Posts com Tag ‘Amy Winehouse’

Foi, mal, pessoal, mas ficamos uns dias sumidos. Vamos voltar aos poucos, ok? Mas foi bem irresistível essa aqui. Vamos traduzir, direto do NME.com, porque nem precisa comentar, fazer piadinha, essas coisas. Vejam:

BOY GEORGE ESCREVE CANÇÃO SOBRE AMY WINEHOUSE

Cantor do Culture Club escreveu a música na prisão

Boy George revelou que está escrevendo uma canção sobre Amy Winehouse.

O líder do Culture Club compôs a música durante sua recente cana por bater e manter em cárcere privado um michê rapazinho na sua alcova no seu flat em Londres.

A música, intitulada Your Pain Makes a Beautiful Sound (algo tipo Sua Dor Tem um Som Bonito), traz versos como: “You’re a genius, you’re a car crash/ It’s hard to say what you do best” (Você é genial, você quebra a p*rra toda/ Difícil dizer o que você faz melhor).

A dupla já se encontrou uma vez, no ensaio para o Apocalipse nos bastidores da casa noturna Koko, em Londres, onde eles falaram sobre uma de suas músicas favoritas em comum, He Hit Me (And It Felt Like A Kiss), produzida por Phil Spector, composta por Carole King e Gerry Goffin e interpretada pelo Crystals.

“Escrevi coisa pra cacete, que serão lançadas no ano que vem”, Boy George disse ao jornal The Times sobre sua estada no xadrez na prisão HMP Edmunds Hill, in Suffolk. “Escrevi um diário e músicas”.

Então, bora dar um confere, primeiro na versão que eles curtem, de 1962, e na sequência, numa versão mais recente, feita pela rapaziada do Grizzly Bear, ao vivo, em Toronto (Canadá), dois anos atrás:

Tuíte-nos: http://wp.me/pdGj4-Ed

Anúncios

Direto do Vírgula, por Vic Matos:

Depois de oito meses na ilha de Santa Lucia, no Caribe, Amy Winehouse fez um retorno emocionado à Inglaterra. A cantora foi fotografada aos prantos ao chegar no aeroporto de Gatwick, próximo à Londres, na manhã desta segunda-feira (13).

Um representante da cantora disse ao Daily Mail: “Ela está muito feliz de estar de volta e mal pode esperar para encontrar a família e os amigos.”

Alguns sites divulgaram que a gravadora de Amy não estaria muito feliz com a decisão da cantora de voltar para sua terra. Isso tudo por causa do bom dinheiro empregado na gravação de seu novo CD em Santa Lucia.

Amy passou o último dia no Caribe passeando pela praia com seus cães adotivos. Por enquanto nada foi divulgado sobre um retorno da cantora à ilha.

Na foto ao lado, Amy aparece chegando no aeroporto com uma aparência bem melhor que a de quando chegou no Caribe.

É verdade!

Não dá pra comemorar o aniversário do LIXEIRA DO POP sem falar nelas. As nossas musas não nos deixam sem assunto. Então, vou antecipar pra hoje o post que viria só amanhã (e o de hoje, sobre downloads gratuitos, vem amanhã ou sábado; beleza?).

amytrapezistaÉ preciso reconhecer o poder de atração de audiência de dois nomes: Amy Winehouse e Britney Spears.

Como dificilmente elas aprontam juntas, poderíamos ficar dias pares falando da Wino e dias ímpares falando da Britta. Esta semana, por exemplo… A Amy transformou seu quintal num CIRCO e se tornou a diversão da vizinhança lá em London. Dá só uma olhada na cara do vizinho safadão. Depois o corno do Blake Fielder-Civil vai ficar irado por ter sido corno one more time.

Já a Britney, tava lá, fazendo um show da turnê CIRCUS (coincidências non eczisten!), quando, do nada, a doida desejou um “maaaarry Christmaaaaas” (feeeeeeeeliz Nata-al). Juro! O vídeo não me deixa mentir:

Um ano falando nelas e nós, que quase não gostamos de teorias da conspiração, chegamos a uma conclusão: Wino e Britta são a mesma pessoa. Tipo Clark Kent e Superman. Bruce Wayne e Batman. Corvo e Repórter Vesgo. Felipe Ricotta e Kiabbo. Fofão e Patropi (ok, peguei pesado agora). Mas é isso: são a mesma pessoa. E se alguém tiver prova do contrário, manda pra gente, porque por enquanto nós acreditamos nisso.

