Ouvi falar em Rufus Wainwright por ocasião de sua vinda ao Brasil em maio (dia 7 no Rio, dia 9 em Sampa, dia 11 em BH e dia 13 em Brasília). Muita gente falando bem. Aí, joguei no Google e descobri que o cantor indie de 34 foi estuprado aos 14, no Hyde Park, em Londres, e só escapou porque fingiu um ataque epiléptico. Aos 25 (segundo a confiabilíssima Wikipedia, “ainda na adolescência”), assumiu publicamente sua homossexualidade na revista Rolling Stone e o disco mais bem sucedido da carreira dele é Release The Stars, lançado em maio do ano passado e que alcançou o número 2 da parada britânica.

Aí, fui ouvir o bendito disco. Na boa: as faixas ímpares não são exatamente muuuuuuito boas, mas são legaizinhas e muito superiores às faixas pares, com exceção de Slideshow, que soa como faixa ímpar.

Se os demais discos forem assim, tenho uma sugestão para o Rufus: lançar um The Best Of Odd Songs (O Melhor das Canções Ímpares). Acho que seria sucesso! Pense nisso, rapaz…

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comentários
  1. lucas disse:

    geeeente, ces tão loucos?

    o rufus é considerado o maior/melhor compositor dos anos 2000, tendo o aval de T-O-D-A-S as críticas musicias e gente grande do meio.

    O Release The Stars, o segundo trabalho mais recente realmente não foi o melhor, mas ouçam o Want One e o Want Two pra ver como o sujeito é genial.

    O Poses (2° cd) também várias pérolas.

    O último, registro ao vivo de um show que ele fez com clássicos (oi?) da Judy Garland, deixa todo o material original no chinelo.

    E isso sem falar das várias trilhas sonoras que ele gravou/regravou para diversos filmes.

    Enfim, eu vou estar no show, na primeira fila (e pobre pq aposto que o ingresso vai estar caro pra caralho) e chorando de felicidade por estar vendo na minha frente um dos meus cantores/performers/compositores favoritos desde os meus 14 anos de idade.

    Desculpa a revolta. Ainda amo vocês (mesmo com essa falha imperdoável). Até 😉

  2. selma disse:

    Com todo o respeito a fãs e não fãs, o dito Rufus – bom MESMO era o da Chaka Khan! – é parceiro da Paula Toller no álbum solo desta….Não me parece mesmo uma boa referência….Pode ser q eu morda a língua até pq os canadenses costumam ser bem bons nesse negócio de música mas…

  3. lucas disse:

    Chaka Khan é muito bom também.

    E o Rufus nem desceu ao nível de Paula Toller; ela que, num deleite de bom gosto, resolveu fazer uma versão de uma música dele chamada Vicious World – versão que não ouvi ainda, mas sendo bem chato, deve ser melhor do que muita coisa que ela fez.

    Geite, o Rufus é f-o-d-a. Ouçam Dinner at 8 (uma das melhores, na minha opinião), Cigarrettes and Chocolate Milk, Gay Messiah, Oh What A World etc.. e por aí vai.

    Os covers de The Origin Of Love, Across The Universe, He Ain´t Heavy He´s My Brother também são geniais.

    Pra facilitar a vida:



    etc.

    Abraços,
    Lucas, o insistente

  4. […] aqui: (comentário do nosso amigo Lucas – sim, aquele que criou polêmica no post do Rufus Wainwright) “idéia de gênio essa de jornal ao ar livre“. Mas claro! Fico me perguntando como que […]

  5. […] esta semana um dos GARIS conseguiu arranjar tempo pra ir, de graça, ao show – pasme! – do Rufus Wainwright. É claro que anotei tudo e vou escrever algo sobre no final de semana. Parece que foi assim: […]

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