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Finalmente concluído, o documentário Guidable – A verdade História do Ratos de Porão retrata em vídeo os 30 anos de carreira da banda paulista de hardcore e já está em exibição no Brasil.
Em 121 minutos, entrevistas com integrantes, ex-integrantes, amigos e personagens importantes da cena hardcore brasileira montam a biografia do grupo, disco por disco. O material se completa com vídeos e fotos inéditas do Ratos desde seu início.
O documentário mostra como a banda conseguiu superar uma série de dificuldades comuns a bandas de rock (troca de integrantes, drogas, problemas de saúde) e cativou público entre seguidores do punk, do hardcore e do metal. Também explica que a alcunha de “traidores” vem de muito antes do vocalista João Gordo ter “traído o movimento” ao tornar-se apresentador da MTV Brasil.
Divertido do começo ao fim, Guidable (termo criado pelos próprios integrantes da banda para definir confusão mental) é recomendado até para quem não é fã da banda. Só peca por ser longo (duas horas), vide a extensa carreira e discografia da banda.
E falando em carreira, cuidado aos sensíveis. O filme não tem censura alguma nas imagens e vídeos envolvendo o antigo consumo excessivo de drogas pela banda. Em determinada cena de uma turnê na Europa durante anos 90, , são mostradas montanhas de cocaína (juro) em cima de uma mesa, por exemplo.
Guidable tem a direção de Fernando Rick e Marcelo Appezzato, convidados pela própria banda, em 2006. Fernando Rick ganhou a atenção dos Ratos ao dirigir o videoclipe de “Covardia de Plantão” do disco “Homem Inimigo do Homem”.
O filme foi lançado pelo selo Black Vomit Filmes e tem sido exibido em sessões em todo o país. informações sobre a agenda podem ser conseguidas no site oficial da Black Vomit aqui. Os produtores estão agilizando as vendas até o fim do ano e parece que o filme virá com bastante material bônus divididos em dois DVDs.
Confira o trailer aqui!

Por RAFAEL LAMIM

guidable

Finalmente concluído, o documentário Guidable – A verdadeira História do Ratos de Porão retrata em vídeo os 30 anos de carreira da banda paulista de hardcore e já está em exibição no Brasil.

Em 121 minutos, entrevistas com integrantes, ex-integrantes, amigos e personagens importantes da cena hardcore brasileira montam a biografia do grupo, disco por disco. O material se completa com vídeos e fotos inéditas do Ratos desde seu início.

O documentário mostra como a banda conseguiu superar uma série de dificuldades comuns a bandas de rock (troca de integrantes, drogas, problemas de saúde) e cativou público entre seguidores do punk, do hardcore e do metal. Também explica que a alcunha de “traidores” vem de muito antes do vocalista João Gordo ter “traído o movimento” ao tornar-se apresentador da MTV Brasil.

Divertido do começo ao fim, Guidable (termo criado pelos próprios integrantes da banda para definir confusão mental e que se pronuncia “guidáble”, em português, mesmo) é recomendado até para quem não é fã da banda. Só peca por ser longo (duas horas), vide a extensa carreira e discografia da banda.

E falando em carreira, cuidado aos sensíveis. O filme não tem censura alguma nas imagens e vídeos envolvendo o antigo consumo excessivo de drogas pela banda. Em determinada cena de uma turnê na Europa durante os anos 90, são mostradas montanhas de cocaína (juro) em cima de uma mesa, por exemplo.

Guidable tem a direção de Fernando Rick e Marcelo Appezzato, convidados pela própria banda, em 2006. Fernando Rick ganhou a atenção do Ratos ao dirigir o videoclipe de Covardia de Plantão, do disco Homem Inimigo do Homem (Deckdisc, 2006).

O filme foi lançado pelo selo Black Vomit Filmes e tem sido exibido em sessões em todo o país. informações sobre a agenda podem ser conseguidas no site oficial da Black Vomit aqui. Os produtores estão agilizando as vendas até o fim do ano e parece que o filme virá com bastante material bônus divididos em dois DVDs.

Confira o trailer aqui!