Parabéns a todos nós, que escrevemos, lemos, comentamos e citamos o LIXEIRA DO POP por este primeiro aniversário. É… Hoje faz um ano que estamos no ar. Para comemorar, uma série de posts especiais.

E chega de conversa que todo mundo quer saber qual presente o blog aniversariante apresenta hoje. Uma coisa que eu realmente gosto é um bom mash-up, saca? Juntar, sobrepor, mixar, mesclar, samplear duas, três, centas músicas para fazer um algo completamente novo. Aliás, talvez foi por ter puxado tanto o assunto de mash-ups com o Victor que ele teve a idéia de me chamar pra cá. Bom, seja como for, eu, parte da comunidade Get Your Bootleg On, já gastei muuuuitas horas garimpando coisas legais por aí. E, catando mash-ups, eu acabei conhecendo muitas bandas legais.

A técnica começou a chamar atenção em 2004, com o trabalho do DJ Danger Mouse (não estranhou o nome? O cara é a metade mais magra do Gnarls Barkley e também produz – no currículo ele tem, por exemplo, o último e maravilhoso álbum do Beck, Modern Guilt). Ele juntou os vocais do Black Album, do Jay-Z, com uma mescla de instrumentais do White Album, dos Beatles. Formou-se então o The Grey Album, disponível para download em torrent aqui.

Um mash-up não é coisa simples de se fazer. É preciso encontrar músicas que se encaixem, ou fazer um esforço modificando o tempo, recortando, remontando e adequando os ritmos. O mash-up mais clássico é aquele em que o instrumental de uma música é colocado com os vocais de outra. Mas os mais legais são aqueles em que é tudo recortado, misturado e colado para formar algo realmente criativo e inovador. E você saberá quando um mash-up for realmente bom quando sentir falta das intervenções ao escutar uma música original. Por exemplo, meu favorito é do DJ Party Ben: Hung Up On Soul, Madonna vs. Death Cab For Cutie (sim, um mash-up sempre é apresentado como uma música versus a outra, e o novo título é uma mistura das músicas envolvidas). Pois bem, hoje eu não consigo mais ouvir Soul Meets Body do Death Cab, música utilizada no mash-up, sem cantarolar “hung up…” no refrão.

A cena mash-up lá fora é bem mais desenvolvida. As festas Bootie têm edições em NY, Los Angeles, Paris, Munique e por aí vai. No Rio de Janeiro, eu mesma já fiz uma! Ok, era uma festinha de aniversário, mas eu só toquei mash-ups e a galera curtiu… Ah, e por que “bootie”? É abreviação de bootleg, algo escamoteado, pirata, contrabandeado. No mundo dos booties, as músicas alheias são utilizadas à vontade para produzir algo completamente novo, e os downloads são abundantes pela net. Os DJs disponibilizam mesmo, o legal é distrubuir o trabalho, testar com a galera se está bom, divulgar seu nome.

Parece-me que o modo mais “fácil” ou básico de fazer um mash-up (digo isso porque é o que mais se vê por aí) é juntar os vocais de um hip-hop com alguma música rock ou pop rock. Fica ok, mas na maioria das vezes peca na falta de inovação (e é chato se você não curte hip-hop). Se uma música é hit por aí, geralmente todo mundo corre pra fazer o mash-up clássico (vocal de um + instrumental de outra) com qualquer uma que combine mais óbviamente (o tempo é semelhante, etc). Músicas pop tipo fabricação dão mash-ups corretos, mas também sem muita graça (vide o tanto de mash-up com I Kissed a Girl e Bleeding Love). Acaba como se fosse mais um remix da música de sucesso. Interessante é juntar músicas que não têm mesmo nada a ver, mas que encontram uma harmonia surpreendente. Vai do talento e da criatividade do DJ mesmo.

Eis o desfile de alguns selecionados:

Da série “separados no nascimento”, um exemplo de músicas feitas uma para a outra: Divide & Kreate juntaram Do Something, da Britney Spears com Supermassive Black Hole, do Muse.

Um exemplo de um mash-up com o “a capella” de uma e o instrumental de outra… eis Back to Virginity, do DJ Phil Retrospector, que une Like a Virgin, da Madonna, com Back To Black, da Amy Winehouse. Resultado bem interessante…

O DJ Earworm é mestre em pegar umas 20 músicas e encaixar tudinho numa só. E fica bom! Nessa ele reúne as 25 top músicas das paradas americanas em 2007 sobre a base de uma delas, Umbrella, da Rihanna. E se você ouvir algumas vezes, você decora e fica cantando elas juntas como se fossem uma música só mesmo.

