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É curioso como a vida e a morte brincam. Talvez para tornar a segunda mais leve. Neste 7 de julho a morte do cantor e compositor Cazuza faz 20 anos e a gente aqui pensou que não havia muito o que falar, a não ser copiar e colar o que outros veículos estão publicando durante o dia. E isso não é o LIXEIRA DO POP.

Agora à tarde, no entanto, uma notícia nos surpreendeu: Ezequiel Neves, 74 anos, jornalista e produtor musical que revelou o Barão Vermelho (com Cazuza, na época) no início dos anos 1980, morreu hoje. Ezequiel estava internado desde o início do ano na Clínica São Vicente, na Gávea, com um tumor benigno no cérebro. Ezequiel também tinha enfisema e cirrose.

Nesses últimos meses, Ezequiel recebia regularmente visitas de amigos como o líder do Barão Vermelho, Roberto Frejat. Bonito saber que certas amizades resistem ao tempo. No vídeo a seguir, Ezequiel Neves fala, entre outros temas, sobre a gravação do primeiro disco do Barão e também sobre Cazuza:

Descanse em paz, Ezequiel Neves. E obrigado pelo que você fez pela música brasileira.

Conte pros amigos: http://wp.me/pdGj4-Gr

Na noite em que Brasília conheceu seu novo governador – o quinto, somente este ano – 30 mil pessoas ocuparam a área externa do Museu da República para assistir à abertura da etapa brasileira da tour Wait For Me. A capital cinquentenária está em clima de festa e o show, no último sábado (17), teve entrada franca. O passe da área vip custou R$ 13, revertidos para compra de mudas de ávores nativas do cerrado, para reflorestamento. A iniciativa faz sentido quando o artista em questão também adere à causa. Só tem um detalhe: a área vip foi projetada para tantas pessoas, que quem não pagou teve de se contentar com um palco a mais de 100 metros de distância, com um bar, uma torre de som e duas grades de isolamento na frente.

Quem assistiu à passagem da excursão Hotel (2005) por aqui vai notar que, apesar de o álbum Wait For Me (Little Idiot Records, 2009) soar etéreo demais para um show, desta vez a gig vem com mais energia. O advogado Rodrigo Machado, de 29 anos, considerou esse show “mais dançante, mais animado do que o anterior”, que ele viu no Rio. Mas gongou a vocalista Leela James, ao compará-la com a cantora Laura Dawn: “A anterior tinha uma voz hipnotizante, que esta não tem”. Leela traz, no entanto, uma espontaneidade que, até quando dá errado, dá certo. Por exemplo, quando a introdução pré-programada de Disco Lies entrou, mas a vocal deu uma vacilada, mostrou ao público que a base até poderia ser playback, mas a voz era ao vivo.

Dos sucessos da carreira, quase todos estavam no setlist: Porcelain (dedicada a Brasília), Bodyrock, Go, We Are All Made Of Stars, Why Does My Heart Feel So Bad, In My Heart, Flower, Natural Blues, In This World, Raining Again e Disco Lies. Muita gente na plateia pediu Lift Me Up e Beautiful, mas não rolaram. Das novas, a banda tocou A Seated Night (que abre os shows dessa turnê), Mistake e Pale Horses. Normalmente cada setlist inclui apenas um cover, mas em Brasília foram dois: Walk On The Wild Side, do Lou Reed, e Whole Lotta Love, do Led.

O encerramento, com jeitão de grand finale, foi ao som de Feeling So Real, que começou como bossa nova.

Fácil pra quem viu de graça falar, mas fica a dica para o pessoal de Porto Alegre (20), Curitiba (21), São Paulo (23) e Rio de Janeiro (24), que vai desembolsar entre R$ 80 e R$ 400 pela entrada. Mas vale, viu?

