Arquivo da categoria ‘Direto pro lixo’

Você, que curte cultura alternativa e esteve no Rio de Janeiro, durante o mês de janeiro, nos últimos 16 anos, certamente ouviu falar no festival Humaitá Pra Peixe (HPP). Aqueeele, que lá na década de 1990 apresentou Pato Fu e Planet Hemp aos cariocas. Que nos últimos anos trouxe Canastra, Lasciva Lula, Lasciva Lula, MopTop, Mutreta, Nervoso, Pedro Luís e a Parede, Vanguart, etc:

Lembra como ERA? O HPP durava quase que o mês de janeiro todo. Algumas vezes invadiu fevereiro. Contava com shows em vários bairros (certa vez atravessou a Ponte Rio-Niterói), tinha uma semana saborosamente recheada com batidas pops, rock, funks e eletrônicas muito boas e às quais nossos ouvidos nem estavam acostumados.

Pois é. Ou pois ERA. Você ouviu falar no HPP 2010? Bem provável que não. O festival deste não tem nem site e isso é um péssimo sinal de que provavelmente este será um fim lacônico.

O HPP 2010 começa hoje e termina… depois de amanhã. O que durava um mês, vai ocorrer num fim de semana. Aquele monte de atrações se reduziram a uma dezena de shows, com ingressos que custam R$ 40 (papo de DEZ vezes o que custavam nas edições anteriores), no Circo Voador, sem NENHUMA novidade da música brasileira. Veja:

Sexta (22/01):
Tono,  Jonas Sá & Rubinho Jacobina, Maria Gadú

Sábado (23/01):
Chorofunk: DJ Sanny Pitbull e Tira Poeira, Lia Sabugosa, Wado, Ana Cañas

Domingo(24/01):
Sobrado 112,  Dughettu, Márcio Local, Seu Chico e Victor Araújo

Gostaria muito de saber se eles continuam com o rechonchudo patrocínio da Petrobrás, que bancou edições recentes do HPP, porque se tiverem com essa grana a coisa fica muito mais feia (normalmente o site do festival dá essa transparência de ver quem está bancando). E pensar que um dia acreditamos na veia underground do Bruno Levinson. Tsc, tsc… Não questionamos o talento de nenhum desses artistas, mas a mudança na ideologia de um festival que já foi o mais importante da cena pop/rock carioca.

Que vexame, HPP!

Tuíte e retuíte: http://wp.me/pdGj4-Fs

Na faculdade de jornalismo – o que para o STF não tem mais valor algum – aprendemos através da experiência passada por professores e embasamento teórico a nos preocuparmos  constantemente com questões como ética e cuidado com as fontes. Sabemos, pelo menos teoricamente, que devemos ouvir vários lados da história e duvidarmos sempre das declarações com o objetivo de descobrir aquilo que existe de mais próximo da verdade,  prestando desta forma um bom serviço à sociedade. É importante que tenhamos em mente que ninguém sabe de tudo e é fundamental buscarmos fontes alternativas e questionarmos sempre. É óbvio que há problemas como o tempo de produção, o que muitas vezes  pode atrapalhar a apuração da matéria, mas isso não justifica aceitar tudo que é dito como se verdade fosse. Alguns por ego ou ingenuidade, no entanto, esquecem dessas lições.

 Recentemente, ou não tanto assim já que faz mais de um mês, a Revita Época publicou uma matéria desvendando a história por trás do nome da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. A publicação só se deu ao trabalho, enretanto, porque caiu numa pegadinha criada pelo grupo. Para dar uma valorizada  na origem do nome, os rapazes inventaram um factóide  – o que é muito comum no universo musical – envolvendo índios da Ilha de Bananal e ingleses, a chamada por eles de ” A Revolta de Acaju”.

Leia a matéria da revista explicando a história:

http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/pagina/945

Nesta segunda-feira o ex-governador do Rio Anthony Garotinho, com quem nunca simpatizamos – é verdade – e que agora se empenha em voltar ao Palácio Guanabara, nos brindou com um #Mussumday involuntário e conseguiu a proeza de animar uma segunda-feira. Valeu, Garotrance! É que ele tentou dar uma de moderninho e publicou um post em seu blog, em que dizia que o poster do Yes, We Créu traz a foto do… PELÉ. Aí, os internautas o alertaram [um deles escreveu: “esse pele ai ta com a cara de trapalao ( mussum”] e ele editou o post. Mas nós somos sagazes e demos aquele print esperto! Porque não é todo dia que alguém acha com tanta convicção que o Mussum é o Pelé.