Eu gosto muito desse mash-up, porque junta quatro músicas pra fazer uma completamente inédita. O ritmo formado nesse instrumental é uma aglutinação de Do You Think I’m Sexy, do Rod Stewart, Sexyback, do Justin Timberlake, e um remix de Deceptacon, do Le Tigre. Todas elas músicas contribuem nos vocais em certos momentos, mas a maior parte é tirada de Move Along, da banda All American Rejects, um poperô dessa nova leva (tenho medo de cometer algum erro grave se chamá-los de emo, mas tudo bem) até um bocado deprê no original, mas vira uma música super felizinha nessa salada.

Um tipo de mash-up muito comum é o hip-hop + música que originalmente não teria nada a ver. Juntar In Da Club, do 50 Cent, com Stayin Alive, do Bee Gees, acabou ficando bem legal.

Talento brazuca na área! FarOFF ainda tem muito arroz, feijão e farofa pra comer, mas já está despontando como um grande nome do mash-up. Radicado nos EUA, tocou na edição de março da festa Bootie NY. E isso é bem legal! Já recebi reclamações que não há mash-ups com músicas brasileiras, e isso é um crime. Esse cara já usou CSS, mas aí num vale… os DJs brasileiros têm que começar a entrar nesse negócio e usar a produção nacional. Imaginem quanta coisa legal ia rolar. Bom, essa une Beatles, Kinks, Daft Punk e LCD Soundsystem.

E pra tocar na comemoração de um ano do Lixeira! Dj Immuzikation juntou Time to Pretend, do MGMT, com One More Time, do Daft Punk, e fez uma pérola dançante.

Have fun!

Mais um ano, mais um Grammy… confesso que gosto de ver essa papagaiada pelos shows. Premiação é meio chato, mas enquanto eles estão na lenga-lenga você pode ir colocando a pipoca no microondas. Os momentos “reunião-dos-artistas” é o mais legal, não me esqueço o quanto gostei de ver John Mayer + Corinne Bailay Rae + John Legend há uns 2 anos. Ano passado, nada que eu me lembre a não ser a cara de besta da Amy (“Maaaa Blake encarcerated!!!!” MOR-RI DE RIR!)  e o Mark Ronson ganhando o prêmio de produtor (pulinhos!).

Amy com cara de “O QUÊ?”

Esse ano, a Sony exibe a 51ª edição da cerimônia esse domingo (08), a partir das 23h – ao vivo de LA. Reprise dia 15/02, às 20h. A Sony tá fazendo uma série de chamadas bem espirituosa pro evento. O tema é “O futuro da música está em boas mãos”, com textos assim: “Pra ser candidato ao Grammy, tem que ser O-RI-GI-NAL” – entra imagem do Coldplay com uma faixa onde se lê “PROCESSADOS”, ou ainda “Para ser candidato ao Grammy, deve ter um imenso fã-clube, uma estratégia de marketing arrasadora e fazer todo mundo cantar por você” – entram os Jonas Brothers! No fim, a declaração irônica: O futuro da música está em boas mãos… ê lê lê!

Mas então, o rapper Lil Wayne e o Coldplay lideram em número de indicações – levaram oito e sete, respectivamente. Algumas das categorias mais importantes:

Se não rolar Grammy, que tal um Oscar de figurino?

Álbum do Ano
Viva La Vida Or Death And All His Friends – Coldplay
Tha Carter III – Lil Wayne
Year Of The Gentleman – Ne-Yo (quem???)
Raising Sand – Robert Plant & Alison Krauss
In Rainbows – Radiohead (olhaaaa! o álbum do “quem dá mais!”)

Música do Ano
American Boy – Estelle e Kanye West
Chasing Pavements – Adele (Estilo Amy, porém poderia quebrar a Amy em 3)
I’m Yours – Jason Mraz (tô por fora…)
Love Song – Sara Bareilles (acho essa música chata por demais)
Viva La Vida – Coldplay (se o Coldplay levar, será que vai agradecer ao Satriani?)