Setlist – Moby em Brasília (17/4)
A Seated Night
Extreme Ways
In My Heart
Mistake
Flower
Bodyrock
Go
Why Does My Heart Feel So Bad?
Pale Horses
Porcelain
We Are All Made Of Stars
Walk on the Wild Side (Lou Reed cover)
Natural Blues
Raining Again
Disco Lies
The Stars
Bis:
In This World
Honey
Whole Lotta Love (Led Zeppelin cover)
Feeling So Real
Esse texto foi publicado originalmente no blog do Rio Fanzine (e eu esqueci de pedir pra linkar pra cá… hahaha).
Finalmente concluído, o documentário Guidable – A verdade História do Ratos de Porão retrata em vídeo os 30 anos de carreira da banda paulista de hardcore e já está em exibição no Brasil.
Em 121 minutos, entrevistas com integrantes, ex-integrantes, amigos e personagens importantes da cena hardcore brasileira montam a biografia do grupo, disco por disco. O material se completa com vídeos e fotos inéditas do Ratos desde seu início.
O documentário mostra como a banda conseguiu superar uma série de dificuldades comuns a bandas de rock (troca de integrantes, drogas, problemas de saúde) e cativou público entre seguidores do punk, do hardcore e do metal. Também explica que a alcunha de “traidores” vem de muito antes do vocalista João Gordo ter “traído o movimento” ao tornar-se apresentador da MTV Brasil.
Divertido do começo ao fim, Guidable (termo criado pelos próprios integrantes da banda para definir confusão mental) é recomendado até para quem não é fã da banda. Só peca por ser longo (duas horas), vide a extensa carreira e discografia da banda.
E falando em carreira, cuidado aos sensíveis. O filme não tem censura alguma nas imagens e vídeos envolvendo o antigo consumo excessivo de drogas pela banda. Em determinada cena de uma turnê na Europa durante anos 90, , são mostradas montanhas de cocaína (juro) em cima de uma mesa, por exemplo.
Guidable tem a direção de Fernando Rick e Marcelo Appezzato, convidados pela própria banda, em 2006. Fernando Rick ganhou a atenção dos Ratos ao dirigir o videoclipe de “Covardia de Plantão” do disco “Homem Inimigo do Homem”.
O filme foi lançado pelo selo Black Vomit Filmes e tem sido exibido em sessões em todo o país. informações sobre a agenda podem ser conseguidas no site oficial da Black Vomit aqui. Os produtores estão agilizando as vendas até o fim do ano e parece que o filme virá com bastante material bônus divididos em dois DVDs.
Confira o trailer aqui!

Por RAFAEL LAMIM

guidable

Finalmente concluído, o documentário Guidable – A verdadeira História do Ratos de Porão retrata em vídeo os 30 anos de carreira da banda paulista de hardcore e já está em exibição no Brasil.

Em 121 minutos, entrevistas com integrantes, ex-integrantes, amigos e personagens importantes da cena hardcore brasileira montam a biografia do grupo, disco por disco. O material se completa com vídeos e fotos inéditas do Ratos desde seu início.

O documentário mostra como a banda conseguiu superar uma série de dificuldades comuns a bandas de rock (troca de integrantes, drogas, problemas de saúde) e cativou público entre seguidores do punk, do hardcore e do metal. Também explica que a alcunha de “traidores” vem de muito antes do vocalista João Gordo ter “traído o movimento” ao tornar-se apresentador da MTV Brasil.

Divertido do começo ao fim, Guidable (termo criado pelos próprios integrantes da banda para definir confusão mental e que se pronuncia “guidáble”, em português, mesmo) é recomendado até para quem não é fã da banda. Só peca por ser longo (duas horas), vide a extensa carreira e discografia da banda.

E falando em carreira, cuidado aos sensíveis. O filme não tem censura alguma nas imagens e vídeos envolvendo o antigo consumo excessivo de drogas pela banda. Em determinada cena de uma turnê na Europa durante os anos 90, são mostradas montanhas de cocaína (juro) em cima de uma mesa, por exemplo.

Guidable tem a direção de Fernando Rick e Marcelo Appezzato, convidados pela própria banda, em 2006. Fernando Rick ganhou a atenção do Ratos ao dirigir o videoclipe de Covardia de Plantão, do disco Homem Inimigo do Homem (Deckdisc, 2006).

O filme foi lançado pelo selo Black Vomit Filmes e tem sido exibido em sessões em todo o país. informações sobre a agenda podem ser conseguidas no site oficial da Black Vomit aqui. Os produtores estão agilizando as vendas até o fim do ano e parece que o filme virá com bastante material bônus divididos em dois DVDs.

