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Não dá pra comemorar o aniversário do LIXEIRA DO POP sem falar nelas. As nossas musas não nos deixam sem assunto. Então, vou antecipar pra hoje o post que viria só amanhã (e o de hoje, sobre downloads gratuitos, vem amanhã ou sábado; beleza?).

amytrapezistaÉ preciso reconhecer o poder de atração de audiência de dois nomes: Amy Winehouse e Britney Spears.

Como dificilmente elas aprontam juntas, poderíamos ficar dias pares falando da Wino e dias ímpares falando da Britta. Esta semana, por exemplo… A Amy transformou seu quintal num CIRCO e se tornou a diversão da vizinhança lá em London. Dá só uma olhada na cara do vizinho safadão. Depois o corno do Blake Fielder-Civil vai ficar irado por ter sido corno one more time.

Já a Britney, tava lá, fazendo um show da turnê CIRCUS (coincidências non eczisten!), quando, do nada, a doida desejou um “maaaarry Christmaaaaas” (feeeeeeeeliz Nata-al). Juro! O vídeo não me deixa mentir:

Um ano falando nelas e nós, que quase não gostamos de teorias da conspiração, chegamos a uma conclusão: Wino e Britta são a mesma pessoa. Tipo Clark Kent e Superman. Bruce Wayne e Batman. Corvo e Repórter Vesgo. Felipe Ricotta e Kiabbo. Fofão e Patropi (ok, peguei pesado agora). Mas é isso: são a mesma pessoa. E se alguém tiver prova do contrário, manda pra gente, porque por enquanto nós acreditamos nisso.

A pergunta que não quer calar: quem pagar R$ 130 pra ir ao Planeta Terra ou R$ 120 pra ver no Rio também ouvirá o Bloc Party mandando playback, que nem a Britney?

Medo da resposta.

Bom, o assunto rendeu e nós batemos nosso recorde histórico. Somente este post sobre o VMB foi visto mais de oitocentas vezes. Valeu, pessoal!!!

Vamos reproduzir abaixo o relato do show do Bloc Party no VMB feito por uma pessoa que estava lá. É a Maira Domingues, autora do blog escrituras.:

começo: entra a banda ok, premiação acontecendo de um lado e eu olhando a banda de outro, o guitarra ficou bem na minha direção e eu fiquei olhando pra ele (não, ele não tão bonito assim, provavelmente eu estava pensando na morte da morsa), até que ele me dá um sorriso sem dentes e um tchau e eu retribuí e pensei: que fofo! a banda começa e há algo estranho no ar, eu penso: nããããão, nãããããão, não é possível. mas sim, meu povo, foi possível, block party fez PLAY BACK! e eu pensei: mas por que? por que play back?! daí eu percebi que estavam todos chapados quando o batera estava tocando, foi jogar a baqueta e uma delas foi parar no chão, do seu lado esquerdo, com a música rolando o batera saiu da bateria, resgatou a pobre baqueta e continuou tocando com um sorriso de orelha a orelha. o guitarra era o único “sóbrio” então eu concluí que aquele sorriso fofo foi um sorriso de: merda, o que eu tô fazendo aqui?! saco, bando de bêbados do caralho! e como se não bastasse ele cantaram 2 (duas) músicas. com a vaia  do público no fim da primeira música, a banda esculachou de vez na segunda. o vocalista foi pra platéia, tentando fazer com que o pessoal se animasse, e chegou a cair. sim, ele não caiu de propósito, e nem o baixista. ah! como se não bastasse (pela segunda vez) no final da segunda música, o batera jogou a bateria no chão, pegou o pedestal dos pratos e veio bem na minha (nossa, porque haviam mais pessoas lá, lógico.) direção e ameaçou jogar o pedestal em cima de mim. daí levantei o braço para pegar e ainda, olhando pra mim ele disse: fuck you.

fiquei totalmente sem reação. queria ter usado todo estoque de palavrões que eu aprendi em 7 anos de inglês, mas não consegui e só com ele lá longe eu gritei de volta: fuck you. que me deixou bem constrangida por sinal.

enfim… este show, este foi muito ruim. muito mesmo. decepcionante.

Confessamos que adoramos ter feito sucesso com a desgraça alheia. No caso, desgraça do Bloc Party, que se queimou a um mês dos shows em São Paulo (8 de novembro, no Planeta Terra, R$ 130) e no Rio de Janeiro (10 de novembro, no Circo Voador, R$ 120). Se fosse no Tibete…