra então como gravou com a orquestra a ária “Nessun Dorma”, de Giacomo Puccini, e depois levou o registro a um estúdio de Modena, cidade natal de Pavarotti.

Segundo o pianista, o tenor cantou sobre a gravação da orquestra com uma voz quase intacta e que o fez sentir calafrios.

“Na noite do espetáculo de abertura, a orquestra fingia tocar para o público, eu fingia conduzir e Luciano fingia cantar”, disse Magiera.

Magiera é casado com Lidia La Marca, ginecologista, que era amiga íntima de Pavarotti. La Marca assegurou à imprensa que Pavarotti lhe confessou pouco antes de morrer que sua mulher, Nicoletta Mantovani, o “atormentava”.

Após as declarações, Mantovani processou La Marca por difamação.

 

Mas é claro que tinha que processar, né? Agora, veja só: sempre tem um Zé Espertão pra tentar ganhar uma grana com a decadência dos outros. Isso não acontece só com as pessoas, não. Tem gente que ganha dinheiro escrotamente escrevendo livro para detonar instituições, emissoras de TV e de rádio, empresas… Bom, neste caso o alvo foi um dos maiores intérpretes do século XX: Luciano Pavarotti.

Você acredita nessa história? Olha, pode até ser verdade, mas não tira o mérito que só Pavarotti possui por ter popularizado a música erudita, em apresentações solo, com os outros dois tenores ou com astros da música pop, que vão de Frank Sinatra a Mariah Carrey, passando por U2, Queen, Bom Jovi e até o “Rei” Robertão.

E, se foi realmente playback, que se dane! Quem já não fez um playback na vida? Quem já não fingiu trabalhar, fingiu estudar… Tem gente que finge até… Xá pra lá!

Sim! Estamos defendendo o Paratti! Veja a apresentação em questão. Logo depois, a mesma música numa apresentação de 1980.

Jogos de Inverno, Itália (2006)

Nova Iorque (1980)