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De Coldplay a MC Hammer, passando por Ashton Kutcher, Britney Spears, Arnold Schwarznegger e até um dos Jonas Brothers. Todos usam o Twitter para se despedir de Michael Jackson.

Não dá pra comemorar o aniversário do LIXEIRA DO POP sem falar nelas. As nossas musas não nos deixam sem assunto. Então, vou antecipar pra hoje o post que viria só amanhã (e o de hoje, sobre downloads gratuitos, vem amanhã ou sábado; beleza?).

amytrapezistaÉ preciso reconhecer o poder de atração de audiência de dois nomes: Amy Winehouse e Britney Spears.

Como dificilmente elas aprontam juntas, poderíamos ficar dias pares falando da Wino e dias ímpares falando da Britta. Esta semana, por exemplo… A Amy transformou seu quintal num CIRCO e se tornou a diversão da vizinhança lá em London. Dá só uma olhada na cara do vizinho safadão. Depois o corno do Blake Fielder-Civil vai ficar irado por ter sido corno one more time.

Já a Britney, tava lá, fazendo um show da turnê CIRCUS (coincidências non eczisten!), quando, do nada, a doida desejou um “maaaarry Christmaaaaas” (feeeeeeeeliz Nata-al). Juro! O vídeo não me deixa mentir:

Um ano falando nelas e nós, que quase não gostamos de teorias da conspiração, chegamos a uma conclusão: Wino e Britta são a mesma pessoa. Tipo Clark Kent e Superman. Bruce Wayne e Batman. Corvo e Repórter Vesgo. Felipe Ricotta e Kiabbo. Fofão e Patropi (ok, peguei pesado agora). Mas é isso: são a mesma pessoa. E se alguém tiver prova do contrário, manda pra gente, porque por enquanto nós acreditamos nisso.

Parabéns a todos nós, que escrevemos, lemos, comentamos e citamos o LIXEIRA DO POP por este primeiro aniversário. É… Hoje faz um ano que estamos no ar. Para comemorar, uma série de posts especiais.

E chega de conversa que todo mundo quer saber qual presente o blog aniversariante apresenta hoje. Uma coisa que eu realmente gosto é um bom mash-up, saca? Juntar, sobrepor, mixar, mesclar, samplear duas, três, centas músicas para fazer um algo completamente novo. Aliás, talvez foi por ter puxado tanto o assunto de mash-ups com o Victor que ele teve a idéia de me chamar pra cá. Bom, seja como for, eu, parte da comunidade Get Your Bootleg On, já gastei muuuuitas horas garimpando coisas legais por aí. E, catando mash-ups, eu acabei conhecendo muitas bandas legais.

A técnica começou a chamar atenção em 2004, com o trabalho do DJ Danger Mouse (não estranhou o nome? O cara é a metade mais magra do Gnarls Barkley e também produz – no currículo ele tem, por exemplo, o último e maravilhoso álbum do Beck, Modern Guilt). Ele juntou os vocais do Black Album, do Jay-Z, com uma mescla de instrumentais do White Album, dos Beatles. Formou-se então o The Grey Album, disponível para download em torrent aqui.

Um mash-up não é coisa simples de se fazer. É preciso encontrar músicas que se encaixem, ou fazer um esforço modificando o tempo, recortando, remontando e adequando os ritmos. O mash-up mais clássico é aquele em que o instrumental de uma música é colocado com os vocais de outra. Mas os mais legais são aqueles em que é tudo recortado, misturado e colado para formar algo realmente criativo e inovador. E você saberá quando um mash-up for realmente bom quando sentir falta das intervenções ao escutar uma música original. Por exemplo, meu favorito é do DJ Party Ben: Hung Up On Soul, Madonna vs. Death Cab For Cutie (sim, um mash-up sempre é apresentado como uma música versus a outra, e o novo título é uma mistura das músicas envolvidas). Pois bem, hoje eu não consigo mais ouvir Soul Meets Body do Death Cab, música utilizada no mash-up, sem cantarolar “hung up…” no refrão.

