Arquivo da categoria ‘Me engana que eu gosto’

Na faculdade de jornalismo – o que para o STF não tem mais valor algum – aprendemos através da experiência passada por professores e embasamento teórico a nos preocuparmos  constantemente com questões como ética e cuidado com as fontes. Sabemos, pelo menos teoricamente, que devemos ouvir vários lados da história e duvidarmos sempre das declarações com o objetivo de descobrir aquilo que existe de mais próximo da verdade,  prestando desta forma um bom serviço à sociedade. É importante que tenhamos em mente que ninguém sabe de tudo e é fundamental buscarmos fontes alternativas e questionarmos sempre. É óbvio que há problemas como o tempo de produção, o que muitas vezes  pode atrapalhar a apuração da matéria, mas isso não justifica aceitar tudo que é dito como se verdade fosse. Alguns por ego ou ingenuidade, no entanto, esquecem dessas lições.

 Recentemente, ou não tanto assim já que faz mais de um mês, a Revita Época publicou uma matéria desvendando a história por trás do nome da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. A publicação só se deu ao trabalho, enretanto, porque caiu numa pegadinha criada pelo grupo. Para dar uma valorizada  na origem do nome, os rapazes inventaram um factóide  – o que é muito comum no universo musical – envolvendo índios da Ilha de Bananal e ingleses, a chamada por eles de ” A Revolta de Acaju”.

Leia a matéria da revista explicando a história:

http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/pagina/945

Como fazer um webhit? Era a pergunta que eu me fiz logo após fazer upload do meu vídeo no Youtube, o “Como fazer uma monografia pseudointelectual” (é, aparentemente agora é junto). Aqui no Lixeira eu já discorria sobre a dificuldade de emplacar um vídeo no mundo cibernético, regido pela mão-invisível do viral, com um vídeo de quase 10 min, de conteúdo altamente segmentado e nenhuma criança bêbada, tartaruga tarada, acidente tosco e celebridade em situação embaraçosa no seu conteúdo.

Pois bem, nós mandamos o vídeo no Youtube no começo de março e começamos uma forte divulgação boca-a-boca virtual. Utilizamos Twitter, Orkut, MSN, blog, mandamos e-mails pra pessoas que iam se interessar pelo tema. A cada feedback positivo, a gente pedia pra repassar pros amigos. Nosso vídeo conseguiu, em 2 meses, 2.000 views. Uma marca boa, mas nós queríamos mais.

Ficamos encafifadas, pensando em tudo que poderia fazer o vídeo decolar. Mandamos para os professores divulgar. Alguns realmente o fizeram. Pensamos em sair em jornais de DA, pensamos em pessoas de influência, mas os e-mails que mandei pro Marcelo Tas e pro Kibeloco não surtiram efeito algum.

Nesse meio tempo as pessoas que viam o vídeo sempre elogiavam a iniciativa. E era isso que nos fazia continuar a divulgação.

Eis que minha amiga Priscila teve a grandíssima idéia de mandar um release pra Megazine. Tudo a ver, espaço jovem, falando sobre educação. seria uma pauta coerente. Mas não deveria ser qualquer release, um release da produtora, a grande “Eu&OsMeus Produções”, que, por enquanto, só existe naquela logo do pôster. E um release profissa, completo, com direito a opinião de uma professora da UFF, entusiasta do curta, pra dar uma credibilidade. Com o e-mail da repórter responsável nas mãos, enviei o treco e não esperei mais nada. E lá vem a Priscila: “Como assim você só mandou? Release só funciona com follow-up!” (pra quem desconhece os termos jornalísticos, é a prática de ligar pro repórter e confirmar o recebimento do e-mail. O que é chato pra ambas as partes). Eu num quis fazer follow-up de coisíssima nenhuma, eu sou uma pseudo-jornalista com vergonha de falar ao telefone (sério!), e o nosso vídeo é um vídeo no Youtube! Desde quando vamos fazer alarde assim para um vídeo no Youtube?