Melhor Artista Revelação
Adele
Duffy (estilo Amy, mas com voz mais chatinha)
Jonas Brothers
Lady Antebellum (tô por fora…)
Jazmine Sullivan (tô por foraaaaaaaa… Isso é que é Revelação! Ninguém nem sabe ainda! rs)

Melho Álbum de Música Pop
Detours – Sheryl Crow
Rockferry – Duffy
Long Road Out Of Eden – Eagles (do Hotel California?)
Spirit – Leona Lewis
Covers – James Taylor

Melhor Álbum de Rock
Viva La Vida Or Death And All His Friends – Coldplay
Rock N Roll Jesus – Kid Rock
Only By The Night – Kings Of Leon
Death Magnetic – Metallica
Consolers Of The Lonely – The Raconteurs

Melhor Álbum de Música Alternativa
Modern Guilt – Beck (amo!)
Narrow Stairs – Death Cab For Cutie (amo! Não sei pra quem torcer…)
The Odd Couple – Gnarls Barkley (o Danger Mouse, inclusive, produziu o do Beck…)
Evil Urges – My Morning Jacket
In Rainbows – Radiohead (“dou 5 pila…”)

E os shows ficam por conta do U2, Coldplay, Miley Cyrus e Taylor Swift (kids!), Estele e Kanye West, Jennifer Hudson, Jonas Brothers, Kid Rock, Lil Wayne (no VMA esse cara fez playback…), Paul McCartney e Dave Grohl na batera (UAU!), Katy Perry (desafinou feião no VMA, eu quase tava pedindo playback…), Radiohead (sério?), Rhianna, Justin Timberlake (esses são mó arroz, tão em todas…).

Então. Esse Lil Wayne afinal, coé a dele? O cara é um rapper tipo bagaceiro mesmo (ou como eles gostam de dizer, gangsta), feioso e esquisito, com letras naquele estilo “leve”. Mas a criançada adora (sim, eu disse “criançada”, o cara é o xuxexo entre os adolas americanos). Claro, ele já foi preso por posse de arma e drogas. Claro, a música que atingiu os primeiros lugares das paradas manda a interlocurora fazê-lo de pirulito. Com seu álbum, Tha Carter III, ele está sendo considerado o melhor rapper que há. Eu não sou crítica de música profissional, muito menos saberia criticar rap, mas é engraçado quando a pessoa gosta do que tá criticando. Essa da Rolling Stone diz que Lil Wayne zoa esse negócio de se vender ao sucesso ao criar uma música de sucesso “Lollipop”, a tal do pirulito, sucesso aqui também). Tenho certeza que se não gostasse do Wayne iria dizer que ele era um vendido mesmo, oras!

Ok, quem leva Grammy então? Amanhã a gente descobre.

A gente tenta não falar o tempo todo sobre ela, mas sabe como é, né? A Amy É a popstar do momento. Britney passou. Madonna já não choca. Michael Jackson faliu. O Prince desapareceu. Nos resta a Amy, que, segundo o tablóide britânico The Sun, vai se mudar… para a Jamaica. JAMAICA!!! Imagina que ela vai fazer miséria lá, né?

Quem? Eu?

Quem? Eu?

Diz que ela vai gravar o terceiro disco na terra de Bob. As sessões no estúdio devem custar dezenas de milhares de libras (que valem mais do que dólares e euros – se bobear, “valem mais do que ouro”).

De acordo com o diário sensacionalista, Amy, que está na ilha de Santa Lucia, no Caribe, desde o Natal, avisou ao pessoal da Island Records que não quer voltar à Inglaterra. Uma fonte do jornal afirma que “Amy está curtindo a vida em Santa Lucia e não quer que isso termine. Ela parece bem e se sente bem e teme as más influências que estão em Londres, só esperando que ela volte. Ela está escrevendo um monte de letras pro novo disco e disse aos chefes que quer se mandar para a Jamaica para gravá-lo”.

Aí, o pessoal da gravadora está de mãos atadas, já que em Londres as drogas chegam à Amy; a Jamaica, por sua vez, é o paraíso do crack, da cocaína e da maconha. Uma situação do tipo: na Jamaica o bicho pega, em Londres o bicho come. Como tem drogas às pencas nos dois lugares, acho que o que pesou mesmo foi o fato de o corno-mala do Blake Fielder-Civil não irá importuná-la no país de Marley.

Para nossa querida Amy, uma frase atribuída, claro, ao Rei do Reggae: “Sou louco porque vivo em um mundo que não merece minha lucidez”.