Confira o trailer aqui!

Bora disseminar via Twitter: http://wp.me/pdGj4-DD

Toque no Brasil tem a difícil missão de tirar bandas independentes do gueto e levá-las para turnês

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O músico paulistano Sérgio Ugeda explicou na última quinta-feira o que será o site Toque no Brasil, criado por ele. Trata-se de uma rede social baseada na premissa punk do “faça você mesmo” e que pretende colocar em contato direto músicos, produtores e contratantes em todo o país. O portal, parceria de Sérgio com o Fora do Eixo (FDE) e a Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin) entra oficialmente no ar em fevereiro de 2010, quando ocorre o festival Grito Rock. Até lá, estará disponível um mapa do Google, em que os internautas poderão se cadastrar e mostrar em que lugar do país estão, que tipo de música ouvem e que lugares frequentam.

Durante a conferência sobre internet e o mercado de música independente no festival Porão do Rock, em Brasília, Sérgio explicou que o objetivo central do Toque no Brasil é criar circuitos de turnês, “porque as bandas nacionais lançam discos e não sabem o que fazer depois. Não sabem onde tocar”. Na América do Norte, na Europa e até mesmo nos vizinhos latinoamericanos – como Argentina e Chile – existe a cultura da turnê. “No Brasil isso não acontece porque os shows não se baseiam em relações profissionais, mas em relações políticas e não dá pra fazer isso 20 dias por mês. Esse é o Brasil”, justificou Ugeda.

A ideia do “faça você mesmo” leva em consideração o fato de que ninguém dará mais importância para uma banda do que o próprio músico. Há poucos exemplos de bandas independentes que conseguiram se tornar comercialmente viáveis, como Móveis Coloniais de Acaju e Teatro Mágico, mas, de acordo com Sérgio, não são modelos a serem seguidos, porque são casos muito pontuais e não se enquadram num cenário mais geral.

A proposta do site é criar circuitos de turnês. Funcionará assim: a banda resolve fazer, por exemplo, uma turnê do Rio de Janeiro para Goiânia. Dispara, então, um alerta e os donos de casas de shows e produtores recebem esta mensagem. Aí, podem aprovar ou recusar o pedido do grupo. Assim que o contratante tomar a decisão, a banda recebe um aviso. Além disso, os músicos saem do Rio, por exemplo, e fazem shows no Rio, Juiz de Fora, Uberlândia e Goiânia. Na volta, se apresentam em Brasília, Belo Horizonte e Ouro Preto, por exemplo.

O processo todo será acompanhado pela equipe do site. Uma semana antes de cada apresentação o grupo e o contratante deverão informar, por e-mail, se está tudo correndo bem. Após o show, a banda vai atribuir uma qualificação ao contratante, que, por sua vez, também dará uma nota aos músicos, a exemplo do que já ocorre em portais como Mercado Livre. “Assim, atitudes de má fé e sacanagens em geral serão divulgadas”, espera Ugeda.

A exemplo do americano Sonic Beat, o Toque no Brasil vai começar oficialmente suas atividades voltando-se para festivais de rock independentes. Os objetivos são: tornar-se referência para inscrições em festivais em todo país já em 2010 e criar um modelo de turnê. Sérgio dá a dica: “Crie um projeto com antecedência e disciplina; aí, comece a correr atrás. O Toque no Brasil será parte deste processo”, conclui.

MinC chama população para debater direitos autorais

Ainda no Porão do Rock foi anunciado que o Ministério da Cultura (MinC) está formulando uma nova proposta para pagamentos de direitos autorais, que deve ser divulgada até novembro. Assim que a proposta for apresentada, será levada à consulta pública e ficará disponível durante dois meses para receber opiniões.

A discussão sobre direitos de autor e cultura, em geral, já ocorre há algum tempo numa plataforma criada pelo próprio MinC, no portal Cultura Digital. É uma rede social baseada em cinco eixos fundamentais: memória digital, economia da cultura no ambiente digital, infovia digital (discussão sobre a infraestrutura de transmissão de dados; por exemplo: universalização da banda larga), arte na era digital e comunicação digital (língua, mídia e convergência).