Mas o coração de mãe fala mais forte, e eu fiquei com culpa de não ter feito o bendito follow-up. Eis que o universo resolveu conspirar a favor poucos dias depois. Escutem essa, crianças e pessoas discrentes: advinhem quem me manda um scrap no orkut querendo apurar uma matéria sobre jovens que gostam de coisas retrô? Ela mesma, a tal repórter da Megazine, que me achou na comunitade “Atari Lovers”! Foi a deixa pra eu tomar coragem, passar a mão no telefone e ligar pra criatura! Falei que amava Atari, mas que não tinha um tem uns 10 anos, e que, falando nisso, mandei um release sobre um filme, você viu? Monografia pseudointelectual?… “Ah, vi sim, vou ver aqui, levar pra reunião de pauta…” Depois disso, mais umas semanas de silêncio. É, achamos que não o povo (quer dizer, O Globo) não gostou.

Corta pra eu almoçando com a galera do trabalho. Telefone toca de um número privado. Era a repórter, querendo fazer a matéria com a nossa “produtora”. E eu “ahn?” Ferrou, que produtora, cara pálida? A única coisa que podemos falar, é do vídeo em si. “Onde poderia ser a entrevista? Onde fica a produtora de vocês? Um lugar, com a ilha de edição?” Ilha de edição??? Você quer dizer o laptop do meu pai com Vegas 8.0 versão trial (já expirada) instalado? Ferrou… Aí eu mando a seguinte pérola: “Aqui, é que nosso vídeo foi feito de forma muito artesanal. Pode ser na ECO (Escola de Comunicação da UFRJ, onde minhas amigas se formaram e onde pegamos TODOS os referenciais do filme)?” Beleza, fechamos pro dia seguinte. Conhece o Laguinho? “Claro, estudei lá!”

Ih, tá no papo! Esperando no Laguinho (ponto de encontro muito conhecido de quem estuda lá), nós percebemos que a nossa repórter era uma ex-ECOína que sabia muito bem da pseudice que a gente estava falando. E o papo transcorreu muito bem, com muitos “lembra daquele professor? Nossa, que maaala!!” e nossas críticas contundentes aos pseudos que dificultam tudo pra nós.

Não sem antes tirar um milhão de fotos com um fotógrafo pau da vida com a luz ruim daquela tarde nublada. Sem nenhum objeto pra ilustrar a cena, nós começamos a fazer mil palhaçadas pra câmera, fingindo que tava maquiando, filmando com a mão, observando o ângulo. E toma clique! E muda de lugar! E vai pra lá! E começamos a fazer cara de intelectual… e eis que ele manda a gente se dependurar pra fora da grade daquela varanda (pra quem não conhece o Laguinho, é um local aberto em uma construção do século retrasado, mais baixa. Do corredor aberto pro plano daquele jardim de inverno, devíamos estar a 4 metros de um senhor estabaco). Minha amiga Mariana tem medo de altura, Priscila estava de saia e eu de vestido, e pra chegar onde ele queria a gente tinha que pular uma grade alta. T-u-d-o pela ARTE!

Sem falar nos alunos todos, olhando, olhando…

E depois? Depois ficamos esperando aquela semana passar pra ver o resultado. E pouco antes recebo um e-mail da repórter, dizendo que só iria sair na oooutraaa edição. Fiquei com medo até de divulgar… vai que a pauta caía? Mas, terça-feira, dia 28 de abril, lá estávamos nós, fazendo cara de intelectual e divulgando nosso trabalho…

O próximo passo? Sei lá! Continuamos aguardando a mão-invisível virótica da internet se mover a nosso favor…
Nós no jornalão, clique pra ver maior.

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Nós na versão online.

A dupla MGMT, uma das sensações do rock recente,  está processando o presidente francês Nicolas Sarkozy por uso abusivo da música Kids.

Sarko” – bastante criticado na França por sua política conservadora – tem mostrado, por outro lado, uma vida pessoal “pra frentex”. Alem de ser casado com a cantora-modelo-bonitona Carla Bruni, parece estar antenado às novidades ao escolher a música do MGMT para ser trilha de divulgação do congresso anual do seu partido, a União por um Movimento Popular (UMP). No entanto, a canção do álbum Oracular Spetacular ( ótima estréia em disco da dupla formada por Andrew Vanwyngarden e Ben Goldwasser: ficou com a segunda posição na fenomenal lista da Lixeira de 2008) foi utilizada sem permissão para promover a reunião que aconteceu em janeiro. Foram publicados na internet dois vídeos com a canção.