E não seria lindo vê-la cantando junto com os Wailers? E um dia a Amy podia vir fazer uma figuração em Copa (atenção aos contundentes depoimentos de Simone, Milton e Baby – que na época ainda era Consuelo):

Uma prévia pra vocês: Um mash-up do DJ Michmash com “Rehab” da Amy e “Exodus” do Bob Marley. Acha interessante a mistura?

amybaywatchO trocadilho do título foi só porque a notícia saiu no tablóide The Sun e, a essa altura, já foi reproduzida em tudo quanto é lugar. Mas a idéia é dar a NOSSA versão dos fatos. Mesmo porque o que mais importa num fato é a versão, já que todo mundo contou a história de maneira fria, insensível, enquanto o Sun fez questão de comparar Amy Winehouse a uma estrela de… Baywatch (ou S.O.S. Malibu), com direito a fotomontagem que ilustra este post e tudo. Isso nos faz pensar que o pessoal do Sun consegue ser bem pior do que nós.

Vamos, então, à tradução do início da notícia publicada no site do diário britânico, com direito aos nomes em caixa alta e tudo, como eles gostam:

Heroína Amy

amyheroina

Amy e Louise

Uma TURISTA contou ontem como AMY WINEHOUSE deixou o jeito junkie de lado para se tornar sua heroína – num resgate na praia no melhor estilo Baywatch.

Louise Williams, 39, estava no meio de uma aula de navegação no Caribe quando ela foi arremessada para fora de seu bote por uma onda de 6 pés de altura.

Bom, os momentos menos periclitantes da narrativa, que descrevem o resgate, você encontra na Folha Online. Se continuar assim, Amy, seu papel como estrela de Hollywood está garantido. Não nos decepcione, garotona!

Mark a perigo?

Publicado: 20/janeiro/2009 em Rock
Tags:, , , , ,

O que anda rolando, de acordo com o Telegraph e a Folha (citando o The Sun) é que, por conta dos ataques de Israel a Gaza, uma pessoa sugeriu em um post do fórum de internet islâmico Ummah (opa, é tipo Orkut?) que elaborassem uma lista de alguns judeus influentes, para que fossem contactados e lembrados da luta e do sofrimento do povo Palestino. A idéia era de começar a escrever cartinhas educadas para essas pessoas, reiterando as injustiças do governo israelense e pedindo para que não apoiem (tem acento?) tal coisa.

Má num demorou pra que gaiato postasse outra mensagem, dizendo que, oras, se vamos levantar uma lista de nomes judeus influentes, por que não arrumamos seus endereços, hein, hein, heeeein??? ;^)

Aparece aê, Marquinho! Nóis agarante!

Aparece aê, Marquinho! Nóis agarante!

Aí que um desses judeus influentes listados é o produtor musical Mark Ronson, mais conhecido pelo seu trabalho Grammyado no disco Back To Black da Amy Winehouse. Mark é inglês (e agora americano, tirou o green-card!), de família judia, mas, de acordo com entrevista para o site Something Jewish (haha, adorei o nome…), não é religioso no sentido de observar todas as tradições do judaísmo, mas acredita nos principais pilares da religião, jejua durante o Yom Kippur (dia do Perdão), essas coisas. Nenhuma declaração recente de Mark sobre o conflito atual foi encontrada.

Já a NME diz que a Amy Winehouse é alvo também, como se não bastasse tentar se autodestruir. Amy também é judia, só não sei se ela lembra quando é o Yom Kippur. Ou se tá sabendo sobre os conflitos atuais… a vida no Caribe é muito relaxante.

Os organizadores do Ummah afirmaram que o tal gaiato é um perfil falso (ih, muito Orkut) e que o pessoal da lista não é alvo, nem de ataques, nem de ódio. O pessoal do The Sun é mais alarmista (novidade…) e consulta o analista Glen Jenvey, que afirma que tudo isso representa uma ameaça mortal para judeus do Reino Unido. Os judeus britânicos ficam avisados do aumento de incidentes anti-semitas por aí desde que os conflitos se intensificaram. Ih Mark, cuidado aê. Qualquer coisa tamos às ordens aqui no Rio de Janeiro, he he… Já a Amy deve estar mais acostumada com os perigos dessa vida.

E bora coexistir?

Por onde começamos? Bem, ladies first!