Bora disseminar via Twitter: http://wp.me/pdGj4-DD

Lembra que a gente contou que o duo australiano Empire Of The Sun ia aproveitar o eclipse total do sol pra mandar um vídeo para o mundo, simultaneamente ao fenômeno? Pois eis o tal vídeo (divirtam-se, amantes de música eletrônica pop), em que eles NÃO tocam Standing On The Shore:

E lembra que os ingleses dos Arctic Monkeys também usaram a transmissão online para apresentar os sons do disco novo, Humbug, que chega dia 24? Então:


…já tá na rede o primeiro single do novo álbum dos Arctic Monkeys, Hambug, a ser lançado no dia 25 de agosto. A faixa se chama Crying Lightning. A gente, que “adora o Franz” [interna], se amarrou.

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“Ai, vocês do LIXEIRA DO POP são tããão maus!”

Nada disso, nem! Chama-se Nobody’s Daughter (Filha de Ninguém) o disco novo do Hole, bandão da Courtney Love, que volta em grande estilo e com disquinho de inéditas, que deve ser lançado no final deste ano ou início de 2010. E grande estilo é grande estilo: tem aquela “mocinha” do 4-Non Blondes dando uma força e o Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, trabalhando no “buraco” desde 2005. E isso não é uma novidade.

Corgan (que foi amante da Courtney na época do Kurt :O) foi parceirão no petardo Celebrity Skin (1998). Compôs algumas faixas e até tocou baixo na faixa Hit So Hard, mas nem recebeu o crédito por isso. Mas se ele não se importa, quem sou eu pra reclamar? E isso também não é exatamente uma novidade. Em 1993 o Hole apareceu com a música Old Age, no lado-b do single Beautiful Sun. Só que em 1998 o jornal The Stranger, de Seattle, conseguiu uma gravação da mesma faixa com o Nirvana. E o Krist Novoselic não apenas confirmou que a canção era do Nirvana, como revelou a data da composição: 1991. Ou seja: o Kurt dava músicas em troca de chifre. E nós é que somos maus!

Anyway, esperamos que a parceria, que já deu certo uma vez, consiga prosperar novamente, porque gostamos do Hole – ou pelo menos do que o Hole lança e jura que é próprio.

O Muse marcou para 14 de setembro o lançamento do quinto álbum de estúdio, The Resistance. A data foi estrategicamente escolhida para preceder a volta do bandão de Matt Bellamy às arenas de shows. De acordo com o semanário britânico New Musical Express, o Muse agendou sete shows em arenas do Reino Unido e da Irlanda, incluindo dois shows na Arena O2 (aquela onde o Led se reuniu em 2007).

The Resistance foi inteiramente gravado na Itália e sucede Black Holes And Revelations (Warner, 2006), que trazia esta faixa aí:

No ano passado o Muse passou pelo Brasil, com a turnê do DVD H.A.A.R.P (Warner, 2008).

Finalmente uma novidade da alcova de Jack e Meg White. Tudo bem que não é assim um álbum novo, mas a dupla mais bacana de Detroit vai lançar um documentário sobre a etapa canadense da turnê Icky Thump, que rolou em 2007 (ano passado o Jack se dedicou ao Raconteurs e atualmente também divide o seu tempo com o Dead Weather). O projeto ainda não tem nome, nem previsão de lançamento, mas promete. Foi lá no Canadá que o White Stripes proporcionou um momento inesquecível pra quem curte a banda: um show de uma nota só. Tudo bem que o pessoal saiu sem entender nada. Mas é claro que os fãs já fizeram ficar famoso como “o show mais rápido do mundo”. É. Deve ter sido. Percebam a decepção da multidão (tem câmeras de TV e tudo em volta) gritando “one more note”:

De acordo com Jack White – a metade falante da dupla –, a ideia surgiu de repente. Diz que ele falou pro pessoal pegar a câmera na mão, mesmo, sem muita perfumaria e gravar simplesmente tudo. Não. Não se trata de um reality show e o guitarrista faz questão de deixar claro que odeia esse tipo de programa, porque “é ridículo”. No caso do doc, não é ridículo porque “mostra como é o processo criativo e como as coisas acontecem na turnê”, na justificativa do próprio Jack, que acrescenta: “É muito mais do que o registro de um show. Eu e Meg nos esforçamos demais para dar ao público o que achamos ser o melhor de nós”.