Quando a UMP admitiu ter utilizado o tema sem autorização, ofereceu à banda 1 euro pela violação dos direitos de autor, proposta considerada “um insulto” pelos rapazes do Brooklyn, bairro localizado na cidade de Nova Iorque. O MGMT luta agora por uma recompensa “justa” no tribunal. “A oferta desrespeita os direitos dos artistas e autores. Trata-se de uma violação de propriedade intelectual”, alegou a advogada Isabelle Wekstein.

Não são raros os casos de violação de direitos autorais por políticos. John MCcain, candidato republicano que perdeu as eleições americanas do ano passado para Barack Obama, por exemplo, foi acusado por diversas bandas – entre elas o Foo Fighters – por uso de canções sem autorização.

A banda britânica Prodigy, que estourou mundialmente na metade dos anos noventa ao misturar rock com música eletrônica a um visual “clubber”, revelou – com dez anos de atraso – que em 1999 fez a trilha sonora de Uranus Experiment, o primeiro filme pornô realizado na ausência de gravidade.

O longa-metragem adulto foi rodado num avião usado para treinar astronautas e simular a gravidade encontrada fora do Planeta Terra. A banda contou essa e outras histórias curiosas para publicações inglesas. O objetivo? Divulgar o novo disco do grupo, Invaders Must Die, que sai em 23 de fevereiro.

Andam rolando em vários sites de notícias, informações de que Roberto Carlos pretende lançar uma biografia oficial, um disco de inéditas e fazer um show no Maracanã para comemorar seus 50 anos de carreira.

Agora faz sentido toda aquela história da censura à biografia Roberto Carlos em detalhes, escrita por Paulo César Araújo. Pelo jeito, o “rei” já estava programando embolsar uma grana com um livro “chapa branca” sobre sua vida ao completar meio século de carreira.

Roberto Carlos, que atualmente vive de shows em cruzeiros para senhoras, tem renegado seu passado rock n´roll há décadas, desde que adotou o estilo “garanhão italiano”, cantando músicas religiosas e se vestindo de azul.

Numa rápida procura na internet é fácil encontrar a biografia proibida para download:

http://cracknomundo.wordpress.com/2007/10/13/roberto-carlos-em-detalhes-baixe-a-verdadeira-biografia-proibida-do-cantor-roberto-carlos/

A gente já colocou aqui, e você deve ter sido uma das 6,7 milhões de pessoas que viram o coitado do menino doidão depois do dentista…Webhit total. Surfando por aqui, conferi, entre os milhares de remixes e releituras do vídeo do tal menino (tipo, Darth Vader after dentist e etc), um vídeo que junta o moleque sedado com o áudio do piti que o ator Christian Bale (o Batman Begins, o Dark Knight, aquele mesmo) deu no set de filmagens do filme Terminator: Salvation.

Se você tá por fora, é assim: aparentemente um tal assistente do set fez a marcação errada, ou algo do tipo. Estragou a cena, o Christian Bale deu um piti daqueles, xingou mil palavrões. O piti foi gravado e claro, caiu no Youtube. Agora dá pra brincar…

Why so serious? Why so angry?

Why so serious? Why so angry?

Tem gente até falando que era assim que ele tratava o pobre do Heath Ledger antes de… é, humor negro.

Agora, o melhor disso é que o DJ  americano Lucian Piane fez um remix com o piti, no melhor estilo “na pista”. Em uma semana, o vídeo já levou 2 milhões de acessos no Youtube. Para o Jornal do Brasil, matéria aqui, o DJ declarou: “A gravação original era tão rica em musicalidade que não pude resistir”.

O remix ficou hilário e super bem feito (com participação especial surpresa!). E bem feito pro Bale, quem sabe ele toma juízo e para de dar piti por aí. O cara nem tinha muita razão, ficou xingando o pobre do assistente mandando um fcknfckfcnk atrás do outro sem nenhum argumento.

Se vocês se lembram, o intérprete do Morcegão já foi parar na polícia acudado de agredir… a mãe! (Bat-mãe! A piada mais pronta que há!) Ou seja, já tem histórico, o rapaish… tsc tsc. Anger management djá!

Olha o vídeo do remix aí, gente!