AMY GOES TO HOLLYWOOD

amydequatro

Pirata do Caribe

Amy Winehouse foi convidada a estrelar um filme sobre problemas escolares, no papel de uma professora de músical, inspirado na atuação de Michelle Pfeiffer em Mentes Prigosas (1995). Para isso, Amy terá aulas na Royal Academy Of Music Theatre Department, em Londres. O ator Jonathan Rhys Meyers (Match Point, Missão: Impossível 3 e Alexandre, O Grande) está cotado para ser o par da cantora. A única exigência dos estúdios Universal é que Amy não se meta em nenhuma encrenca até o lançamento do filme – que não tem data marcada. A julgar por esta foto acima, publicada hoje pelo tablóide The Sun, vai ser difícil.

BLINK-182 DE VOLTA?

Pois é. De acordo com outro tablóide britânico, o Daily Star, a reunião do trio californiano só não rolou ainda porque o baixista Mark Hoppus só quer fazer isso quando tiver certeza de que o show do retorno será inesquecível. O Blink-182 surgiu em 1992 e se separou em 2005, quando o vocalista e guitarrista Tom DeLonge abandonou o grupo. Eles acabaram se reencontrando em setembro do ano passado, quando o baterista Travis Barker quase morreu num acidente de avião. Ainda segundo Hoppus, não há conversas com gravadoras e a intenção da volta não é fazer sucesso ou ganhar dinheiro, mas se divertir e ser o mais ridículo possível, para agradar ao máximo os fãs. A seguir, o videoclipe do primeiro sucesso mundial do Blink-182, All The Small Things, de 1999:

Carreira, agora, só a musical. Será?

Carreira, agora, só a musical. Será?

Coincidência ou não, dois dias depois do reaparecimento artístico de Amy Winehouse, que anunciou a volta aos estúdios para breve, o amiguinho dela Pete Doherty reaparecerá. Desta vez no semanário britânico New Musical Express, que chega às bancas amanhã.

Em uma entrevista exclusiva, que teve alguns trechos antecipados pelo site NME.com, Pete marcou para o dia 9 de março o lançamento do seu aguardado disco solo. Uma semana antes, as rádios da Inglaterra começarão a executar o single Last Of The English Roses, que será a segunda das 12 faixas do álbum.

O líder do Babyshambles conta que chamou o guitarrista Graham Coxon, do Blur, para tocar em quase todas as músicas – exceto em Broken Love Song. O curioso é que se trata de um disco solo, mas nem por isso os companheiros de banda tiveram sossego. O guitarrista Mik Whitnall, o baixista Drew McConnell e o baterista Adam Ficek, todos do Babyshambles, participaram do álbum.

só love

CARLzinho e Buchecha: só love, só love

Na entrevista ao NME, ao que tudo indica, Pete Doherty não comenta sobre sua relação – que já foi de ódio e, ao que tudo indica, atualmente é de paz e amor – com o guitarrista Carl Barât, com quem tocava no Libertines, nem sobre os boatos que dão conta de um revival do próprio Libertines.

O DISCO PROMETE

O álbum de Pete Doherty foi gravado no Estúdio Olympic, de Londres, e teve a produção de Stephen Street, que traz no currículo obras-primas como Meat Is Murder (1985) e The Queen Is Dead (86), dos Smiths; Everybody Else Is Doing It, So Why Can’t We? (92), que marcou a estréia do Cranberries; Parklife (94), The Great Escape (95) e Blur (97), claro, do Blur; Employment (2005) e Yours Truly, Angry Mob (07), do Kaiser Chiefs.

No ano de 2007, o produtor também trabalhou com Pete Doherty. Street foi responsável pelo segundo disco do Babyshambles, Shotter’s Nation, que alcançou o quinto lugar na parada inglesa. O mais recente grande feito de Stephen Street foi ter feito o disco de estréia da banda indie inglesa The Courteeners, St. Jude, escalar no ano passado o ranking e chegar ao quarto lugar. Ou seja, se depender do produtor, será um sucesso.

Assim que vazar, a gente ouve  e te conta. Aliás, já ouviram Tonight, do Franz? Bom pacarái! Ainda esta semana a gente comenta.

As faixas do disco solo do Pete Doherty são:

1. Arcadie
2. Last Of The English Roses
3. 1939 Returning
4. A Little Death Around The Eyes
5. Salome
6. Through The Looking Glass
7. Sweet By And By
8. Palace Of Bone
9. Sheepskin Tearaway
10. Broken Love Song
11. New Love Grows On Trees
12. Lady, Don’t Fall Backwards