A cena mash-up lá fora é bem mais desenvolvida. As festas Bootie têm edições em NY, Los Angeles, Paris, Munique e por aí vai. No Rio de Janeiro, eu mesma já fiz uma! Ok, era uma festinha de aniversário, mas eu só toquei mash-ups e a galera curtiu… Ah, e por que “bootie”? É abreviação de bootleg, algo escamoteado, pirata, contrabandeado. No mundo dos booties, as músicas alheias são utilizadas à vontade para produzir algo completamente novo, e os downloads são abundantes pela net. Os DJs disponibilizam mesmo, o legal é distrubuir o trabalho, testar com a galera se está bom, divulgar seu nome.

Parece-me que o modo mais “fácil” ou básico de fazer um mash-up (digo isso porque é o que mais se vê por aí) é juntar os vocais de um hip-hop com alguma música rock ou pop rock. Fica ok, mas na maioria das vezes peca na falta de inovação (e é chato se você não curte hip-hop). Se uma música é hit por aí, geralmente todo mundo corre pra fazer o mash-up clássico (vocal de um + instrumental de outra) com qualquer uma que combine mais óbviamente (o tempo é semelhante, etc). Músicas pop tipo fabricação dão mash-ups corretos, mas também sem muita graça (vide o tanto de mash-up com I Kissed a Girl e Bleeding Love). Acaba como se fosse mais um remix da música de sucesso. Interessante é juntar músicas que não têm mesmo nada a ver, mas que encontram uma harmonia surpreendente. Vai do talento e da criatividade do DJ mesmo.

Eis o desfile de alguns selecionados:

Da série “separados no nascimento”, um exemplo de músicas feitas uma para a outra: Divide & Kreate juntaram Do Something, da Britney Spears com Supermassive Black Hole, do Muse.

Um exemplo de um mash-up com o “a capella” de uma e o instrumental de outra… eis Back to Virginity, do DJ Phil Retrospector, que une Like a Virgin, da Madonna, com Back To Black, da Amy Winehouse. Resultado bem interessante…

O DJ Earworm é mestre em pegar umas 20 músicas e encaixar tudinho numa só. E fica bom! Nessa ele reúne as 25 top músicas das paradas americanas em 2007 sobre a base de uma delas, Umbrella, da Rihanna. E se você ouvir algumas vezes, você decora e fica cantando elas juntas como se fossem uma música só mesmo.

Eu gosto muito desse mash-up, porque junta quatro músicas pra fazer uma completamente inédita. O ritmo formado nesse instrumental é uma aglutinação de Do You Think I’m Sexy, do Rod Stewart, Sexyback, do Justin Timberlake, e um remix de Deceptacon, do Le Tigre. Todas elas músicas contribuem nos vocais em certos momentos, mas a maior parte é tirada de Move Along, da banda All American Rejects, um poperô dessa nova leva (tenho medo de cometer algum erro grave se chamá-los de emo, mas tudo bem) até um bocado deprê no original, mas vira uma música super felizinha nessa salada.

Um tipo de mash-up muito comum é o hip-hop + música que originalmente não teria nada a ver. Juntar In Da Club, do 50 Cent, com Stayin Alive, do Bee Gees, acabou ficando bem legal.

Talento brazuca na área! FarOFF ainda tem muito arroz, feijão e farofa pra comer, mas já está despontando como um grande nome do mash-up. Radicado nos EUA, tocou na edição de março da festa Bootie NY. E isso é bem legal! Já recebi reclamações que não há mash-ups com músicas brasileiras, e isso é um crime. Esse cara já usou CSS, mas aí num vale… os DJs brasileiros têm que começar a entrar nesse negócio e usar a produção nacional. Imaginem quanta coisa legal ia rolar. Bom, essa une Beatles, Kinks, Daft Punk e LCD Soundsystem.

E pra tocar na comemoração de um ano do Lixeira! Dj Immuzikation juntou Time to Pretend, do MGMT, com One More Time, do Daft Punk, e fez uma pérola dançante.

Have fun!

A direção da EMI mandou dizer que está fula da vida com a disseminação de uma apresentação da cantora Lily Allen fazendo cover do single Womanizer, da Britney Spears. Ela executou a música no programa de rádio do produtor Mark Ronson. É óbvio que os fãs copiaram a apresentação e distribuíram nas redes sociais. Muito mole achar este áudio em boa qualidade. Está na capa do canal do selo Parlophone (mesmo selo do Coldplay, Gorillaz e Radiohead) no Youtube (veja logo, porque a EMI tá tirando todos os vídeos do ar),  por exemplo:

Lily Allen fez este cover no último sábado, dia 13, e disse que foi assim: o Mark Ronson pediu alguma coisa que nunca tivesse tocado no programa dele e a cantora tinha a faixa no celular. Aí, pediu que o produtor comentasse e tal, mas não ripasse a música. Mark Ronson mandou ver e só restou à Lily Allen agradecê-lo por metê-la nessa confusão com a própria gravadora.