Mais um ano, mais um Grammy… confesso que gosto de ver essa papagaiada pelos shows. Premiação é meio chato, mas enquanto eles estão na lenga-lenga você pode ir colocando a pipoca no microondas. Os momentos “reunião-dos-artistas” é o mais legal, não me esqueço o quanto gostei de ver John Mayer + Corinne Bailay Rae + John Legend há uns 2 anos. Ano passado, nada que eu me lembre a não ser a cara de besta da Amy (“Maaaa Blake encarcerated!!!!” MOR-RI DE RIR!)  e o Mark Ronson ganhando o prêmio de produtor (pulinhos!).

Amy com cara de “O QUÊ?”

Esse ano, a Sony exibe a 51ª edição da cerimônia esse domingo (08), a partir das 23h – ao vivo de LA. Reprise dia 15/02, às 20h. A Sony tá fazendo uma série de chamadas bem espirituosa pro evento. O tema é “O futuro da música está em boas mãos”, com textos assim: “Pra ser candidato ao Grammy, tem que ser O-RI-GI-NAL” – entra imagem do Coldplay com uma faixa onde se lê “PROCESSADOS”, ou ainda “Para ser candidato ao Grammy, deve ter um imenso fã-clube, uma estratégia de marketing arrasadora e fazer todo mundo cantar por você” – entram os Jonas Brothers! No fim, a declaração irônica: O futuro da música está em boas mãos… ê lê lê!

Mas então, o rapper Lil Wayne e o Coldplay lideram em número de indicações – levaram oito e sete, respectivamente. Algumas das categorias mais importantes:

Se não rolar Grammy, que tal um Oscar de figurino?

Álbum do Ano
Viva La Vida Or Death And All His Friends – Coldplay
Tha Carter III – Lil Wayne
Year Of The Gentleman – Ne-Yo (quem???)
Raising Sand – Robert Plant & Alison Krauss
In Rainbows – Radiohead (olhaaaa! o álbum do “quem dá mais!”)

Música do Ano
American Boy – Estelle e Kanye West
Chasing Pavements – Adele (Estilo Amy, porém poderia quebrar a Amy em 3)
I’m Yours – Jason Mraz (tô por fora…)
Love Song – Sara Bareilles (acho essa música chata por demais)
Viva La Vida – Coldplay (se o Coldplay levar, será que vai agradecer ao Satriani?)

Melhor Artista Revelação
Adele
Duffy (estilo Amy, mas com voz mais chatinha)
Jonas Brothers
Lady Antebellum (tô por fora…)
Jazmine Sullivan (tô por foraaaaaaaa… Isso é que é Revelação! Ninguém nem sabe ainda! rs)

Melho Álbum de Música Pop
Detours – Sheryl Crow
Rockferry – Duffy
Long Road Out Of Eden – Eagles (do Hotel California?)
Spirit – Leona Lewis
Covers – James Taylor

Melhor Álbum de Rock
Viva La Vida Or Death And All His Friends – Coldplay
Rock N Roll Jesus – Kid Rock
Only By The Night – Kings Of Leon
Death Magnetic – Metallica
Consolers Of The Lonely – The Raconteurs

Melhor Álbum de Música Alternativa
Modern Guilt – Beck (amo!)
Narrow Stairs – Death Cab For Cutie (amo! Não sei pra quem torcer…)
The Odd Couple – Gnarls Barkley (o Danger Mouse, inclusive, produziu o do Beck…)
Evil Urges – My Morning Jacket
In Rainbows – Radiohead (“dou 5 pila…”)

E os shows ficam por conta do U2, Coldplay, Miley Cyrus e Taylor Swift (kids!), Estele e Kanye West, Jennifer Hudson, Jonas Brothers, Kid Rock, Lil Wayne (no VMA esse cara fez playback…), Paul McCartney e Dave Grohl na batera (UAU!), Katy Perry (desafinou feião no VMA, eu quase tava pedindo playback…), Radiohead (sério?), Rhianna, Justin Timberlake (esses são mó arroz, tão em todas…).