Sei que a manchete está pronta (você clica na foto e vê o print completo):

GAROTINHO NÃO TEVE INFÂNCIAgarotinho_post

Dissemine (e disseMikey): http://wp.me/pdGj4-DY

Dizem por aí que essa dona andou tomando remédio pra rinite, labirintite, a p*rra toda. E ainda recebeu a pauta só na véspera. Olha o que aconteceu:


Repórter “risonha e límpida”!

Alô, Maurício Menezes, essa merece ir pro Plantão de Notícias!

Tuíte isso: http://wp.me/pdGj4-Ds

Clique na foto para ampliar e dar um confere na releitura de Vanusa para a clássica Garota de Ipanema.

vanusator

Para se divertir a valer, acesse o tradutor da Vanusa, o Vanusator.

Para twittar: http://wp.me/pdGj4-C9

Nem tem muito o que comentar… É meio chato no início, mas a segunda parte do Hino Nacional da Vanusa é algo que merece muito ser apreciado. E a terceira parte (sim, o dela teeem terceira parte) também:

E no final, o pessoal se falando é muito: “Pelamordedeus, alguém para essa doida!” Tem palmas “no meio” do Hino, porque o povo pensou que tivesse acabado. Percebam que o Hino pra ela só termina na terceira parte porque, né?, o pessoal interrompe e agradece, porque se não rolasse isso, ia virar uma suíte progressiva. Constrangimento total! O mais curioso é que NINGUÉM ri. Eu acho que riria tanto que seria expulso.

Bora relembrar outros bêbados famosinhos?

Má mudomadifissu meeesmo!

E então, BrTurbo é… é o que? É site? Sapinhow

Se eu pudesse eu matarrrrra mil!

Balangô aquela sucuri assim… Aquela cabeçona cô de abróba

Bibi bibi bibi bibi bibi

Pra twittar: http://wp.me/pdGj4-BF

Uma coleção de pérolas:

Porque a Lua tem um lado bacana e tal, mas o outro (seria o Dark Side?) é trash. Duvida? Veja só o que já fizeram com a Lua:




Tutty.ilustra1_02O Tutty Vasques é um dos nossos herois no colunismo de humor no jornalismo. Escreve para o Esatadão. Também lemos Zé Simão, na Folha, e Agamenon (aka Casseta&Planeta) n’O Globo. Mas o assunto aqui é a coluna do Tutty, que faz observações nem tão engraçadas, mas um tanto quanto perspicazes sobre futebol. Por exemplo, hoje:

Aí onde você mora alguém foi pra janela gritar “é campeão!”?

É uma das características mais marcantes da era Dunga: os jogadores comemoram mais que a torcida!

O próprio Galvão Bueno já não vibra como antigamente.

Mas o que o GARI aqui curtiu mesmo foi a de ontem:

Uma dúvida cruel tem tirado o sono de Lula: Joel Santana é uma pessoa comum? Desde que criou o conceito de improviso para incluir José Sarney fora dessa, o presidente anda bastante confuso a respeito. Que diabos, afinal, é uma pessoa comum? (…)

O atual treinador da Seleção da África do Sul está virando uma espécie de Lula do futebol: diz as maiores maluquices, agora em dois idiomas, e todo mundo acha o maior barato. Joel Natalino Santana, assim como o presidente da República, tem esse poder de fazer soar genial o que dito pelo Dunga ou pelo Hugo Chávez pareceria pura estupidez. “Eu não tenho currículo, tenho testamento” – ooooohhhh! “Meu time não olha para trás, só olha para frente” – uau! “Decidi privatizar a disciplina” – cacilda! “Bufana Bufana play match very good!” – é mole?!

Trata-se de um raro espécime de brasileiro básico bem sucedido. (…)

Texto completo aqui. E deixo você com o Funk do Joel. Libeeerta, deejay!