O MinC planeja ainda para novembro um seminário internacional para tirar as diretrizes da proposta que irá para consulta pública.

porao vh3

Por MARCUS VINÍCIUS LEITE e VICTOR RIBEIRO

elmatooO nome é meio diferente, difícil de memorizar, mas também difícil de esquecer. Quando comecei a pensar em bandas latinas, lembrei logo dessa que alegrava minhas já saudosas manhãs na faculdade em 2004, e que meu irmão, Daniel Cezar era muito fã e sempre me falava … lembrei do nome Él Mató a un Policia Motorizado. Um indie rock cru e leve, com um toque de noise rock que traz guitarras distorcidas sem tirar uma grande característica do som deles: ser tranquilizante sem ser sonolento. Muito disso vem das belas melodias, cantadas em espanhol com direito ao característico sotaque portenho.

Eles são bem reconhecidos no cenário alternativo latinoamericano, inclusive já tendo passado pelo Brasil algumas vezes. Após lançar um bom álbum de estréia em 2004, a banda se dedicou a uma trilogia de EPs, que simbolizam o nascimento, a vida e a morte. Começando por Navidad de Reserva, de 2005, que traz um tom melancólico. O segundo deles, Un Millón de Euros, é tranquilo e perfeito para se ouvir em uma tarde ensolarada e desocupada, trazendo letras que falam sobre amigos, amores, viagens. Fechando o trio, vem Día de Los Muertos, lançado no ano passado, que trata do fim do mundo, e consequentemente, do fim da vida.

Casando perfeitamente distorção com melodias calmas e batidas às vezes até dançantes, Él Mató é uma banda que recomendo para qualquer hora, e que defino como aquele tipo de música que fica marcado na memória como a trilha sonora de bons momentos, aqueles que causam até vontade de voltar no tempo para viver tudo de novo.

Él Mató a un Policia Motorizado será a segunda banda a tocar amanhã, sábado, primeiro dia de shows do Porão do Rock. Veja aqui a lista completa das bandas.

PORÃO NA ARGENTINA

Como se não bastasse um grupo argentino invadir – da melhor forma possível – o Porão do Rock, o próprio festival deve tomar conta de Buenos Aires, em uma edição menor, com dez bandas (seis argentinas e quatro brasileiras) nos dias 23 e 24 de outubro.

mundolivresaOs brasileiros que vão cruzar a fronteira serão os cariocas do Autoramas, que já são badalados pela América Latina; os brasilienses do Móveis Coloniais de Acaju, que prometem fazer bonito representando a sede do festival; os pernambucanos do Mundo Livre S/A (foto), que recentemente foram elogiados pela edição argentina da revista Rolling Stone, o que gerou uma curiosidade do público; e os goianos do MqN, que já lançaram disco lá e trazem como frontman o atual presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin), Fabrício Nobre, que também acumula a função de chefão da gravadora Monstro Discos. Entre os argentinos, o conselheiro do Porão do Rock Gustavo Sá citou Los Natas e, adivinhe… El Mató A Un Policía Motorizado.

Para ouvir mais, vale uma visita ao MySpace dos caras.

Para tuitar: http://wp.me/pdGj4-Dh

Direto do blog Bloody Pop:

Sim, o Beirut vem ao Brasil e a turnê vai passar por 3 cidades (Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro) em 5 datas, quem informa é o Uol. Os soteropolitanos verão Zach Condon e sua trupe nos dias 04 e 05 de setembro no Teatro Castro Alves, parte do Panorama Percussivo Mnudial[sic]. No Rio, os show acontecem no Teatro Oi Casa Grande nos dias 08 e 09. A turnê aparentemente termina na capital paulista no dia 11 no Via Funchal, mas como o boato original ainda falava em Recife e por esses dias rolará por lá o No Ar Coquetel Molotov, eu não descartaria a possibilidade.