A cantora jura que só fez o cover porque realmente ama a Britney e as músicas dela. Fofa, não?

Bom, pra quem esqueceu – ou nem ficou sabendo – a Lily Allen e o Mark Ronson já foram parceiros num outro projeto: o disco Version. Nele, o produtor selecionou algumas canções para dar uma outra cara. Valerie, do Zutons, que a Amy Winehouse já tocava por aí, ganhou uma nova mixagem. Toxic, da Britney Spears (olha a Britta aí de novo!), Apply Some Pressure, do Maxïmo Park, e The Only One I Know, dos Charlatans UK, são apenas algumas das faixas que foram relidas para este disco. Outra, que acabou ganhando um clipe sensacional, com direito a participação dos pais da obra e tudo, foi Oh, My God, sonzasso do Kaiser Chiefs, que no disco do Mark Ronson foi interpretado pela Lily Allen. O clipe ficou assim:

Se ontem foi aniversário do Sérgio, parente distante de um dos GARIS, hoje é a vez da Britney Spears (ou, simplesmente, Britta) comemorar 27 anos e lançar o novo disco, Circus, que já vazou há semanas, mas tudo bem.

Com calcinha ou sem calcinha, de cabeça raspada ou com cabelo todo desgrenhado, ela é a personificação daquilo que podemos definir como “lixeira do pop”, não acham?

Então, comentem aí: se quiserem que a gente resenhe o disco novo dela, a gente, que nunca ouviu um disco inteiro da Britta, faz isso. Por você!

Nossa primeira homenagem é essa aqui embaixo:

Ooops… She did it again!

“I want my MTV”

Publicado: 30/outubro/2008 em Pop
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O título deste post se refere ao clássico slogan da MTV norte-americana usado no início dos anos 80. A rede americana lançou esta semana o MTV Music, um grande depósito dos clipes musicais que marcaram a história do canal.

Para se ter uma idéia, já são 22 mil vídeos na página. Há material novo, como os novos clipes de Britney Spears e Maroon Five, mas o legal mesmo são os vídeos da década de 1980, muito utilizados pela filial verde-amarela no início dos anos noventa.

Um dos clássicos dessa época é o clipe de Peter Gabriel, Sledgehammer:

 

1-O Muse está oferecendo no site oficial, um clipe ao vivo da música Fury para download gratuito. A canção do grupo inglês foi gravada em abril, durante um show beneficente da instituição Teenage Cancer Trust no tradicional palco londrino Royal Albert Hall. Essa música saiu apenas como lado b do single Sing to Absolution de 2003.

2- A filial italiana da Sony BMG comemorou a estréia do novo álbum do AC/DC, Black Ice, o primeiro de inéditas em oito anos, projetando o logotipo da banda nas paredes do Coliseu, em Roma. A logo da banda australiana pôde ser vista na capital da Itália durante os dias 16 e 17 deste mês. Veja aqui.

3- O Papa Roach acrescentou uma nova música chamada Hollywood Whore ao set-list dos últimos shows. O vocalista Jacoby Shaddix revelou que a letra é uma “homenagem” à cantora pop Britney Spears e à “socialite” Paris Hilton. Para conferir clique aqui.

Amy Winehouse, Axl Rose e Britney Spears estão na lista das celebs mais personas non gratas nos hotéis do mundo.

A Amy melecou a banheira de um quarto com tinta preta pra cabelo e, num outro hotel, caiu na mão com o marido-problema Blake Fielder-Civil e deixou sangue pra tudo quanto é lado.

O Axl também causou distúrbios quando, às 8 horas da manhã, brigou com uma mulher e abocanhou a perna de um segurança. É mole?

Bom, já a Britta, não fez nada disso, mas está na lista porque é uma fanfarrona. Volta e meia ela se registrava nos hotéis Los Angeles, mas nunca aparecia. Então, pra que se registrava? Só pra criar tumulto. Ah, vai! Deve ser divertido…

A matéria completa está no site da Rolling Stone Brasil.