E se você acha que é tudo balela, por causa do vídeo acima, entenda: foi tudo uma brincadeirinha e que rendeu uma divulgação enorme. Também no Canadá eles tomaram um busão só pra tocar a fofinha música-para-colônia-de-férias Wheels On The Bus e a clássica Hotel Yorba, que não é deles, mas é um daqueles covers que fizeram mais sucesso quando regravado:

Muuuita ansiedade pra ver esse doc! E eu amo o YouTube!!!

A gravadora Sony-BMG, uma das maiores gravadoras do mundo – não que isso valha tanto quanto já valeu há uns tempos, parece querer resgatar a áurea época do mercado fonográfico: a empresa anunciou que voltará a comercializar discos de vinil no Brasil.

A ideia da coleção Meu Primeiro Disco é  relançar títulos raros, que só podiam ser encontrados em sebos e fizeram história na Sony, BMG e seus respectivos selos como os primeiros trabalhos de Chico Science e Engenheiros do Hawaii.

O preço médio dos novos lançamentos da Sony será de  “salgados”  R$ 90. De acordo com a gravadora o valor é justificável já que o produto virá com o CD original, também remasterizado, além de um texto falando sobre o disco, clipping de matérias da época e as letras das músicas.

Uma dúvida minha: onde serão produzidos tais LPs? A Sony possui uma fábrica no país ou recorrerá  à Polysom, único local onde ainda são geradas as bolachas em território nacional?

A fábrica que fica em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, pelo que sei, foi adquirida pela Decksic – corrijam-me se estiver enganado.

Bem, eles que são empresários já devem ter bolado algum esquema para essa produção. De qualquer forma, me parece uma decisão interessante. As gravadoras – que hoje são dinossauros imersos em uma lógica de mercado mesozóica – precisam buscar alternativas, nichos de mercado e multiplicar a oferta de produtos, visto que o CD se tornou pouco atraente com a popularização do mp3.

moveis_coloniais_de_acajuEis que diretamente de Brasília surge o mais novo álbum do Móveis Coloniais de Acaju. A maior banda-revelação do país (pelo menos em número: DEZ integrantes) lança o seu ska e o seu swing em C_MPL_TE (Trama, 2009). Primeiramente , foi disponibilizado virtualmente pelo TramaVirtual mas por motivos do além, a dificuldade era tanta que tive que recorrer aos métodos alternativos para ter acesso a obra (leia-se comunidade Discografias (O Retorno)). Mas valeu a pena.

O trabalho produzido por Carlos Miranda (jurado do programa Astros, do SBT) traz um cuidado maior com a sonoridade da banda. É inegável que a qualidade técnica é melhor que no Idem (2005) mas, particularmente, não achei tão bom, musicalmente falando.  Apesar de manter o groove e as letras que cativaram os fãs antenados e que não ligam para a grande mídia, ainda faltou algo. Tipo Sazon, sabe? Mas vale a pena comprar, baixar ou ir ao show sem mesmo conhecer o CD ou a banda. Você não vai se arrepender. Destaque para as faixas Sem Palavras, Lista de Casamento e Cão–guia . Realmente são músicas boas e farão sucesso nos shows.

Falando nisso, amanhã, sábado (6), tem show de lançamento de C_MPL_TE em terras cariocas. A performance do Móveis faz parte das atrações do Viradão Cultural do Rio e rola no Circo Voador (Rua dos Arcos, s/n, Lapa), a partir das 22h, com ingressos a R$ 40 (inteira) e só para maiores. Eu já tô com o meu aqui na mão. E você?

Faixas de C_MPL_TE:

moveis_c_mpl_te11. Adeus
2. Lista de Casamento
3. O Tempo
4. Cão Guia
5. Descomplica
6. Café com Leite
7. Pra Manter ou Mudar (A do Piano)
8. Bem Natural
9. Falso Retrato (U-hu)
10. Cheia de Manha
11. Sem Palavras
12. Indiferença

green-dayÉ, pessoal. Pra fechar bem a semana, a notícia que vem de um executivo da divisão brasileira da Warner Music, gravadora dos caras: a nova turnê dos Green Day, que começa no dia 4 de junho, em Hollywood, deve chegar à América do Sul no início de 2010 e o Brasil está no roteiro. Antes, passará pela Europa.

