On the road

Publicado: 9/maio/2008 em Missão: impossível
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E calma, que a gente volta a escrever. Um GARI enrolado com o trabalho de conclusão de curso, enquanto o outro está às voltas com uma questão… ahnnn… digamos… médico-estética (não; não é fimose!).

Bom, esta semana um dos GARIS conseguiu arranjar tempo pra ir, de graça, ao show – pasme! – do Rufus Wainwright. É claro que anotei tudo e vou escrever algo sobre no final de semana. Parece que foi assim: depois que a gente detonou o cara, decidiram nos dar a chance de ouvir e ter uma segunda opinião. Ok, não foi bem assim, mas assim é mais legal!

Por enquanto, leiam o enfadonho texto (enviado pelo TIJOLO Bernardo Canto) que o Zeca Camargo escreveu no blog dele. Só uma observação. No camarim, depois do show, Zeca se derreteu: “Ele [Rufus] é muito fofo, né?”

Comentário nosso: “se joga, pintosa! Põe rosa!”

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comentários
  1. selma disse:

    A (O?) Rufus estava ontem no Jô – q se derreteu por ele… – e sinceramente não vi nada demais….?! Ian McCulloch, o vocal do Depeche Mode, do Soft Cell, tds eles fazem a msm linha: tenho vozeirão mas canto docinho. Alguns por boiolice, outros, por poesia mesmo. Até nosso Toni Platão se enquadraria nessa. E ng põe a irmã pra abrir o show, não! Eu, hein? Posta logo sua crítica aí, gari, q é mais negócio!

  2. selma disse:

    “Suas músicas eram consumidas pelas massas simplesmente porque eram… boas! Me lembro de ter ido ao estádio do Morumbi, em 1981, quando o Queen passou pela primeira vez pelo Brasil. Lotado… De gays? Claro que não! DJs obscuros, os mesmos que nos apresentavam, nos seus programas de rádios em horários para lá de alternativos, “raridades” como Siouxie & the Banshees, Echo & the Bunnymen, Gene Loves Jezebel, celebravam cada faixa dos Smiths como se fossem novas tábuas de mandamentos divinos – ainda que algumas proclamassem coisas como “I wan’t the one I can’t have” (“eu quero aquele que eu não posso ter”) ou trouxessem odes explícitas a um certo “homem charmoso” (“This charming man”)… Todos os DJs – e seus ouvintes – gays? Mais uma vez, claro que não!” Zeca Camargo estava falando de Kid Vinil e JRMahr por acaso? (Pano rápido!)

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