Pra entrar no clima, você pode acessar o site do Beirut e baixar gratuitamente a faixa nova (valeu, filopucpos!), A Sunday Smile, do disco The Flying Club Cup (gravadora Ba Da Bing!, 2007). É só clicar. Não precisa nem se cadastrar, nem nada. A seguir, a faixa que estava na abertura da série Capitu, da TV Globo, e fez a fama dos caras por aqui. A música se chama Elephant Gun e o clipe é sensacional:

O Muse marcou para 14 de setembro o lançamento do quinto álbum de estúdio, The Resistance. A data foi estrategicamente escolhida para preceder a volta do bandão de Matt Bellamy às arenas de shows. De acordo com o semanário britânico New Musical Express, o Muse agendou sete shows em arenas do Reino Unido e da Irlanda, incluindo dois shows na Arena O2 (aquela onde o Led se reuniu em 2007).

The Resistance foi inteiramente gravado na Itália e sucede Black Holes And Revelations (Warner, 2006), que trazia esta faixa aí:

No ano passado o Muse passou pelo Brasil, com a turnê do DVD H.A.A.R.P (Warner, 2008).

green-dayÉ, pessoal. Pra fechar bem a semana, a notícia que vem de um executivo da divisão brasileira da Warner Music, gravadora dos caras: a nova turnê dos Green Day, que começa no dia 4 de junho, em Hollywood, deve chegar à América do Sul no início de 2010 e o Brasil está no roteiro. Antes, passará pela Europa.

O repertório terá como base o recém-lançado 21st Century Breakdown, oitavo álbum de carreira do power-trio californiano. O disco, aliás, merece uma resenha por aqui. São 18 faixas, divididas em três atos, tipo uma peça de teatro. A pegada é bem parecida com a de American Idiot (2004). Ou seja, um punk beeem pop, quase emo, radiofônico pra caramba e com bons refrões.

Quem assina a produção é o Butch Vig, que se consagrou ao produzir o clássico Nevermind (1991), do Nirvana. Eles estão divulgando o terceiro single, 21 Guns. Antes lançaram, nesta ordem, Know Your Enemy e a faixa-título, 21st Century Breakdown.

O Green Day está na estrada há 21 anos e já vendeu 13 milhões de discos. Vambora curtir então Know Your Enemy ao vivo no estúdio Abbey Road (a música demora a começar, porque rola uma vinheta e uma entrevistinha antes, mas vale a pena):

Bom fim de semana!

O Depeche Mode, que anunciou pra abril o lançamento do álbum Songs Of The Universe, confirmou para outubro a passagem da Tour Of The Universe pela América Latina. Brasil incluído. Será que eles vêm ao Tim Festival? Seria lindo, não?

Bom, a banda acabou de lançar o vídeo oficial do single Wrong, que já bomba nas rádios gringas e por aqui, ninguém nem tchum. Seria uma outra boa notícia pros fãs brasileiros, mas aí você entra no canal oficial dos caras no YouTube e surge um simpático recado: “Este vídeo não está disponível no seu país”. Como assim???

Enfim, descolamos uma apresentação do som ao vivo, durante o Echo Awards, que rolou em Berlim, no último dia 21:

Assim que o petardo vazar, a gente conta se vale a pena ou não se descabelar se nenhum vídeo oficial chegar ao Brasil via YouTube.

Tomara que, pelo menos, passe na MTV, que voltou a dedicar graaande tempo da sua grade à transmissão de videoclipes e não daquele monte de abobrinhas que ninguém aguentava mais.

Paul Stanley não cai nunca do salto

Paul Stanley não cai nunca do salto

O bandão de Paul Stanley e Gene Simmons vai trazer a turnê Alive/35 (que comemora os 35 anos de carreira) a palcos tupiniquins. Serão dois shows: dia 7 de abril no Anhembi, na Paulicéia, e dia 8 na Praça da Apoteose, no Rio. Em São Paulo, os ingressos – inteiros – vão custar de R$ 170 a R$ 350 e começam a ser vendidos no próximo dia 12. Já no Rio, NADA de informações.

Essa coisa assim meio perdida te lembra alguma coisa? Seria o prenúncio de um caos? Uma grande confusão? Ou seria pane no sistema? Um perrengue daqueles para os fãs? Dificuldades de conseguir ingressos antecipados? Vexame público? E será que vai sobrar ingresso pra caramba depois?

Pois então… Se isso acontecer, NÃO será mera coincidência, já que a produtora do show do Kiss é a famooosa Time For Fun, que trouxe a Madonna ao Brasil há um mês e meio.

Só nos resta desejar boa sorte aos fãs.