Então. Esse Lil Wayne afinal, coé a dele? O cara é um rapper tipo bagaceiro mesmo (ou como eles gostam de dizer, gangsta), feioso e esquisito, com letras naquele estilo “leve”. Mas a criançada adora (sim, eu disse “criançada”, o cara é o xuxexo entre os adolas americanos). Claro, ele já foi preso por posse de arma e drogas. Claro, a música que atingiu os primeiros lugares das paradas manda a interlocurora fazê-lo de pirulito. Com seu álbum, Tha Carter III, ele está sendo considerado o melhor rapper que há. Eu não sou crítica de música profissional, muito menos saberia criticar rap, mas é engraçado quando a pessoa gosta do que tá criticando. Essa da Rolling Stone diz que Lil Wayne zoa esse negócio de se vender ao sucesso ao criar uma música de sucesso “Lollipop”, a tal do pirulito, sucesso aqui também). Tenho certeza que se não gostasse do Wayne iria dizer que ele era um vendido mesmo, oras!

Ok, quem leva Grammy então? Amanhã a gente descobre.

O semanário britânico New Musical Express elaborou uma lista com as oito vozes mais estranhas da música. São eles:

8 ) Antony Hegarty: O líder do Antony and The Johnsons não é só estranho de voz; saca só o visual; parece uma tiazona gorda. Nada contra as gordas; nem contra as tiazonas.


7) Jello Biafra: a voz do grupo punk-hardcore Dead Kennedys também não fica muito atrás no quesito excentricidade.

6) Joanna Newsom: Nunca tinha parado para ouvir Joanna Newsom. Fui olhar esse vídeo e durante a introdução, ela começa a falar toda fofa. Pensei: O que tem de excêntrico na voz dela? Bem, foi só começar a cantar para perceber.

5) Geddy Lee (Rush): Geddy Lee é uma clássica voz estranha. Tão clássica que já me acostumei a ela, mas lembro quando meu pai ouvia Rush em casa quando eu era criança. Podia jurar que era uma mulher cantando.

4) Stuart Staples: o vocalista doTindersticks faz um estilo meio “latin lover”: Muitos susurros, um olhar 43 aqui, uma piscadela de olho ali; a voz é quase inaudível.  Sou mais o Chris Issak.

3) Alec Ounsworth (Clap Your Hands Say Yeah): Fico tentando imaginar quando ouviram ele cantar e disseram: Nossa, você é perfeito para esta banda!

2) Morrissey: Moz é outra voz bizarra que o povo já acostumou.
1) Gary Numan: Eu adoro a música Down in The Park, mas na voz de Dave Grohl.

Com todo respeito ao povo da NME, mas uma lista com as vozes estranhas sem a presença de Billy Corgan (Smashing Pumpkins), Bjork e Bob Dylan não pode ser séria…

Estava “surfando” pela internet e me deparo com essa notícia: New Order manda recolher álbuns com defeito. Posso estar enganado, mas me parece o primeiro caso de “recall” de CDs.

Segundo a banda de “Madchester”, os fãs reclaram do som, alegando baixa qualidade. Por falar nisso, o povo que comprou o mais recente álbum do Metallica, Death Magnetic, anda reclamando do acabamento do disco. Um deles, o australiano Tom Daly, decidiu fazer uma remixagem caseira da faixa Broken, Beat & Scarred com um computador e um console do game Guitar Hero III

Mais de 60 mil pessoas já acessaram a faixa no Youtube. Centenas de mensagens pedem que Daly siga em frente com a empreitada e forneça aos fãs um remix completo do Death Magnetic. Segundo ele, o novo álbum da banda é o melhor em muitos anos, mas a qualidade sonora do CD é decepcionante.


Parece que os 50 anos da Bossa Nova estão fazendo a cabeça do Sepultura. Depois da banda aparecer em um comercial tocando uma música no melhor estilo “um banquinho, um violão”, o grupo de trash-metal (ainda?) mandou Girl From Ipanema, versão em inglês de Garota de Ipanema na edição brasileira do Grammy Latino que rolou essa semana no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

Mas os fãs que se assustaram com o início “lentinho”, logo puderam conferir We´ve Lost You, faixa do novo álbum A-Lex previsto para sair em janeiro. O disco conceitual é baseado na obra Laranja Mecânica de Anthony Burgess, que virou filme pelas mãos de Stanley Kubrick.

Primeira pergunta: O Sepultura vai misturar bossa nova e trash metal no próximo disco?

Segunda:  A banda vai conseguir sair finalmente da sombra de Max Cavallera com o novo álbum?