O repertório terá como base o recém-lançado 21st Century Breakdown, oitavo álbum de carreira do power-trio californiano. O disco, aliás, merece uma resenha por aqui. São 18 faixas, divididas em três atos, tipo uma peça de teatro. A pegada é bem parecida com a de American Idiot (2004). Ou seja, um punk beeem pop, quase emo, radiofônico pra caramba e com bons refrões.

Quem assina a produção é o Butch Vig, que se consagrou ao produzir o clássico Nevermind (1991), do Nirvana. Eles estão divulgando o terceiro single, 21 Guns. Antes lançaram, nesta ordem, Know Your Enemy e a faixa-título, 21st Century Breakdown.

O Green Day está na estrada há 21 anos e já vendeu 13 milhões de discos. Vambora curtir então Know Your Enemy ao vivo no estúdio Abbey Road (a música demora a começar, porque rola uma vinheta e uma entrevistinha antes, mas vale a pena):

Bom fim de semana!

blackheartinertiaO pessoal do site Incubus Brasil publicou na rede um link para a versão em alta qualidade do single novo dos caras. Junto com a faixa Black Heart Inertia, a capa do single (acima), no melhor estilo Incubus de ser, com uma ilustração simples, mas que não passa despercebida. Você pode baixar gratuitamente, graças ao Incubus Br, aqui. No videoclipe da música rola uma historinha meio que contando sobre um teste de elenco e tal. Parace que o vocal Brandon Boyd vai se dar bem, mas no final… Bom, melhor você ver:

Black Heart Inertia é uma das faixas inéditas do próximo disco do quinteto californiano. Será um álbum duplo, chamado Monuments and Melodies, com 13 “greatest hits”, 11 raridades e três faixas inéditas (veja a lista de músicas no final deste post). Além disso, quem adquirir o petardo legalmente vai ganhar um código para baixar mais de 500 (sim! QUINHENTOS) arquivos como outras raridades sonoras, vídeos e fotos do Incubus.

O petardo sai no dia 16 de junho (lá fora, pelo menos; o anterior, Light Grenades, chegou aqui com alguns meses de atraso, mesmo assim porque o grupo agendara show no Brasil; depois as gravadoras reclamam que os fãs fazem download e não esperam para comprar o disco) e já está disponível para pré-venda no site do Incubus. Enquanto espera o lançamento, os fãs podem contribuir com a Linha do Tempo Definitiva do Incubus. É assim: você clica neste link aí da Linha do Tempo e vai em “Become a contributor” (torne-se um contribuidor). Faz um cadastro e, assim que eles liberarem, você pode voltar ao site e publicar suas memórias, fotos, vídeos… Tudo o que você tiver guardado sobre os caras. Eu e um outro GARI, por exemplo, tivemos a grata oportunidade de presenciar o show que eles fizeram no dia 13 de outubro de 2007 aqui no Rio de Janeiro. Não registramos nenhuma imagem pra posteridade, porque provavelmente ficaria assim (a gente estava bem perto dessa pessoa que filmou):


Fate? Or something better? I could care less

Faixas de Monuments and Melodies:

Disco 1
1. Black Heart Inertia
2. Drive
3. Megalomaniac
4. Anna-Molly
5. Love Hurts
6. Wish You Were Here
7. Warning
8. Stellar
9. Talk Shows On Mute
10. Pardon Me
11. Dig
12. Oil And Water
13. Are You In?
14. Nice To Know You
15. Midnight Swim

Disco 2
1. Neither Of Us Can See
2. Look Alive
3. While All The Vultures Feed
4. Pantomime
5. Anything
6. Punch Drunk
7. Admiration
8. Martini
9. A Certain Shade Of Green (Acustica)
10. Monuments And Melodies
11. Let’s Go Crazy